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Saldo natural em 2014 foi nulo

 Saldo natural em 2014 foi nulo
– Relativamente ao ano de 2013:
– O Saldo natural cresceu (-102 no ano anterior)
– A taxa de mortalidade infantil baixou
– O número de óbitos diminuiu 5,2% (menos 127 mortes)
– O número de nados vivos desceu 1,1% (menos 25 crianças) – Houve menos casamentos

Movimento de mercadorias nos portos, segundo o tipo de tráfego – 3.oT 2014

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Rendimento da Atividade Agrícola deverá decrescer 3,2% em – 2014

De acordo com a primeira estimativa das Contas Económicas da Agricultura (CEA) para 2014, o Rendimento da atividade agrícola, em termos reais, por unidade de trabalho ano (UTA), deverá registar um decréscimo de 3,2% em relação a 2013, apesar da redução estimada para o Volume de mão-de-obra agrícola (-3,1%). Para esta evolução de rendimento foram determinantes a evolução do VAB (-2,8%) e dos Outros subsídios à produção (-5,2%).

Indicador de clima económico estabiliza em outubro. Consumo privado acelera e Investimento desacelera em setembro – Outubro de 2014

Na Área Euro (AE), o PIB em termos reais registou uma variação homóloga de 0,8% no 2º e 3º trimestre (1,0% no 1º trimestre). Em outubro, os indicadores de confiança dos consumidores e de sentimento económico da AE agravaram-se. No mesmo mês, os preços das matérias-primas e do petróleo apresentaram variações em cadeia de -1,1% e -8,3%, respetivamente (-4,2% e -1,4% em setembro).
Em Portugal, de acordo com a estimativa rápida, o PIB registou um crescimento homólogo, em volume, de 1,0% no 3º trimestre, após a variação de 0,9% no trimestre anterior, enquanto a variação em cadeia foi 0,2% (0,3% no 2º trimestre). O indicador de clima económico, já disponível para o mês de outubro, estabilizou pelo segundo mês consecutivo no valor mais elevado desde julho de 2008. O indicador de atividade económica aumentou ligeiramente em setembro, enquanto os Indicadores de Curto Prazo (ICP) apresentaram sinais negativos sobre a atividade económica na indústria, na construção e obras públicas e em setores de serviços. O indicador quantitativo do consumo privado apresentou um crescimento homólogo mais expressivo em setembro, refletindo o contributo positivo de ambas as componentes, sobretudo da componente de consumo corrente. No mesmo mês, o indicador de FBCF diminuiu, em resultado do contributo negativo mais acentuado da componente de construção e do contributo positivo menos significativo da componente de material de transporte. Relativamente ao comércio internacional de bens, em termos nominais, as exportações e importações apresentaram variações homólogas de 1,5% e 2,5% em setembro (2,6% e 3,7% no mês anterior), respetivamente. Não considerando médias móveis de três meses, as exportações e importações nominais de bens passaram de uma taxa de -2,2% e -2,3% em agosto para 3,7% e 5,6% em setembro, respetivamente, o que poderá ser parcialmente explicado por se ter verificado, em agosto e setembro de 2014, menos um dia útil e mais um dia útil, respetivamente, que nos meses homólogos.
No 3º trimestre, a taxa de desemprego situou-se em 13,1% (13,9% no trimestre anterior). O emprego registou um crescimento homólogo de 2,1% no 3º trimestre (2,0% no trimestre anterior). A população ativa diminuiu 0,7% em termos homólogos (variação de -0,9% no trimestre precedente).
O Índice de Preços no Consumidor (IPC) apresentou uma variação homóloga mensal nula em outubro (-0,4% em agosto e setembro). No último mês, observaram-se taxas de -0,7% na componente de bens (-1,1% em setembro) e de 1,0% na de serviços, mais 0,3 pontos percentuais (p.p.) que no mês anterior. A taxa de variação homóloga mensal do Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) foi 0,3 p.p. inferior à da AE em outubro, tal como verificado em setembro.

Movimento de mercadorias nos portos, segundo o tipo de tráfego – 2.oT 2014

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Taxa de variação homóloga do IPC manteve-se em -0,4% – Setembro de 2014

Em setembro de 2014, a variação homóloga do IPC situou-se em -0,4%, taxa igual à observada no mês anterior e negativa pelo oitavo mês consecutivo. O indicador de inflação subjacente, medido pelo índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos, registou uma taxa de variação homóloga de 0,1% (0,4% no mês anterior).
A variação mensal do IPC foi 0,6% (-0,2% em agosto de 2014 e 0,6% em setembro de 2013). A variação média dos últimos doze meses diminuiu 0,1 pontos percentuais (p.p.) para -0,3%.
O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português registou uma variação homóloga nula (-0,1% em agosto de 2014), taxa inferior em 0,3 p.p. à estimada pelo Eurostat para a área do Euro (em agosto de 2014 esta diferença foi 0,5 p.p.). A taxa de variação mensal do IHPC situou-se em 0,5% (-0,1% no mês anterior e 0,5% em setembro de 2013) e a taxa de variação média dos últimos doze meses foi -0,1%, à semelhança do mês anterior.

Indicador de confiança dos Consumidores aumenta e indicador de clima económico suspende trajetória de crescimento – Setembro de 2014

O indicador de confiança dos Consumidores aumentou ligeiramente em setembro, atingindo o valor mais elevado desde outubro de 2006 e retomando a acentuada tendência ascendente observado desde o início de 2013.
O indicador de clima económico estabilizou, no mês de referência, no valor máximo desde julho de 2008, suspendendo o perfil crescente iniciado em janeiro de 2013. Em setembro, o indicador de confiança aumentou na Indústria Transformadora e diminuiu na Construção e Obras Públicas, no Comércio e nos Serviços.

Hóspedes, dormidas e proveitos mantêm crescimento significativo – Julho de 2014

A hotelaria registou 5,8 milhões de dormidas em julho de 2014, valor correspondente a um acréscimo homólogo de 9,4% (+8,6% em junho de 2014). As dormidas de residentes apresentaram um aumento significativo (+15,4% face a +6,7% em junho), enquanto se verificou uma desaceleração no crescimento das dormidas dos não residentes (+6,9% em julho de 2014 e +9,3% em junho). Dos principais mercados emissores, destaca-se o aumento das dormidas de residentes do Reino Unido, Espanha e França. Em sentido oposto assinala-se a redução observada no mercado alemão. Contudo, no período acumulado de janeiro a julho 2014, com a exceção da Holanda, registaram-se crescimentos nos principais mercados emissores, incluindo o alemão, tendo-se destacado a Espanha com um aumento de 19,4%.
Os proveitos totais aumentaram 10,7% e os de aposento 12,0% (+8,1% e +8,2%, respetivamente, em junho).

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Taxa de variação homóloga do IPC situou-se em -0,4% – Agosto de 2014 10 de setembro de 2014

Em agosto de 2014, a variação homóloga do IPC situou-se em -0,4%, taxa superior em 0,5 pontos percentuais (p.p.) à observada no mês anterior e negativa pelo sétimo mês consecutivo. O indicador de inflação subjacente, medido pelo índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos, registou uma taxa de variação homóloga de 0,4% (-0,4% no mês anterior). Esta alteração de comportamento esteve em grande medida associada a uma menor redução dos preços da classe de vestuário e calçado comparativamente com a observada no mês anterior.
A variação mensal do IPC foi -0,2% (-0,7% em julho de 2014 e em agosto de 2013). A variação média dos últimos doze meses manteve-se em -0,2%.
O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português registou uma variação homóloga de -0,1% (-0,7% em julho de 2014), taxa inferior em 0,4 p.p. à estimada pelo Eurostat para a área do Euro (em julho de 2014 esta diferença foi 1,1 p.p.). A taxa de variação mensal do IHPC situou-se em -0,1% (-0,6% no mês anterior e -0,7% em agosto de 2013) e a taxa de variação média dos últimos doze meses foi -0,1%, à semelhança do mês anterior.

Indicador de confiança dos Consumidores diminui e indicador de clima económico recupera – Agosto de 2014 28 de agosto de 2014

O indicador de confiança dos Consumidores agravou-se ligeiramente em agosto, depois de registar o valor mais elevado desde janeiro de 2007, suspendendo o acentuado movimento ascendente observado desde o início de 2013.
O indicador de clima económico recuperou ligeiramente no mês de referência, prolongando o perfil crescente iniciado em janeiro de 2013 e fixando o máximo desde julho de 2008. Em agosto, o indicador de confiança aumentou na Indústria Transformadora, na Construção e Obras Públicas e nos Serviços e diminuiu no Comércio.

Indicador de atividade económica estabiliza e Indicador de clima económico volta a recuperar. Exportações nominais de bens diminuem e Importações aumentam – Julho de 2014

Na Área Euro (AE), o PIB em termos reais registou uma variação homóloga de 0,7% no 2º trimestre (0,9% no trimestre anterior). Em julho, o indicador de confiança dos consumidores da AE estabilizou, tendo o indicador de sentimento económico aumentado ligeiramente.
Em Portugal, de acordo com a estimativa rápida, o PIB registou um crescimento homólogo, em volume, de 0,8% no 2º trimestre, após a variação de 1,3% no trimestre anterior, enquanto a variação em cadeia foi 0,6% (-0,6% no 1º trimestre). O indicador de atividade económica estabilizou em junho, pelo segundo mês consecutivo. A informação proveniente dos Indicadores de Curto Prazo (ICP) revelou uma evolução menos negativa na indústria, nos serviços e na construção. O indicador de clima económico, já disponível para o mês de julho, recuperou, fixando o valor mais elevado dos últimos seis anos. O indicador quantitativo do consumo privado apresentou um crescimento homólogo ligeiramente mais expressivo em junho, refletindo o aumento do contributo positivo da componente de consumo corrente, e o indicador de FBCF estabilizou. Relativamente ao comércio internacional de bens, em termos nominais, as exportações e importações apresentaram variações homólogas de -0,4% e 1,3% em junho (-3,3% e -1,1% no mês anterior), respetivamente. Não considerando médias móveis de três meses, as taxas de variação das exportações e importações nominais de bens passaram de -3,7% e 1,5% em maio para 8,0% e 9,6% em junho, respetivamente.
No 2º trimestre, a taxa de desemprego situou-se em 13,9% (15,1% no trimestre anterior). O emprego total e o emprego por conta de outrem registaram variações homólogas de 2,0% e 4,4% (1,7% e 3,2% no 1º trimestre), respetivamente. Em termos homólogos, a população ativa diminuiu 0,9% (variação de -1,3% no trimestre precedente).
O Índice de Preços no Consumidor (IPC) apresentou uma variação homóloga mensal de -0,9% em julho (-0,4% em maio e junho). No último mês, observaram-se taxas de -2,1% na componente de bens (-1,1% em junho) e de 0,8% na de serviços, mais 0,3 pontos percentuais (p.p.) que no mês anterior. A taxa de variação homóloga mensal do Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) foi 1,1 p.p. inferior à da AE em julho (inferior em 0,7 p.p. no mês anterior).

Taxa de variação homóloga do IPC situou-se em -0,9% – Julho de 2014 12 de agosto de 2014

Em julho de 2014, a variação homóloga do IPC situou-se em -0,9%, 0,5 pontos percentuais (p.p.) inferior à observada no mês anterior e negativa pelo sexto mês consecutivo. O indicador de inflação subjacente, medido pelo índice total excluindo produtos alimentares não transformados e produtos energéticos, registou uma taxa de variação homóloga de -0,4% (nula no mês anterior). O IPC apresentou uma variação mensal de -0,7% (0,1% em junho de 2014 e -0,2% em julho de 2013). A variação média dos últimos doze meses diminuiu 0,2 p.p. para -0,2%.
O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português registou uma variação homóloga de -0,7% (-0,2% em junho de 2014), taxa inferior em 1,1 p.p. à estimada pelo Eurostat para a área do Euro (em junho de 2014 esta diferença foi 0,7 p.p.). A taxa de variação mensal do IHPC situou-se em -0,6% (0,1% no mês anterior e -0,2% em julho de 2013) e a taxa de variação média dos últimos doze meses foi -0,1% (0,0% em junho de 2014).

A população jovem em Portugal diminuiu em quase meio milhão de pessoas 11 de agosto de 2014

Na última década, o número de jovens entre os 15 e os 29 anos reduziu-se em quase meio milhão em Portugal. Entre 2001 e 2011, em 302 dos 308 municípios portugueses, diminuiu o número de jovens.
Jovens têm um peso significativo na emigração: em 2012 estima-se em cerca de 26 mil, o número de jovens emigrantes permanentes (50% do total) e em cerca de 27 mil os jovens emigrantes temporários (39%).
Os jovens casam cada vez mais tarde e aumentou o número de jovens que permanecem a residir com os pais. Em 2011, 68,3% dos jovens residia com pelo menos um dos pais e 21,5% tinha constituído a sua própria família enquanto casal.
Os níveis de qualificação têm aumentado entre a população jovem: a percentagem de jovens, entre os 15 e os 29 anos, com curso superior passou de 8,3% em 2001 para 14,9% em 2011. Apesar disso ainda se verifica um elevado número de situações de abandono precoce de educação e formação, que atingia, em 2013, 18,9% dos jovens, entre os 18 e os 24 anos.
Cerca de 98% dos jovens utilizam computador e internet e 80% conhece pelo menos uma língua estrangeira.
Entre 2011 e 2013, em média cerca de 55% dos jovens dos 15 aos 29 anos estavam no mercado de trabalho (40,6% empregados e 14,4% desempregados). A taxa de desemprego dos jovens foi de 26,3%em média nesse período, quase o dobro da taxa de desemprego total.
Os jovens dos 15 aos 29 anos têm rendimentos do trabalho inferiores à média nacional e essa diferença tem aumentado.

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A taxa de desemprego estimada para o 2º trimestre de 2014 foi 13,9% – 2.º Trimestre de 2014

A taxa de desemprego estimada para o 2º trimestre de 2014 foi 13,9%. Este valor é inferior em 2,5 pontos percentuais (p.p.) ao do trimestre homólogo de 2013 e em 1,2 p.p. ao do trimestre anterior.
A população desempregada foi de 728,9 mil pessoas, o que representa uma diminuição homóloga de 15,9% e uma diminuição trimestral de 7,5% (menos 137,4 mil e menos 59,2 mil pessoas, respetivamente).
A população empregada foi de 4 514,6 mil pessoas, o que corresponde a um aumento homólogo e trimestral de 2,0% (mais 90,0 mil e 87,7 mil pessoas, respetivamente).
A taxa de atividade da população em idade ativa situou-se em 59,0%, menos 0,3 p.p. do que no trimestre homólogo e mais 0,3 p.p. do que no trimestre anterior.

Em relação ao trimestre anterior, e também à semelhança do verificado globalmente para Portugal, a taxa de desemprego diminuiu em todas as regiões.
Os maiores decréscimos ocorreram no Algarve (4,8 p.p.), no Alentejo e na Região Autónoma dos Açores (2,0 p.p., em ambos os casos) e em Lisboa (1,3 p.p.).
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Índice de Preços no Consumidor apresentou variação homóloga negativa pelo quinto mês consecutivo – Junho de 2014

Em junho, o indicador de confiança dos consumidores da Área Euro (AE) aumentou, tendo o indicador de sentimento económico diminuído ligeiramente.
Em Portugal, o indicador de atividade económica estabilizou em maio, embora a informação proveniente dos Indicadores de Curto Prazo (ICP) tenha revelado um comportamento mais negativo em alguns setores de atividade, em particular na indústria e nos serviços. O indicador de clima económico, já disponível para o mês de junho, aumentou, fixando o valor mais elevado desde setembro de 2008. O indicador quantitativo do consumo privado apresentou um crescimento homólogo ligeiramente menos expressivo em maio, refletindo a redução do contributo positivo da componente de consumo corrente. No mesmo mês, o indicador de FBCF registou uma diminuição menos acentuada, devido ao contributo negativo menos significativo da componente de construção. Relativamente ao comércio internacional de bens, em termos nominais, as exportações e importações apresentaram variações homólogas de -3,3% e -0,8% em maio (-0,9% e 0,1% no mês anterior), respetivamente.
O Índice de Preços no Consumidor (IPC) apresentou uma variação homóloga mensal de -0,4% em maio e junho
(-0,1% em abril). No último mês, observaram-se taxas de -1,1% na componente de bens (-1,2% em maio) e de 0,5% na de serviços, menos 0,2 pontos percentuais (p.p.) que no mês anterior. A taxa de variação homóloga mensal do Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) terá sido inferior em 0,7 p.p. à estimada para a AE em junho (inferior em 0,8 p.p. em abril e maio).

Dormidas e proveitos mantêm crescimento mas com desaceleração – Maio de 2014

A hotelaria registou 4,4 milhões de dormidas em maio de 2014, representando um acréscimo de 12,3%, inferior ao de abril (+25,4%), mês cujo resultado foi influenciado pelo efeito do calendário da Páscoa. As dormidas de residentes aumentaram 16,1% (+36,9% em abril) e as dos não residentes 11,1% (+21,3% em abril).
Os proveitos aumentaram em percentagem superior às dormidas (+18,9% para os proveitos totais e +19,7% para os de aposento), crescimentos um pouco menores que os observados no mês anterior (+20,2% e +20,4%, respetivamente).
Estes resultados estão em parte associados à realização de alguns eventos internacionais, mas também a promoções e programas turísticos específicos com reflexos na procura por parte de residentes e não residentes.

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Valor médio de avaliação bancária aumentou ligeiramente – Maio de 2014

O valor médio de avaliação bancária do total do País foi de 995 euros/m2 em maio, a que correspondeu um aumento de 0,5% face ao mês anterior. Em termos homólogos, o valor médio de avaliação diminuiu 0,1% (variação de 0,6% no mês anterior). Na Área Metropolitana de Lisboa a variação em cadeia situou-se em 1,4%, para um valor médio de avaliação de 1182 euros/m2, enquanto na do Porto o valor médio de avaliação se manteve inalterado face ao observado em abril.

Taxa de juro aumentou e prestação mensal média vencida manteve-se inalterada – Maio de 2014

A taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação situou-se, em maio, em 1,472%, apresentando um aumento de 0,007 pontos percentuais (p.p.) comparativamente com a taxa observada no mês anterior. A prestação média vencida para a globalidade dos contratos fixou-se em 260 euros pelo segundo mês.
Nos contratos celebrados nos últimos 3 meses, a taxa de juro implícita diminuiu 0,056 p.p. relativamente à taxa observada em abril, tendo-se fixado, em maio, em 3,180%.

Taxa de variação homóloga do IPC situou-se em -0,4% – Maio de 2014

Em maio de 2014, a variação homóloga do IPC situou-se em -0,4%, taxa inferior em 0,3 pontos percentuais (p.p.) à observada no mês anterior. O indicador de inflação subjacente, medido pelo índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos, registou uma taxa de variação homóloga nula, comparativamente com a taxa de 0,1% verificada no mês anterior. O IPC apresentou uma variação mensal de -0,1% (0,2% em abril de 2014 e em maio de 2013). A variação média dos últimos doze meses diminuiu 0,1 p.p. para 0,1%.
O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português registou uma taxa de variação homóloga de -0,3% (-0,1% em abril de 2014), inferior em 0,8 p.p. à estimada pelo Eurostat para a área do Euro, à semelhança do observado no mês anterior. A taxa de variação mensal do IHPC situou-se em 0,1% e a taxa de variação média dos últimos doze meses foi 0,2%.

Comércio Internacional de bens: as exportações diminuíram 0,8% e as importações 0,1% – Abril de 2014

As exportações de bens diminuíram 0,8% e as importações de bens 0,1% no trimestre terminado em abril de 2014, face ao período homólogo (+1,5% e +5,5% respetivamente no 1º trimestre de 2014). O défice da balança comercial aumentou 81,3 milhões de euros e a taxa de cobertura diminuiu 0,6 pontos percentuais (p.p.) para 84,1%.
Em abril de 2014, as exportações de bens diminuíram 4,9% e as importações de bens 6,6% face ao mês homólogo (respetivamente -1,3% e +1,4% em março de 2014).
Este Destaque integra informação desenvolvida sobre as Exportações de Calçado no período 2008-2013, as quais registaram um dinamismo superior à média.

Europeias 2014 Última Atualização: 25 de maio 2014 | 23:40

Europeias 2014
Última Atualização: 25 de maio 2014 | 23:40
PS 31,45%
PPD/PSD.CDS-PP 27,70%
PCP-PEV 12,68%
MPT 7,15%
B.E. 4,56%

Açores
PS 41,30%
PPD/PSD.CDS-PP 29,62%
MPT 5,16%
PCP-PEV 3,87%
B.E. 3,68%
L 1,43%
PDA 1,38%
PAN 1,25%
PCTP/MRPP 1,05%

Abstenção 80.26%
Não votaram:182.099

Açores: Previsão para Domingo, 25 Maio 2014

GRUPO OCIDENTAL
Céu geralmente muito nublado.
Possibilidade de neblinas.
Períodos de chuva fraca ou chuvisco em especial durante a tarde.
Vento sudoeste moderado (20/30 km/h), rodando para oeste.
GRUPO CENTRAL
Períodos de céu muito nublado com boas abertas, tornando-se
encoberto
para a noite.
Períodos de chuva fraca ou chuvisco para a noite.
Vento fraco (05/10 km/h), tornando-se sudoeste bonançoso (10/20
km/h).
GRUPO ORIENTAL
Períodos de céu muito nublado com boas abertas.
Aguaceiros fracos na madrugada.
Vento norte fraco a bonançoso (05/20 km/h), rodando para oeste
durante a
noite.
ESTADO DO MAR
GRUPO OCIDENTAL:
Mar cavado.
Ondas nordeste de 1 a 1,5 metros, passando a noroeste.
Temperatura da água do mar: 17ºC
GRUPO CENTRAL:
Mar encrespado tornando-se pequena vaga.
Ondas nordeste de 1 a 1,5 metros.
Temperatura da água do mar: 17ºC
GRUPO ORIENTAL:
Mar encrespado a de pequena vaga.
Ondas nordeste de 1 a 2 metros.
Temperatura da água do mar: 18ºC

Açores: Previsão para Sábado, 24 Maio 2014

GRUPO OCIDENTAL Períodos de céu muito nublado com boas abertas.
Vento fraco (05/10 km/h).
GRUPO CENTRAL Períodos de céu muito nublado com boas abertas.
Aguaceiros fracos e pouco frequentes na madrugada.
Vento norte fraco a bonançoso (05/20 km/h).
GRUPO ORIENTAL Períodos de céu muito nublado com abertas.
Aguaceiros fracos e pouco frequentes na madrugada.
Vento norte fraco a bonançoso (05/20 km/h).
ESTADO DO MAR GRUPO OCIDENTAL:
Mar encrespado.
Ondas nordeste de 1 a 1,5 metros.
Temperatura da água do mar: 17ºC
GRUPO CENTRAL:
Mar encrespado a de pequena vaga.
Ondas norte de 1 a 1,5 metros, passando a nordeste.
Temperatura da água do mar: 17ºC
GRUPO ORIENTAL:
Mar encrespado a de pequena vaga.
Ondas norte de 1 metro, passando a nordeste.
Temperatura da água do mar: 18ºC
TEMPERATURAS MÍNIMAS E MÁXIMAS PREVISTAS: Santa Cruz das Flores: 14
/ 19ºC
Horta: 14 / 19ºC
Angra do Heroísmo: 13 / 19ºC
Ponta Delgada: 15 / 19ºC

Dormidas em março de 2014

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Carga fiscal passou de 32,4% do PIB em 2012 para 34,9% em 2013 – 2013 15 de maio de 2014

Em 2013, a carga fiscal aumentou 8,1%, após a diminuição observada em 2012, o que correspondeu a cerca de 34,9% do PIB (32,4% no ano anterior). Este aumento da carga fiscal deveu-se em larga medida ao crescimento dos impostos diretos (25,7%), tendo os impostos indiretos estagnado e as contribuições sociais aumentado 2,3%.
Ao nível dos impostos diretos, registou-se um acréscimo de 34,3% no imposto sobre o rendimento de pessoas singulares (IRS) e de 21,6% no imposto sobre o rendimento de pessoas coletivas (IRC).
No seu conjunto, os impostos indiretos apresentaram uma variação nula em 2013 (variação de -4,3% no ano anterior). O imposto sobre o valor acrescentado (IVA), que representa cerca de 60% deste tipo de impostos, registou uma variação de -2,0%. Pelo contrário, a receita com o imposto municipal sobre imóveis (IMI) aumentou 8,6%, refletindo sobretudo o efeito da avaliação geral de prédios urbanos.
As contribuições sociais efetivas aumentaram 2,3% em 2013 (diminuição de 6,7% em 2012). Este resultado terá sido influenciado em grande medida pelo aumento da remuneração média (3,3%), uma vez que o emprego diminuiu.
De acordo com a informação disponível, em 2012, Portugal continuava a apresentar uma carga fiscal inferior à média da União Europeia (32,4% face ao valor de 39,7% da UE28).

Taxa de variação homóloga do IPC situou-se em -0,1% – Abril de 2014

Em abril de 2014, a variação homóloga do IPC situou-se em -0,1%, taxa superior em 0,3 pontos percentuais (p.p.) à observada no mês anterior. O indicador de inflação subjacente, medido pelo índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos, registou uma taxa de variação homóloga de 0,1%, superior em 0,3 p.p. à verificada no mês anterior. O IPC apresentou uma variação mensal de 0,2% (1,4% em março de 2014 e 0,0% em abril de 2013). A variação média dos últimos doze meses manteve-se em 0,2%. A classe dos transportes, que foi a que mais contribuiu para a variação homóloga menos negativa do IPC em abril comparativamente com o mês anterior, é analisada em mais detalhe neste Destaque.
O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português registou uma taxa de variação homóloga de -0,1% (-0,4% em março de 2014), inferior em 0,8 p.p. à estimada pelo Eurostat para a área do Euro (inferior em 0,9 p.p. no mês anterior). A taxa de variação mensal do IHPC situou-se em 0,3% e a taxa de variação média dos últimos doze meses foi 0,3%. Refira-se que o IHPC em Portugal tem apresentado, nos últimos meses, variações homólogas próximas das verificadas em Espanha.

SATA Rallye Açores 2014 – Portas do Mar 13 Maio 2014

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Lista de Inscritos do ERC SATA Rallye Açores 2014

Lista de Inscritos do ERC SATA Rallye Açores 2014

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Governo apresenta nova Política de Incentivos 2014-2020 focada na criação de emprego e de riqueza

O Presidente do Governo apresentou hoje a nova política de Incentivos para o período de 2014-2020, que se assume, ao longo dos próximos sete anos, como fator estruturante de dinamização da atividade económica e empresarial, no incremento do investimento privado e no desenvolvimento regional.

Designado Competir+, este novo Sistema de Incentivos apresenta um âmbito de intervenção mais vasto do que os sistemas de incentivos de anteriores quadros comunitários e encontra-se estruturado em sete subsistemas, anunciou Vasco Cordeiro em conferência de imprensa, acompanhado do Vice-Presidente.

Segundo disse, na atribuição dos apoios será conferida a maior prioridade e intensidade de apoio às empresas que desempenham um papel fundamental na criação de emprego e de riqueza e às unidades de produção que melhor otimizem a utilização dos recursos endógenos da Região.

Com o objetivo de um crescimento equilibrado e sustentável dos Açores como um todo, o Competir+ prevê, também, a possibilidade de majorações não apenas por ilhas, mas também por concelhos, focando ainda mais, do ponto de vista geográfico, a intervenção deste tipo de instrumentos de promoção do investimento e da criação de emprego.

Segundo Vasco Cordeiro, o Subsistema de Incentivos para o Fomento da Base Económica de Exportação está direcionado para projetos dirigidos à produção de bens transacionáveis, inseridos em cadeias de valor associadas a recursos endógenos, a serviços de valor acrescentado e ao turismo, que corporizam as três grandes áreas temáticas de especialização prioritárias para o desenvolvimento dos Açores: o setor agroalimentar, o turismo e a economia do Mar, considerando-se, ainda, outras vertentes como a da indústria transformadora, a importância da economia digital e da logística.

“O fomento das exportações é um objetivo que consideramos estratégico e, por isso, esta linha de incentivos prevê um leque de despesas elegíveis amplo e que cobre todas as necessidades possíveis de inserir em projetos dirigidos ao alargamento da base económica de exportação”, adiantou Vasco Cordeiro, ao anunciar que foi possível estender os apoios a áreas até agora interditadas, como é o caso dos apoios que envolvam inovação no âmbito da transformação e comercialização de produtos do sector agrícola, pescas, e florestais, com investimento superior a quatro milhões de euros.

No setor do turismo, o novo Sistema de Incentivos, a par de outras preocupações estratégicas, vai privilegiar a requalificação e adaptação da oferta à procura que os Açores querem atrair, considerando a estratégia definida para o setor.

O Presidente do Governo adiantou, ainda, que vai ser criado o Subsistema de Incentivos para a Internacionalização, com apoios que visam reforçar o comércio intrarregional e as competências de exportação, favorecendo a penetração e posicionamento das empresas açorianas no mercado global, numa lógica de transversalidade a todos os setores de atividade e numa lógica de compensação dos custos adicionais decorrentes da condição ultraperiférica dos Açores.

Pela primeira vez, vai ser operacionalizada uma linha de apoio ao Urbanismo Sustentável Integrado, que assentará numa lógica de cooperação entre as empresas, as associações empresariais e as autarquias, e que visa a dinamização da atividade empresarial e a revitalização dos espaços urbanos em que a mesma se desenvolve.

A Qualificação e Inovação constituem o objeto de outro Subsistema de Incentivos, salientou Vasco Cordeiro, ao adiantar que o Governo dos Açores, em paralelo com o fomento das exportações, e até complementar a este objetivo, considera a inovação um fator essencial para o processo de crescimento económico que quer conferir à economia açoriana.

“Gostaria, a este propósito, de deixar uma mensagem de estímulo à cooperação entre as empresas e a Universidade dos Açores, através dos seus diversos centros de investigação”, disse.

Na conferência de imprensa, o Presidente do Governo assegurou, por outro lado, que o Empreendedorismo continua a ser uma prioridade regional, pelo que o novo sistema de incentivos inclui, também, uma linha de apoio ao empreendedorismo qualificado e criativo, através da qual se estimula a criação de empresas que contribuam para a diversificação e regeneração do tecido empresarial.

Relativamente ao Subsistema de Apoio ao Desenvolvimento Local, Vasco Cordeiro adiantou que, através destes apoios, serão criados incentivos à modernização e expansão da capacidade produtiva de setores tradicionais, que permitam o reforço do mercado interno e a dinamização da capacidade produtiva regional de uma forma mais eficiente e com ganhos de produtividade.

Anunciou também que o Governo decidiu criar o Subsistema de Apoio à Eficiência Empresarial, complementar a todos os outros, que vai incidir em duas vertentes: uma dirigida às denominadas ações coletivas e, uma outra, à constituição de “clusters” em determinados setores estratégicos. Em ambas as vertentes procura-se promover a articulação entre os diversos atores que podem aportar competências para a melhoria das condições envolventes à atividade económica, beneficiando todas as empresas e proporcionando as vantagens competitivas que lhes possibilitem competir a nível internacional nas suas estratégias de exportação.

“O Governo dos Açores está convicto que é possível termos este Sistema de Incentivos operacional, no que às competências da Região diz respeito, a partir de Julho do presente ano”, referiu Vasco Cordeiro.

Relativamente ao processo de concertação, após uma fase inicial em que os parceiros sociais deste sector foram auscultados, o Governo vai apresentar-lhes o resultado deste trabalho, bem como os partidos políticos, no âmbito da discussão e votação da proposta de Decreto Legislativo Regional sobre esta matéria a apresentar à Assembleia Legislativa da Região.

Lagoa 26 abril 2014

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