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Número de desempregados inscritos nos Açores volta a baixar em julho e é o mais baixo dos últimos 34 meses

O mais recente boletim do Instituto do Emprego e Formação Profissional, do Governo da República, revela que o número de desempregados inscritos nos centros de emprego dos Açores voltou a baixar em julho.

“Os Açores registaram, no final de julho, o mais baixo número de desempregados inscritos dos últimos 34 meses”, salientou, a propósito, o Vice-Presidente do Governo Regional.

Sérgio Ávila precisou que “desde outubro de 2012 que não se regista um número tão baixo de desempregados inscritos na Região”, acrescentando ter sido possível “reduzir sete por cento o número de desempregados inscritos, face ao mesmo período do ano anterior, e registar um decréscimo de três por cento face ao mês de junho.”

“Isto quer dizer que temos vindo a consolidar uma estratégia de crescimento do emprego e de redução sustentável do desemprego”, frisou Sérgio Ávila.

O Vice-Presidente do Governo destacou ainda que, “de acordo com os dados também recentemente revelados pelo INE, o crescimento do emprego na Região no último trimestre foi de cerca de seis por cento, o que é valor mais elevado desde 2001, ou seja, a taxa de crescimento do emprego mais alta dos últimos 14 anos.”

Sérgio Ávila afirmou que, apesar de se estar perante a confirmação da estratégia de “dinamização do emprego para reduzir o desemprego”, o Governo vai “reforçar a atenção para aqueles Açorianos que ainda estão desempregados”, de forma a que possam ser atingidos por “esta boa realidade dos que conseguiram obter emprego ao longo dos últimos tempos.”

“São os desempregados que ainda existem nos Açores a prioridade da nossa política, na certeza de que o caminho que temos seguido, de redução consistente e consolidada do desemprego, permitirá, com certeza, encontrar uma resposta para aqueles que ainda não a têm”, afirmou o Vice-Presidente do Governo.
GaCS/CT

Número de desempregados inscritos nos Açores volta a baixar em junho e é o menor dos últimos 31 meses

O número de desempregados inscritos nos centros de emprego dos Açores voltou a baixar em junho, segundo revela o boletim do Instituto do Emprego e Formação Profissional, do Governo da República.

A descida contínua do número de desempregados inscritos nos Açores é para o Vice-Presidente do Governo, Sérgio Ávila, “a confirmação da evolução muito positiva de criação de emprego e de redução do desemprego”.

Relativamente a junho de 2014, a Região Autónoma dos Açores baixou em 10,3% o número de desempregados inscritos, passando de 12.523 desempregados inscritos para 11.231, em junho de 2015, registando um valor abaixo da média nacional.

“A cada mês que passa”, acrescentou Sérgio Ávila, “o número de desempregados tem vindo sempre a diminuir desde há 31 meses, o que reforça, naturalmente, a tendência de redução estrutural dos desempregados nos Açores.”

O Vice-Presidente frisou que “existe ainda um percurso muito grande para fazer para vencer este desafio”, mas manifestou satisfação pelos resultados que têm vindo a ser alcançados, com o empenho de todos os intervenientes.

“Este é sem dúvida um dado fundamental para que continuemos empenhados a combater o desemprego, promovendo políticas ativas de criação e manutenção de emprego”, disse, acrescentando que, “estamos no caminho certo para continuarmos a encontrar melhores soluções de vida profissional para as pessoas”.

Durante o mês de junho houve um decréscimo no número de desempregados, menos 1,14% em relação a maio de 2015.
GaCS/VPECE

O número de desempregados inscritos nos centros de emprego dos Açores voltou a baixar em abril, segundo revela o mais recente boletim do Instituto do Emprego e Formação Profissional, do Governo da República.

“Os dados reconfirmam a constante e consistente redução que tem vindo a verificar-se”, afirmou o Vice-Presidente do Governo dos Açores, salientando que “o número de desempregados inscritos é o mais baixo dos últimos 28 meses.”

Sérgio Ávila frisou também que, “face aos meses homólogos do ano anterior, o número de desempregados tem vindo sempre a diminuir a cada mês que passa desde o início deste ano, o que reforça a tendência de redução estrutural dos desempregados nos Açores.”

“No final de abril, e segundo o boletim do Instituto do Emprego e Formação Profissional, havia menos 11 por cento de Açorianos desempregados inscritos do que há um ano”, afirmou.

Sérgio Avila salientou ainda que “os dados agora divulgados demonstram que os desempregados inscritos nos Açores são, em termos comparativos, inferiores à média nacional”, sendo que “os Açores registam já neste indicador uma menor incidência de desemprego do que a média nacional.”

“Esta nova redução agora verificada no mês de abril confirma a evolução muito positiva de criação de emprego e de redução do desemprego que tinha sido revelada recentemente pelo Instituto Nacional de Estatística”, disse o Vice-Presidente do Governo, acrescentando que “o boletim do INE demonstrou que os Açores foram, nos últimos 12 meses, a região do país que registou a maior redução na taxa de desemprego e maior crescimento em termos de emprego.”

“Estamos, como sempre estivemos, decididos a tudo fazer para combater o desemprego e promover políticas ativas de criação e manutenção do emprego, sendo estes dados, que felizmente se vão consolidando a cada mês que passa, um sinal de que estamos no caminho certo e um incentivo adicional para prosseguirmos nessa trajetória”, afirmou Sérgio Ávila.

Para o governante, “a meta é a de alargar a todos os Açorianos que ainda estão desempregados a solução encontrada para os que viram resolvida a sua situação no último ano.”
GaCS/CT

Número de desempregados inscritos é o mais baixo dos últimos 25 meses

O Vice-Presidente do Governo revelou, em Ponta Delgada, que o número de desempregados inscritos na Região no final de março era “o mais baixo dos últimos 25 meses”.

“Temos vindo, há 11 meses consecutivos, a baixar o número de desempregados inscritos face ao mês homólogo do ano anterior”, salientou Sérgio Ávila, sublinhando que se trata de um sinal de recuperação da economia.

Sérgio Ávila, que falava terça-feira na sessão de apresentação do procedimento de adesão ao selo da Marca Açores, acentuou que a promoção do emprego passa, exatamente, pela “valorização dos produtos açorianos”, com reflexos positivos na estrutura produtiva regional.

“Penso que conseguiremos, com a Marca Açores, uma marca certificada única, que todos os consumidores, em qualquer parte, possam identificar um produto como sendo dos Açores e associar esse conceito a algo que é certificado pela natureza, que é, sem dúvida, a nossa mais-valia”, afirmou.

Para o Vice-Presidente do Governo, “é importante dizer a todos os Açorianos que consumir produtos dos Açores é estar a dar emprego a Açorianos e que, quando temos a opção de consumir um produto de fora da Região, estamos a contribuir para a criação de emprego fora da Região”.

Daí que, segundo Sérgio Ávila, para além dos efeitos benéficos da Marca Açores dentro da Região, “importa, nos mercados externos, quer seja no continente, quer seja em outros países, que haja uma referência aos Açores como algo certificado pela natureza”.

“Se isso for devidamente associado, passa a identificar uma imagem de qualidade, de garantia e de valorização que irá ajudar, e muito, a que os nossos produtos sejam vendidos com mais valor”, afirmou.

O governante revelou que, embora o processo de adesão ao selo da Marca Açores esteja ainda na fase de arranque, há já 22 empresas que apresentaram candidaturas de produtos, havendo mesmo um produto, a queijada da Graciosa, com o selo já atribuído.

Sérgio Ávila disse também esperar que, no segundo semestre deste ano, possa estar concluída a regulamentação em relação aos serviços, que possuem “outro tipo de incorporação, menos tangível, mas que tem de ser devidamente salvaguardada para que não haja uma utilização abusiva da Marca Açores”.

Nesse sentido, o Governo dos Açores está a preparar legislação que estabelece penalizações e coimas para o uso indevido do selo da Marca Açores, cabendo à Inspeção Regional das Atividades Económicas a fiscalização adequada no arquipélago.

Fora do território regional essa ação fiscalizadora competirá à ASAE, entidade que mantém uma colaboração com o Governo dos Açores que, de resto, permitiu já detetar um caso de publicidade que atribuía, abusivamente, a origem açoriana a um determinado produto.

A esta sessão de apresentação do procedimento de adesão à Marca Açores realizada em Ponta Delgada seguir-se-ão outras, ao longo do primeiro semestre deste ano, em todas as ilhas da Região.

As sessões destinam-se sobretudo a empresários do setor agroalimentar e do artesanato, estando previsto o alargamento da utilização do selo Marca Açores a empresas de serviços no segundo semestre de 2015.

A adesão a este selo de qualidade encontra-se disponível online, no endereço eletrónico http://www.marcaacores.pt, e corresponde, de imediato, a vantagens competitivas como o acesso a campanhas de comunicação e marketing promovidas pela SDEA, entidade coordenadora da marca, pelos diversos departamentos do Governo dos Açores e por entidades parceiras.
GaCS/CT

Açores com menor número de desempregados inscritos dos últimos dois anos

O Vice-Presidente do Governo dos Açores realçou hoje, em Ponta Delgada, os resultados positivos que “a aposta na criação de emprego sustentado” encetada pelo Executivo está a registar na Região.

“O Instituto Nacional de Estatística revelou recentemente que os Açores continuaram a registar um decréscimo da taxa de desemprego no último trimestre, enquanto se verificava um aumento no país”, frisou Sérgio Ávila, que falava na sessão de apresentação do Programa Operacional dos Açores 2020.

O governante salientou ainda que, “na passada sexta-feira, o Governo da República reforçou essa convicção ao anunciar que, em janeiro, os Açores foram a única região do País onde os desempregados inscritos nos centros de emprego voltaram a diminuir”.

Para Sérgio Ávila, os dados revelam que “pelo décimo mês consecutivo se regista nos Açores uma diminuição dos desempregados inscritos e que existiam menos 10 por cento de desempregados do que um ano antes”.

O Vice-Presidente do Governo anunciou, a propósito, que, no mês de fevereiro, “não só mantivemos, como consolidámos esta trajetória de redução dos desempregados”.

“Atualmente, regista-se o menor número de Açorianos desempregados dos últimos 26 meses”, sublinhou Sérgio Ávila, salientando que o Governo dos Açores está a desenvolver um conjunto de medidas consideradas estruturantes do desenvolvimento que pretende para a Região e que, entre outros objetivos, quer reforçar “esta estratégia” de fomento da empregabilidade.
GaCS/CT

Decréscimo de 0,5% de desempregados em relação ao mês anterior nos Açores

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Governo dos Açores reforça apoio à requalificação de licenciados desempregados

O Governo dos Açores assume, pelo segundo ano consecutivo, o apoio às pessoas que se encontram desempregadas no sentido de redirecionarem a sua formação superior de base para outra área de formação e, com isso, aumentarem as hipóteses de integração do mercado de trabalho.

O apoio governamental, enquadrado pelo programa Requalificar, é concedido através do pagamento integral das propinas de mestrados em áreas consideradas de maior empregabilidade entre a oferta formativa da Universidade dos Açores, com a qual o Governo Regional firmou um acordo para o efeito.

O Requalificar não tem caráter obrigatório e a decisão de candidatura ao programa é da responsabilidade dos desempregados, cabendo à Universidade dos Açores o processo de seleção dos candidatos aos vários cursos a apoiar e à Direção Regional do Emprego e Formação Profissional assegurar o pagamento das respetivas propinas.

Uma portaria da Vice-Presidência do Governo hoje publicada no Jornal Oficial identifica as áreas de formação consideradas de baixa empregabilidade, quer pelo número de pessoas inscritas nas Agências de Emprego da Região, quer pelo tempo em que essas pessoas permanecem inscritas em determinada área.

O programa abre a possibilidade de mestrados a licenciados desempregados em áreas como Ambiente, Saúde e Segurança, Ciências Económicas e Empresariais, Gestão do Turismo Internacional e Tradução e Assessoria Linguística, no polo universitário de S. Miguel; Engenharia Agronómica, Engenharia Zootécnica e Tecnologia e Segurança Alimentar, no polo da Terceira; e Estudos Integrados dos Oceanos, no polo do Faial.

Vão estar também disponíveis pós-graduações em Análise de Dados e Gestão de Informação e em Segurança Alimentar e Saúde Pública, no polo universitário de S. Miguel.

Este ano, pela primeira vez, será apoiado um Curso de Especialização Tecnológica em Agropecuária, que decorrerá no polo de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores.

GaCS/CT

Dados de Dezembro de 2013 divulgados pelo IEFP

No final do mês de dezembro de 2013, estavam inscritos como desempregados, nos
Centros de Emprego do Continente e Regiões Autónomas, 690 535 indivíduos, número que representa 75,3% de um total de 917 021 pedidos de emprego.
O volume de desempregados registados no País diminuiu 2,8%, face ao mês homólogo de 2012 (-20 117 desempregados). Em relação ao mês anterior, a variação também foi decrescente (-0,2%; -1 484).
Por tempo de inscrição, os desempregados inscritos há menos de um ano diminuíram
12,0% face a dezembro de 2012, ao contrário dos desempregados de longa duração (tempo de inscrição igual ou superior a um ano) onde é observado um acréscimo de 10,3%.
Os desempregados à procura de um primeiro emprego apresentavam um aumento de
21,0% face ao mês homólogo de 2012, enquanto que os que pretendiam um novo em-
prego decresciam 5,0% em comparação com o mesmo período.
No que respeita ao nível de instrução, a evolução anual do desemprego foi decrescente
para os desempregados que possuíam habilitações entre o 1º ciclo e o secundário, en-
quanto os detentores de habilitações superiores apresentavam uma subida (+5,3%) a
par dos indivíduos sem nenhum nível de instrução (+5,2%).
A nível regional, e comparativamente ao mês de dezembro de 2012, o desemprego diminui na generalidade das regiões, com exceção da Região Autónoma dos Açores
(+15,4%).

IEFP
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O número de desempregados na Região Autónoma dos Açores aumentou 18,1%

O volume de desempregados registados, no total do País, decresceu face ao período homólogo de 2012, com menos 5 770 desempregados(-0,8%). Em relação ao mês anterior, a variação também foi decrescente (-0,4%).
Mantém-se a tendência de subida do desemprego no segmento jovem (+2,2%) quando comparado com o ano anterior.
A nível regional, e comparativamente ao mês de novembro de 2012, observa-se uma tendência de decréscimo do desemprego na generalidade das regiões, com exceção do Norte (+0,5%) e da Região Autónoma dos CapturarAçores (+18,1%).

Governo dos Açores vai reforçar investimento na inserção profissional de desempregados

O Vice-Presidente do Governo dos Açores revelou na Assembleia Legislativa, na Horta, que o Executivo vai investir 12 milhões de euros no programa Recuperar.

Sérgio Ávila acrescentou que a decisão foi tomada em virtude dos bons resultados deste programa de apoio à inserção profissional de pessoas inscritas há mais de quatro meses nas Agências para a Qualificação e Emprego que se encontrem numa situação de desemprego e tenham, entretanto, perdido o respetivo subsídio, deixando de auferir qualquer tipo de remuneração.

O governante falava no Parlamento no decorrer dos debates suscitados pela apresentação, por parte do PSD, de um projeto de decreto legislativo que previa medidas complementares ao subsídio de desemprego.

O Vice-Presidente do Governo saudou “o espírito subjacente” à apresentação do projeto, mas chamou a atenção para o facto de estar já em execução, desde o passado mês de fevereiro, um programa que “coincide exatamente” com a medida proposta.

Para Sérgio Ávila, “há sobre esta matéria uma sintonia absoluta entre o Governo dos Açores e o PSD”, no sentido de serem tomadas medidas para “resolver o problema dos desempregados que deixaram de receber subsídio de desemprego e ficaram sem rendimento e que são cerca de 80 por cento dos desempregados inscritos nos centros de emprego.”

“Posso dizer que, neste momento, estão já 755 açorianos a beneficiar desta medida”, revelou, acrescentando que, apesar dos bons resultados, a medida “não é perfeita”, pelo que, proximamente, vão ser-lhe introduzidos ajustamentos.

Essas alterações visam permitir que o Recuperar deixe de ser um programa ocupacional e passe a ser “um contrato que salvaguarde os direitos das pessoas que exercem a atividade, designadamente através da obrigatoriedade do desconto para a Segurança Social, para que esse tempo seja um tempo efetivo de trabalho e corresponda a um conjunto de direitos sociais e contagem de temo de serviço.”

Por outro lado, Sérgio Ávila chamou a atenção para o “efeito multiplicador muito grande” deste tipo de programas, “se forem financiados e enquadrados no âmbito da política do Fundo Social Europeu”, o que permitirá “com o mesmo investimento, beneficiar nove vezes mais pessoas”.

Face à importância e ao sucesso do Recuperar, o compromisso do Governo, adiantou o Vice-Presidente, é o de “fazer um investimento de 12 milhões de euros na execução deste programa, alavancando a sua importância no desenvolvimento da capacidade e empregabilidade dos açorianos, no apoio às Instituições Particulares de Solidariedade Social, desportivas, recreativas e culturais e à administração local, que podem beneficiar deste programa e assim criar também condições para que o programa beneficie mais açorianos e tenha mais sucesso do que aquele que já tem neste momento.”

No decorrer do debate, Sérgio Ávila manifestou o propósito governamental de continuar a associar os apoios concedidos a uma exigência de uma contrapartida, “assegurando, por um lado, um complemento de rendimento ao subsídio de desemprego, mas tendo como contrapartida a prestação de serviço em contexto laboral”.

Para o Vice-Presidente, “é a solução mais correta, pois dá também uma perspetiva de formação e de qualificação profissional adicionais.”

Sérgio Ávila frisou, a propósito, que cerca de 70 por cento das pessoas inscritas nos centros de emprego tem como habilitações literárias menos do que o 9.º ano, um “problema estrutural associado ao desemprego” contra o qual têm sido criados programas como o de Aquisição Básica de Competências (ABC) e o Reativar.

O objetivo tem sido, e é, o de “proporcionar às pessoas qualificação académica para reforçar a sua empregabilidade”, afirmou.

GaCS/CT

Sérgio Ávila diz que desempregados não são arma de arremesso político e apela à união para combater o desemprego

O Vice-Presidente do Governo dos Açores reafirmou hoje, na Horta, que, para o Executivo regional, “os açorianos desempregados não são números, são pessoas que merecem uma resposta eficaz e clara”.

Sérgio Ávila, que falava na Assembleia Legislativa durante o debate suscitado por uma declaração política sobre o desemprego, reiterou que o Governo dos Açores tem nos desempregados a sua maior preocupação e na promoção do emprego a sua maior prioridade.

“Os desempregados açorianos não são estatísticas, são vidas a que urge dar sentido; não são arma de arremesso, mas famílias que merecem ter um futuro melhor e cujos sonhos urge concretizar”, afirmou.

Nesse sentido, apelou à união de “todos os esforços e todas as propostas para dar resposta a este desafio”, convocando para o efeito “todos os açorianos e todas as instituições”.

Sérgio Ávila frisou que o Governo Regional continuará a “fazer tudo para dar uma resposta a cada uma das famílias que sentem o drama do desemprego”, mas assegurou que não o fará “identificando responsabilidades de outros”.

“Não é esse o discurso que interessa aos açorianos”, afirmou, acrescentando que, mais do que saber de quem é a culpa, “o que interessa é saber quem está do lado da solução”.

O Vice-Presidente do Governo Regional frisou que o Executivo “humildemente assume que pode ter errado quando procurava não errar e que pode não ter feito tudo quanto pretendia”, mas deixou a certeza de que o Governo tudo fará para dar uma resposta nessa matéria.

“E faremos mais e melhor se tivermos o contributo de todos”, disse, acrescentando que “todos seremos poucos para enfrentar este problema, que é um problema nos Açores, um problema nacional, um problema na Europa”.

“Temos o nosso caminho traçado, a nossa estratégia definida e as nossas medidas executadas e implementadas, mas também temos a consciência de que, com o contributo ativo de todos, poderemos fazer ainda mais e melhor”, salientou.

“Para dar uma resposta aos açorianos, contem com o Governo”, afirmou Sérgio Ávila, sublinhando que o Executivo tem a “humildade de identificar que este é o principal problema dos Açores”, mas também tem “a humildade necessária para poder acolher todas as propostas que nos possam ajudar a dar uma resposta a todos os açorianos que merecem ter essa resposta”.

O Vice-Presidente afirmou ainda que “quem, nesta matéria, apenas tenta dividir, terá como nossa resposta o silêncio”, mas “quem pretender unir, terá como nossa resposta a colaboração franca e positiva”.

GaCS/CT

O número de desempregados inscritos nos centros de emprego em Setembro ascendeu às 697.296 pessoas, um aumento de 2% em termos homólogos e de 0,3% face a Agosto

O volume de desempregados registados, no total do País, aumentou 2,0% (+13 739) quando comparado com igual período do ano anterior. Em relação ao mês anterior, a variação foi igualmente crescente, com mais 0,3% de desempregados (2 231).
O volume de desempregados registados, no total do País, aumentou 2,0% (+13 739) quando comparado com igual período do ano anterior. Em relação ao mês anterior, a variação foi igualmente crescente, com mais 0,3% de desempregados (2 231).Capturar

Número de desempregados inscritos nos Açores desceu pelo quarto mês consecutivo

O Vice-Presidente do Governo dos Açores considerou “particularmente relevante” que, a 31 de agosto passado, menos 1.389 açorianos se encontrassem inscritos nos centros de emprego da região em relação a abril, registando-se uma diminuição de inscritos pelo 4º mês consecutivo.

Sérgio Ávila, que reagia aos mais recentes dados divulgados pelo Governo da República sobre o desemprego no país, considerou que “os números confirmam a tendência que se tem vindo a verificar nos últimos meses” de diminuição, nos Açores, dos inscritos nos centros de emprego.

Para o governante, isso é “ainda mais importante quando, a nível nacional, e infelizmente, manteve-se no mês de agosto o crescimento do número de desempregados.”

Sérgio Ávila salientou, no entanto, que “apesar da satisfação com estes resultados, que confirmam as nossas perspetivas em termos de implementação da Agenda Açoriana para a Criação de Emprego e Competitividade Empresarial”, é necessário “olhar para estes dados com serenidade, com cautela e sem excesso de otimismo”.

Nesse sentido, apesar de realçar que o registo, pelo quarto mês consecutivo, de descidas no número de desempregados inscritos “é uma boa notícia”, o Vice-Presidente fez notar que “existe ainda muito trabalho para fazer, existem ainda muitos açorianos que não têm trabalho”.

“Estes dados animam-nos para continuarmos o trabalho, dão-nos confiança de que estamos no caminho e no rumo certos, afirmou.

Sérgio Ávila frisou, no entanto, que cada um dos 1.389 açorianos que nos últimos quatro meses conseguiram melhorar a sua situação laboral confere ao Governo Regional “força para que os 11.600 açorianos que ainda estão inscritos nos centros de emprego possam, no futuro próximo, ter uma solução para a sua vida profissional como tiveram, nos últimos quatro meses, estes 1.389 açorianos”.

GaCS/CT

Ângelo Correia considera que o partido não se preparou para ser Governo e qualifica de “injustificável” a frase do primeiro-ministro Passos Coelho – “já alguém perguntou aos 900 mil desempregados de que lhes valeu a Constituição até hoje?”

“O antigo dirigente do PSD Ângelo Correia considera que o partido não se preparou para ser Governo e qualifica de “injustificável” a frase do primeiro-ministro Passos Coelho – “já alguém perguntou aos 900 mil desempregados de que lhes valeu a Constituição até hoje?” – proferida no discurso da Universidade de Verão do PSD no fim-de-semana passado.”

Menos 1.193 desempregados inscritos nos centros de emprego dos Açores nos últimos três meses

O número de desempregados inscritos nos centros de emprego dos Açores voltou a baixar pelo terceiro mês consecutivo, de acordo com os dados agora divulgados pelo Governo da República, havendo, no último dia de julho, menos 1.193 desempregados do que no final do mês de abril.

O Vice-Presidente do Governo dos Açores, num comentário a estes dados, considerou que a sucessiva redução do número de desempregados na Região constitui “uma notícia animadora para os Açores e para os Açorianos e um estímulo para o prosseguimento da luta contra o desemprego”.

“Temos ainda muitos desempregados, mas os 1.193 Açorianos que, nos últimos três meses, deixaram de estar nessa situação dão-nos ânimo para tudo fazer no sentido de que os 11.836 que ainda estão inscritos nos centros de emprego possam, no futuro próximo, ter também uma solução satisfatória para a sua atividade profissional”, afirmou Sérgio Ávila.

O Vice-Presidente realçou o facto de, nos últimos três meses, ter sido possível “reduzir consecutivamente o número de desempregados”, mas assegurou que existe “a consciência do muito trabalho ainda a fazer, o que aconselha precaução na leitura destes dados, apesar das estatísticas parecerem indicar que estamos no caminho certo”.

“A satisfação de vermos um número crescente de Açorianos terem a alegria de conseguir o seu posto de trabalho dá-nos ânimo para prosseguir, sem descanso, na aplicação das medidas preconizadas na Agenda Açoriana para a Criação de Emprego e Competitividade Empresarial”, afirmou.

“Ao ser reduzido o desemprego, num ritmo que registamos com agrado, mas sem euforia, é a sustentabilidade dos orçamentos familiares que se reforça, é a viabilidade das empresas que se garante e é a economia açoriana que vai retomando o seu ritmo de desenvolvimento”, acentuou Sérgio Ávila.

GaCS/CT

Mais de 12 mil casais tinham, no final de junho, ambos os cônjuges desempregados

Mais de 12 mil casais tinham, no final de junho, ambos os cônjuges desempregados, o que representa um aumento de 45% face ao mesmo mês do ano passado.

Governo quer proporcionar a escolaridade obrigatória a todos os desempregados

O Governo dos Açores está empenhado em proporcionar a todos os desempregados, inscritos nas agências de emprego da Região, a escolaridade obrigatória e isso está prestes a ser conseguido no caso de Angra do Heroísmo.

A afirmação é do Vice-Presidente do Governo Regional, Sérgio Ávila, que falava na cerimónia de entrega de diplomas do 2.º ciclo aos formandos que concluíram os cursos de Aquisição Básica de Conhecimentos.

Estes cursos de formação, com a duração de 300 horas, destinam-se a adultos inscritos nas Agências para a Qualificação e o Emprego, que não possuam o 4.º ou o 6.º ano de escolaridade, conforme os casos.

Sérgio Ávila sublinhou a importância desta certificação académica para aumentar o grau de empregabilidade e elogiou os responsáveis e docentes da rede “Valorizar” pelo “excelente trabalho” desenvolvido nesta formação.

“Pela nossa parte, nós estamos muito satisfeitos com o bom desenvolvimento destes cursos, inseridos na filosofia que subjaz a toda a nossa Agenda Açoriana para a Criação de Emprego e Competitividade Empresarial, ou seja, a de fazer dela um instrumento fundamental na implementação das políticas do Governo Regional na promoção do emprego nos Açores”, afirmou o Vice-Presidente.

No entanto lembrou aos formandos que este “é um passo importante” mas que não resolve os problemas de imediato só por si, sendo necessário continuar “este esforço conjunto” no desafio “de aumentar a empregabilidade dos açorianos o que, em conjunto, tenho a certeza que vamos conseguir”, sublinhou.

“Haverá dias em que a esperança parece amolecer, outros em que parece que não conseguimos, mas cada um de vós sabe, como todos nós sabemos, que tudo vale a pena, se a alma não é pequena, como dizia o poeta”, enfatizou Sérgio Ávila, acrescentando que “a alma deste povo a que pertencemos é não só tão grande como o nosso arquipélago, como é sobretudo, corajosa, lutadora e orgulhosa”.

Em 2013, os cursos de Aquisição Básica de Conhecimentos abrangeram as ilhas de São Miguel, Terceira, Faial e Pico, durante o 1º semestre, enquanto que para o 2º semestre estão previstos realizarem-se nas ilhas de São Miguel, Terceira, Faial, Pico, São Jorge, Santa Maria e Flores.

GaCS/FA

Desemprego sobe 6,8% face a Junho de 2012 e desce 1,9% face a Maio

No final do mês de junho de 2013, estavam inscritos como desempregados, nos Centros de Emprego do Continente e Regiões Autónomas, 689 933 indivíduos, o que corresponde a 78,3% de um total de 881 277 pedidos de emprego.
O volume de desempregados registados, no total do País, aumentou 6,8% (+43 978 inscritos) face ao mês homólogo. Em relação ao mês anterior a variação foi de -1,9% (menos 13 272 desempregados inscritos). Captura de ecra de 2013-07-13 13:44:22

Captura de ecra de 2013-07-13 13:45:38

Número de desempregados inscritos nos Açores baixou

Captura de ecra de 2013-07-03 22:30:29Número de desempregados inscritos nos Açores baixou.

Número de desempregados inscritos nos Açores baixa pelo segundo mês consecutivo

O Vice-Presidente do Governo dos Açores considerou ser “uma boa notícia, que nos anima”, a diminuição, em junho, pelo segundo mês consecutivo, do número de desempregados inscritos nos centros de emprego da Região, em relação ao mês anterior.

Sérgio Ávila, salientando estar a confirmar-se a tendência verificada em maio, quando o número de desempregados inscritos nos Açores foi menor do que no mês anterior, acrescentou que, “embora da forma cautelosa aconselhada pela difícil conjuntura nacional que atravessamos, temos motivos para renovar a esperança na retoma do nosso desenvolvimento”.

O governante advertiu, no entanto, para a necessidade de “prosseguir, sem descanso, no combate ao desemprego e às dificuldades das empresas e das famílias”, concretizando, como o Governo Regional tem vindo a fazer, o “conjunto de medidas que foram criadas com esse objetivo no âmbito da Agenda Açoriana para a Criação de Emprego e Competitividade Empresarial, e que é transversal a todo o setor produtivo dos Açores”.

“Ainda é cedo para um balanço final ao êxito dessas medidas, mas vão surgindo indicadores que nos conferem a certeza de que estamos no bom caminho”, afirmou Sérgio Ávila.

Um desses indicadores, revelou, é o da “progressiva e já muito importante adesão” dos jovens ao programa de empreendedorismo que o Governo Regional criou no sentido de “estimular a criação de novos projetos empresariais e de emprego, e a eficaz implementação das medidas de apoio ao emprego”.

O Vice-Presidente do Governo Regional disse ainda estar “com fundada esperança” na manutenção da tendência de baixa do número de desempregados inscritos nos Açores nos próximos meses, pesem embora os efeitos na Região das “medidas de grande austeridade decididas pelo PSD e pelo CDS-PP na República”.

GaCS/CT

Desemprego em março

No final do mês de março de 2013, estavam inscritos, nos Centros de Emprego do Continente e Regiões Autónomas, 734 448 desempregados, número que corresponde a 81,3% de um total de 902 912 pedidos de emprego.
O número de desempregados registados aumentou 11,0% (+73 045 inscritos) face ao mês homólogo de 2012. Em relação ao mês anterior a variação foi de -0,7% (-5 163 inscritos).

Nos Açores o número de desempregados registados aumentou 0,8% em relação ao mês anterior.
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Instituto do Emprego e Formação Profissional, I.P

Governo dos Açores anuncia programa de apoio à inserção de desempregados sem subsídio

O Vice-Presidente do Governo dos Açores, Sérgio Ávila, anunciou hoje a criação de um programa de inserção profissional destinado a desempregados que não estejam a usufruir do subsídio de desemprego.

A medida pretende apoiar pessoas que, estando numa situação de desemprego, ficaram sem o respetivo subsídio em virtude das restrições recentemente introduzidas pelo Governo da República, designadamente com a diminuição do prazo de vigência desse subsídio.

Sérgio Ávila, salientando que, por esta razão, ao longo de 2013, “muitas famílias iriam ficar sem rendimentos nem apoios”, precisou que o novo programa, intitulado RECUPERAR, “abrangerá as pessoas que se encontrem inscritas nas agências de emprego da região há mais de quatro meses.”

“O programa estará direcionado para os trabalhos de conservação e manutenção das áreas culturais, desportivas, urbanísticas, ambientais e naturais da Região que venham a ser desenvolvidos pelas administrações públicas regional e local, pelas cooperativas e por associações sem fins lucrativos”, afirmou o Vice-Presidente do Governo.

O apoio a atribuir aos destinatários deste programa de natureza ocupacional é igual ao salário mínimo regional, que, conforme revelou Sérgio Ávila, “será majorado em função da qualificação apresentada pelos desempregados.”

Assim, os desempregados com habilitação inferior ao 9.º ano de escolaridade terão direito a um apoio equivalente ao salário mínimo regional, enquanto os de nível de qualificação até ao 12.º ano terão direito a uma majoração equivalente a 1,25 do salário mínimo regional e os desempregados licenciados serão apoiados mensalmente com uma majoração equivalente a 1,5 do salário mínimo regional.

Sérgio Ávila disse ainda que ”os promotores dos projetos candidatáveis ao programa comparticiparão com um montante mensal de 100 euros por cada desempregado”, sendo essa uma forma de também responsabilizar as entidades no objetivo da inserção do trabalhador e, com isso, evitar a utilização, pura e simples, de mão-de-obra barata.

Cada projeto terá a duração de seis meses, devendo as candidaturas ser efetuadas no Portal do Emprego num prazo que será divulgado durante o mês de fevereiro.

GaCS/CT

“Temos de ajudar os desempregados a emigrar”

“Muitos países dentro da União Europeia (UE) vão recuperar mais depressa e a oferta de emprego vai aumentar, sendo preciso ajudar os desempregados a emigrar”.
László Andor, comissário europeu do Emprego

Portugueses vão pagar mais 2,5 mil milhões para compensar receita errada do Governo

“Portugueses vão ter de fazer um esforço acrescido de 2,5 mil milhões de euros, ou mais, para compensar a aplicação de uma receita errada do Governo”.
“não ficamos totalmente esclarecidos em relação ao impacto” da medida que vai constar do Orçamento e que prevê “que metade dos contratos a termo, em cada organismo, terão de ser descontinuados”.

“Não ficamos esclarecidos sobre se a projecção do desemprego de 16,4% incluiu ou não esta nova leva de desempregados”.

“Não ficamos esclarecidos sobre se o Governo pretende ou não – mas nós insistimos muito que o Governo possa fazê-lo – manter uma cláusula de salvaguarda de forma a que os aumentos que possam vir a verificar-se, por correcções de injustiças no IMI, não possam ser aumentos que levem ao esmagamento das famílias e criar problemas sociais muito graves”.
Carlos Zorrinho

Número de desempregados inscritos nos centros de emprego subiu 26,3 em agosto

O número de desempregados inscritos nos centros de emprego subiu 26,3 por cento, para 673.421 pessoas, em agosto, face ao período homólogo, tendo crescido também 2,8 por cento face a julho.

Governo dos Açores vai reencaminhar jovens desempregados para cursos de pós-graduação e mestrado

 

A Secretaria Regional do Trabalho e Solidariedade Social, através da Direção Regional do Trabalho, Qualificação Profissional e Defesa do Consumidor, estabeleceu hoje um protocolo de cooperação com a Universidade dos Açores com vista à recondução de jovens licenciados, inscritos nas Agências de Qualificação e Emprego dos Açores, para cursos de pós-graduação e mestrado naquele estabelecimento de ensino superior.

Segundo Rui Bettencourt, Diretor Regional do Trabalho, Qualificação Profissional e Defesa do Consumidor, o presente protocolo insere-se na política de promoção ativa de emprego, que o Governo dos Açores pretende intensificar através da reconversão de jovens licenciados desempregados para novas áreas de especialização, promovendo-se assim sua empregabilidade.

Rui Bettencourt sublinhou que fruto das medidas implementadas, de que o presente protocolo é exemplo, e segundo os dados divulgados hoje pelo Instituto Nacional de Estatística, existe atualmente na Região mais 2.114 licenciados a trabalhar do que há um ano atrás.

O Diretor Regional disse, ainda, que o objetivo é o de reencaminhar cerca de um terço dos jovens licenciados desempregados inscritos nos serviços públicos de emprego para os cursos de pós-graduação e mestrado da Universidade dos Açores.

A Direção Regional do Trabalho, Qualificação Profissional e Defesa do Consumidor remeterá, assim, para a academia açoriana as candidaturas dos licenciados inscritos nas Agências para a Qualificação e Emprego, que manifestem interesse em frequentar os cursos de pós-graduação e mestrado, e assumirá o pagamento das propinas.

A Universidade dos Açores será responsável pela seleção dos jovens candidatos e pela organização dos cursos, assumindo todas as responsabilidades científicas e administrativas inerentes aos mesmos.

Os jovens serão integrados nos cursos previstos para o ano letivo de 2012-2013, mais concretamente os mestrados em Ambiente, Saúde e Segurança, Ciências Económicas e Empresariais, Tradução e Assessoria Linguística, Gestão de Empresas (MBA) e Sociologia, no polo de Ponta Delgada; Tecnologia e Segurança Alimentar e Engenharia e Gestão de Sistemas de Água, no polo de Angra do Heroísmo.

No que diz respeito à Pós-Graduações estão previstas as de Gestão de Empresas, Análise de Dados e Gestão da Informação, Tecnologias Web e Segurança Alimentar e Saúde Pública, no polo de Ponta Delgada; Energias Renováveis, no polo de Angra do Heroísmo; Enfermagem de Saúde Comunitária e Supervisão Clínica, na Escola Superior de Enfermagem de Ponta Delgada; e Gestão de Unidades de Saúde e Cuidados Paliativos, na Escola Superior de Enfermagem de Angra do Heroísmo.

GaCS/SRTSS

 

O número de casais em que ambos os cônjuges estão registados como desempregados aumentou 70,6% face ao período homólogo de 2011

O número de casais em que ambos os cônjuges estão registados como desempregados aumentou 70,6% face ao período homólogo de 2011

Do total de desempregados casados ou em união de facto, 15.754 (5,1%) têm também registo de que o seu cônjuge está igualmente inscrito como desempregado no Centro de Emprego.

Desde julho de 2011 que se regista um aumento em cadeia do número de desempregados em que ambos os cônjuges estão desempregados, tendo-se registado em abril de 2012 o número mais elevado desde que esta informação é recolhida.

Número de inscritos nos centros de emprego sobe 16%

No final do mês de fevereiro de 2012, estavam inscritos, nos Centros de Emprego do Continente e Regiões Autónomas, 648 018 desempregados que representavam 84,9% do total de pedidos de emprego registados (763 701).
Assistiu-se a um aumento do desemprego registado face ao mês homólogo de 2011 (+16,6%) e ao mês anterior do corrente ano (+1,6%). Deste modo, mantém-se a endência de crescimento do desemprego que se tem verificado nos últimos meses. Em valores absolutos, trata-se de acréscimos correspondentes a 92 471 e 10 356 desempregados, respetivamente.
Instituto do Emprego e Formação Profissional, I.P.

Portugal sobe ao terceiro lugar dos países da OCDE com mais desempregados

A taxa de desemprego em Portugal atingiu um novo máximo em dezembro e é já a terceira mais elevada entre os países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), atingindo os 13,6 por cento.
Lusa

Desempregados vão poder acumular parte do subsídio com salário

Governo propõe que desempregados acumulem até metade do subsídio com um salário
Os desempregados que aceitem uma oferta de trabalho cuja remuneração seja inferior à da sua prestação de subsídio de desemprego terão direito a 50 por cento do subsídio de desemprego durante os primeiros seis meses ou a 25 por cento do subsídio de desemprego durante os seis meses seguintes.

Passos Coelho sugere emigração a professores desempregados

Passos Coelho sugere a professores excedentários a “abandonarem a sua zona de conforto“ e a “procurarem emprego noutro sítio”.

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