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Vasco Cordeiro satisfeito com redução constante da taxa de desemprego nos Açores

O Presidente do Governo dos Açores manifestou hoje satisfação com a consolidação da trajetória descendente da taxa de desemprego na Região, que já é uma das baixas do país, mas frisou que é preciso continuar a trabalhar para que os Açorianos que ainda não conseguiram emprego possam também beneficiar deste clima de recuperação.

“Os números hoje divulgados pelo INE dão conta de que os Açores tiveram, no segundo trimestre deste ano, uma taxa de desemprego de 11,3 por cento. É uma taxa que está abaixo da média do país e, em termos homólogos, os Açores foram a região que registou a maior redução da taxa de desemprego”, afirmou Vasco Cordeiro, em declarações aos jornalistas em Ponta Delgada.

“Hoje estamos com uma taxa de desemprego bastante inferior à que existia quando este Governo tomou posse”, frisou o Presidente do Executivo, acrescentando, no entanto, que este “trajeto animador nunca nos deve fazer esquecer o principal, que são os Açorianos que ainda não conseguiram trabalho e é para esses que devemos dirigir cada vez mais o nosso esforço e é para isso que o Governo está empenhado em trabalhar”.

Vasco Cordeiro frisou que, no espaço de cerca de um ano, a economia açoriana “foi capaz de gerar quase seis mil empregos”, salientando que, em termos trimestrais, desde 1998 que os Açores não registavam uma criação tão acentuada de emprego e, em termos homólogos, isso não acontecia desde 2001.

“Isto dá bem nota de uma capacidade e de um maior dinamismo que a economia açoriana está a ter e que já se vem registando há alguns trimestres. Não é uma situação recente, é uma situação que já tem um histórico”, afirmou, destacando a “consolidação de uma situação de recuperação da nossa economia no que tem a ver com a criação de emprego”.

Nas declarações que prestou aos jornalistas à margem de uma visita às obras de construção do novo Entreposto Frigorífico de Ponta Delgada, Vasco Cordeiro salientou que, apesar da satisfação motivada por estes números, o Governo dos Açores “tem perfeita consciência que não é isso que resolve a vida, sobretudo dos Açorianos que ainda estão à procura de emprego”.

O Presidente do Governo destacou, no entanto, o incentivo que é dado pelo facto de ser “reconhecido que o trajeto que estamos a fazer é um trajeto que está a produzir resultados” e manifestou confiança nos instrumentos criados pelo Executivo para ajudar as empresas, mas também na capacidade das empresas e dos empresários aproveitarem esses mecanismos para o relançamento da economia regional.

“Todos os setores estão a criar postos de trabalho, o primário, o secundário e o terciário, todos eles, embora com contributos diferentes”, afirmou, salientando que o turismo tem dado um contributo importante, mas não é o único setor que tem criado emprego nos Açores.
GaCS/FR

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Taxas de desemprego por região 

  Abaixo da média nacional, encontrava-se a taxa de desemprego da Região Autónoma dos Açores (11,3%), do Algarve (10,8%) e do Centro (8,5%).

Os maiores decréscimos homólogos ocorreram na Região Autónoma dos Açores (4,7 p.p.), no Algarve (2,7 p.p.) e na Área Metropolitana de Lisboa (2,4 p.p.).

Desemprego registado por regiões 

  

Estimativa da taxa de desemprego em maio: 13,2%

A estimativa provisória da taxa de desemprego para maio de 2015 situa-se em 13,2%, valor superior em 0,4 pontos percentuais à estimativa definitiva obtida para abril de 2015.
A estimativa provisória da população desempregada para maio de 2015 foi de 676,8 mil pessoas, o que representa um acréscimo de 2,9% face ao valor definitivo obtido para abril de 2015 (mais 19,1 mil pessoas). A estimativa provisória da população empregada foi de 4 444,0 mil pessoas, menos 0,5% do que no mês anterior (menos 22,7 mil pessoas).
Nestas estimativas foi considerada a população dos 15 aos 74 anos e os valores foram previamente ajustados de sazonalidade.

Taxa de desemprego estimada em 13,7%

  A taxa de desemprego estimada para o 1o trimestre de 2015 foi de 13,7%. Este valor é superior, em 0,2 pontos percentuais (p.p.), ao do trimestre anterior e inferior, em 1,4 p.p., ao do trimestre homólogo de 2014.
A população desempregada, estimada em 712,9 mil pessoas, registou um aumento trimestral de 2,1% e uma diminuição homóloga de 9,5% (mais 14,6 mil e menos 75,2 mil pessoas, respetivamente).
A população empregada foi estimada em 4 477,1 mil pessoas, o que corresponde a um decréscimo trimestral de 0,3% (menos 14,5 mil pessoas) e a um acréscimo homólogo de 1,1% (mais 50,2 mil pessoas).
A taxa de atividade da população em idade ativa situou-se em 58,5%, valor igual ao observado no trimestre anterior e inferior em 0,2 p.p. ao do trimestre homólogo.

Estimativa da taxa de desemprego em março: 13,5% – Março de 2015

A estimativa provisória da taxa de desemprego para março de 2015 situa-se em 13,5%, inferior em 0,1 pontos percentuais ao valor definitivo obtido para fevereiro de 2015.
A estimativa provisória da população desempregada para março de 2015 aponta para um valor de 692,6 mil pessoas, o que representa um decréscimo de 1,0% face ao valor definitivo obtido para fevereiro de 2015 (menos 6,8 mil pessoas). A estimativa provisória da população empregada foi de 4 440,1 mil pessoas, mais 0,1% do que no mês anterior (mais 6,3 mil pessoas).
A evolução da taxa de desemprego nos meses mais recentes caracterizou-se por alguma instabilidade (alternando entre acréscimos e decréscimos mensais de reduzida dimensão relativa), o que poderá evidenciar uma trajetória ainda indefinida no mercado de trabalho.
Nestas estimativas foi considerada a população dos 15 aos 74 anos e os valores foram previamente ajustados de sazonalidade.

Taxa de desemprego estimada em 14,1%

A taxa de desemprego estimada para fevereiro de 2015 foi 14,1%. Este valor é superior, em 0,3 pontos percentuais, ao estimado para janeiro de 2015.
A população desempregada foi estimada em 719,6 mil pessoas, o que representa um acréscimo de 1,7% face a janeiro de 2015 (mais 11,7 mil). A população empregada foi estimada em 4 399,9 mil pessoas, diminuindo 0,3% (menos 11,1 mil) face ao mês anterior.
Para estas estimativas foi considerada a população dos 15 aos 74 anos e os valores foram previamente ajustados de sazonalidade.

DESEMPREGO REGISTADO POR REGIÕES

  

Os Açores estão, de forma sustentada e progressiva, a reduzir o desemprego e a aumentar o emprego

O Vice-Presidente do Governo dos Açores realçou que os dados divulgados hoje pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) revelam que a Região, “ao contrário do resto do país”, registou no último trimestre de 2014 uma diminuição da taxa de desemprego.

Para Sérgio Ávila, “mantém-se nos Açores uma trajetória de redução progressiva da taxa de desemprego, ao contrário do país, onde, no último trimestre, houve uma subida do desemprego”.

O governante sublinhou, no entanto, que, mais importante, é o facto de os dados hoje revelados demonstrarem que “a população empregada nos Açores cresceu cerca de quatro por cento, ou seja, no final de 2014 havia mais 3.754 açorianos empregados do que no final de 2013 e registavam-se menos 1.875 desempregados”.

Sérgio Ávila destacou também que o INE estima a população empregada nos Açores em 103.518 pessoas, “o valor mais alto desde o terceiro trimestre de 2011, ou seja, nos últimos 13 trimestres nunca houve tantos postos de trabalho criados e ocupados”.

“Nos últimos nove meses, de acordo com os dados hoje revelados, foram criados nos Açores, em termos líquidos, 4.525 empregos”, afirmou o Vice-Presidente do Governo, frisando que isso significa que “a Região continua a descer a sua taxa de desemprego e registou uma redução significativa em relação ao ano anterior”.

Nos Açores, segundo o INE, o número de desempregados no último trimestre de 2014 diminuiu nove por cento face ao trimestre homólogo de 2013, o que, para Sérgio Ávila, é sinal de que o Governo Regional “está na trajetória certa”.

“Estamos, de forma sustentada e progressiva, a reduzir o desemprego e a aumentar o emprego nos Açores”, afirmou Sérgio Ávila, sublinhando, no entanto, que há “muito trabalho ainda pela frente”.

Para o Vice-Presidente do Governo, fica acentuada “a convicção de que a prioridade ao emprego deve não só continuar como deve ser reforçada”, prosseguindo uma estratégia que tem vindo a ser delineada e que permite já perspetivar, face aos resultados entretanto alcançados, que “em 2015 vamos reforçar essa trajetória de crescimento do emprego e de redução do desemprego nos Açores”.
GaCS/CT

A taxa de desemprego estimada foi 13,5%

A taxa de desemprego estimada para o 4º trimestre de 2014 foi 13,5%. Este valor é superior em 0,4 pontos percentuais (p.p.) ao do trimestre anterior e inferior em 1,8 p.p. ao do trimestre homólogo de 2013.
A população desempregada, estimada em 698,3 mil pessoas, apresenta um aumento trimestral de 1,4% e uma diminuição homóloga de 13,6% (mais 9,4 mil pessoas e menos 109,7 mil pessoas, respetivamente).
A população empregada foi estimada em 4 491,6 mil pessoas, o que corresponde a um decréscimo trimestral de 1,6% (menos 73,5 mil pessoas) e a um acréscimo homólogo de 0,5% (mais 22,7 mil pessoas).
A taxa de atividade da população em idade ativa situou-se em 58,5%, menos 0,7 p.p. do que no trimestre anterior e menos 0,8 p.p. do que no trimestre homólogo.
Em termos de média anual, a taxa de desemprego fixou-se em 13,9% em 2014, o que representa uma diminuição de 2,3 pontos percentuais em relação a 2013. A população desempregada foi de 726,0 mil pessoas, tendo diminuído 15,1% em relação ao ano anterior (menos 129,2 mil pessoas). A população empregada, estimada em 4 449,5 mil pessoas, registou um acréscimo anual de 1,6% (mais 70,1 mil pessoas).

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A taxa de desemprego estimada para novembro foi 13,9%

A taxa de desemprego (15 a 74 anos) ajustada de sazonalidade estimada para novembro de 2014 foi 13,9%. Este valor é superior, em 0,3 pontos percentuais, ao estimado para outubro de 2014.
A população desempregada ajustada de sazonalidade foi estimada em 713,7 mil pessoas, o que representa um aumento de 2,5% face a outubro de 2014 (mais 17,4 mil). A população empregada (15 a 74 anos), também ajustada de sazonalidade, foi estimada em 4 431,3 mil pessoas, diminuindo 0,1% (menos 2,9 mil) face ao mês anterior.

A taxa de desemprego (15 a 74 anos) estimada para outubro foi 13,4%

A taxa de desemprego (15 a 74 anos) ajustada de sazonalidade estimada para outubro de 2014 foi 13,4%. Este valor é superior, em 0,1 pontos percentuais, ao estimado para setembro de 2014.
A população desempregada ajustada de sazonalidade foi estimada em 688,3 mil pessoas, o que representa um aumento de 0,4% face a setembro de 2014 (mais 3,0 mil). A população empregada (15 a 74 anos), também ajustada de sazonalidade, foi estimada em 4 456,1 mil pessoas, mantendo-se inalterada face ao mês anterior.

Vice-Presidente considera que os Açores estão no bom caminho no combate ao desemprego

O Vice-Presidente do Governo afirmou hoje, em Ponta Delgada, estar convicto de que “os Açores estão no caminho certo e no bom caminho” no que concerne à questão do combate ao desemprego.

Sérgio Ávila, que falava à margem de uma audiência que concedeu a representantes da Associação de Comerciantes do Centro Histórico de Ponta Delgada, comentou os dados mais recentes do Instituto Nacional de Estatística (INE), começando por salientar que “no último ano, menos 2.441 açorianos estavam desempregados e mais 2.153 açorianos tiveram emprego.”

“Ou seja, apesar do desemprego ser um problema de grande dimensão ainda nos Açores, nós conseguimos, no último ano, reduzir significativamente o desemprego e criar emprego a um ritmo que já não se verificava nos últimos seis anos”, frisou Sérgio Ávila.

Para o governante, os dados do INE demonstram que, “havendo ainda muito desemprego, que havendo ainda um caminho longo para percorrer e sendo o desemprego a nossa principal prioridade, aqui conseguimos, no último ano, retirar do desemprego 2.441 açorianos, ou seja, 11,3 por cento.”

Sérgio Ávila reiterou que qualquer resultado não será satisfatório “enquanto houver um açoriano desempregado”, salvaguardando, no entanto, que a situação atual, quando comparada com a de há uma ano, “é melhor”.

“Se continuarmos nessa estratégia e se intensificarmos as nossas medidas de apoio, designadamente com a entrada em vigor do novo Quadro Comunitário de Apoio, dos novos sistemas de incentivos que visam essencialmente promover a criação de emprego por parte das empresas, conseguiremos reforçar esses resultados e aproximar-nos mais dos níveis dos níveis de emprego compatíveis com os nossos objetivos ”, afirmou o Vice-Presidente do Governo.
GaCS/CT

A taxa de desemprego estimada foi 13,1%

A taxa de desemprego estimada para o 3º trimestre de 2014 foi de 13,1%. Este valor é inferior em 0,8 pontos percentuais (p.p.) ao do trimestre anterior e em 2,4 p.p. ao do trimestre homólogo de 2013.
A população desempregada foi de 688,9 mil pessoas, o que representa uma diminuição trimestral de 5,5% e uma diminuição homóloga de 16,0% (menos 40,0 mil pessoas e menos 131,0 mil pessoas, respetivamente).
A população empregada foi de 4 565,1 mil pessoas, o que corresponde a um aumento trimestral de 1,1% (mais 50,5 mil pessoas) e homólogo de 2,1% (mais 95,7 mil pessoas).
A taxa de atividade da população em idade ativa situou-se em 59,2%, mais 0,2 p.p. do que no trimestre anterior e menos 0,2 p.p. do que no trimestre homólogo.

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A taxa de desemprego estimada para o 2º trimestre de 2014 foi 13,9% – 2.º Trimestre de 2014

A taxa de desemprego estimada para o 2º trimestre de 2014 foi 13,9%. Este valor é inferior em 2,5 pontos percentuais (p.p.) ao do trimestre homólogo de 2013 e em 1,2 p.p. ao do trimestre anterior.
A população desempregada foi de 728,9 mil pessoas, o que representa uma diminuição homóloga de 15,9% e uma diminuição trimestral de 7,5% (menos 137,4 mil e menos 59,2 mil pessoas, respetivamente).
A população empregada foi de 4 514,6 mil pessoas, o que corresponde a um aumento homólogo e trimestral de 2,0% (mais 90,0 mil e 87,7 mil pessoas, respetivamente).
A taxa de atividade da população em idade ativa situou-se em 59,0%, menos 0,3 p.p. do que no trimestre homólogo e mais 0,3 p.p. do que no trimestre anterior.

Em relação ao trimestre anterior, e também à semelhança do verificado globalmente para Portugal, a taxa de desemprego diminuiu em todas as regiões.
Os maiores decréscimos ocorreram no Algarve (4,8 p.p.), no Alentejo e na Região Autónoma dos Açores (2,0 p.p., em ambos os casos) e em Lisboa (1,3 p.p.).
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Na Região Autónoma dos Acores verificou-se uma diminuição de 1,7% do desemprego em relação a fevereiro deste ano

No final do mês de março de 2014, encontravam-se inscritos como desempregados, nos Centros de Emprego do Continente e Regiões Autónomas, 689 825 indivíduos.
O total de desempregados registados no País diminuiu (-6,1%; -44 623), em comparação com o mês homólogo do ano anterior. Em relação a fevereiro deste ano, também se observou uma diminuição (-1,6%; -11 129).
Na Região Autónoma dos Acores verificou-se uma diminuição de 1,7% em relação a fevereiro deste ano.

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Desemprego nos Açores aumenta 3,4%

No final do mês de fevereiro de 2014, encontravam-se inscritos como desempregados, nos Centros de Emprego do Continente e Regiões Autónomas, 700 954 indivíduos, número que representa 74,7% de um total de 938 826 pedidos de emprego.
O total de desempregados registados no País diminuiu (-5,2%; -38 657), em comparação com o mês homólogo do ano anterior. Em relação a janeiro deste ano, também se obser- vou uma diminuição (-0,6%; -4 373).
Nas Regiões Autónomas, a Madeira também registou uma descida (-7,4%) enquanto nos Açores teve lugar uma subida (+3,4%).
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IEFP regista diminuição do desemprego nos Açores

No final do mês de janeiro de 2014, estavam inscritos como desempregados, nos Centros de Emprego do Continente e Regiões Autónomas, 705 327 indivíduos.
O número de desempregados registados no País diminuiu 4,7% (-34 735), face a janeiro de 2013. No que se refere à evolução face ao mês anterior, a mesma regista um aumento de 2,1% (+14 792).

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Desemprego e População activa

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“Açores têm a terceira menor taxa de desemprego do país”, afirmou Francisco César

“No último trimestre de 2013 o desemprego desceu 0,4 p.p. nos Açores. A população desempregada nos Açores estima-se em 20.916 abaixo do valor de 21.545 do 3º trimestre de 2013”, afirmou Francisco César.
O Vice-Presidente do Grupo Parlamentar do PS esclareceu que “os Açores apresentam-se em 3º nas regiões com menor taxa de desemprego (no geral de 2013), com o valor de 17,0%, superados apenas pelo Alentejo com 16,8% e pela Região Centro com 11,7%”.
Francisco César considerou que “perante estes números, que reconhecemos serem ainda pouco satisfatórios, o PSD/Açores como que sentindo-se na obrigação de fazer referência ao desemprego, talvez por já ter um guião pré escrito para as suas jornadas parlamentares, refere-se ao desemprego nos Açores esquecendo-se dos números mais recentes”.
Francisco César salientou que “quando a taxa de desemprego desce nos Açores o PSD/Açores não resiste e ataca o Governo Regional; esquece os resultados positivos e acusa as políticas estruturais desenvolvidas pelo Governo Regional, que contribuem para a requalificação de milhares de açorianos, de não passarem de pensos rápidos”.
O parlamentar socialista frisou que “os Açorianos afetados pelo desemprego necessitam de políticas que os ajudem a enfrentar e a ultrapassar a conjuntura difícil que atravessamos. Nomeadamente, permitindo a muitos desempregados que obtenham melhores níveis de qualificação e que trabalhando, obtenham também um rendimento que permita fazer face às suas necessidades. Estas medidas, como é caso do programa Revalorizar e Recuperar, não são como refere o Presidente PSD/Açores pensos rápidos. São, pelo contrário, um apoio decisivo para a vida das pessoas no cumprimento das suas mais elementares necessidades e, simultaneamente, um apoio estrutural uma vez que obterão maiores qualificações e, com isso, maior probabilidade de empregabilidade futura”.
Para Francisco César “O Presidente PSD/Açores esquece-se também das dezenas e dezenas de políticas de fomento económico que estão em curso em virtude da agenda açoriana para a competitividade e emprego.
Ignorar que os apoios à contratação efetiva possibilitaram a criação de 952 postos de trabalho durante o ano de 2013, meta que foi possível atingir através de vários programas do Governo dos Açores como, por exemplo, o Integra+, que permitiu a colocação de 265 pessoas, o Integra StartUp, com 85 pessoas, a criação do próprio trabalho por 52 pessoas com a ajuda do programa CPE-Premium e, finalmente, com a maior percentagem, o Programa de Incentivo à Inserção de Estagiários – PIIE, permitiu colocar no mercado de trabalho 550 jovens licenciados ou com cursos profissionais.

Ignorar o carácter estrutural do acordo obtido no âmbito das negociações dos fundos comunitários 2014-2020 cujo enfoque maior, dos 1546 ME investidos, incidirá sobre o emprego e o desenvolvimento económico.

Ignorar o lançamento do concurso internacional para a venda de madeira que se estima gerará um novo sector económico e milhares de postos de trabalho.

Não é razoável para quem quer liderar a oposição nos Açores”.

Para o Vice-Presidente do Grupo Parlamentar “o que nem o PS nem os açorianos ignoram é o facto de não se conhecer uma única proposta do PSD/Açores para a criação de emprego. As declarações de Duarte Freitas são apenas uma manifestação da vontade, cada vez menos disfarçada de que quanto pior para os Açores e para os açorianos melhor para o PSD/Açores”.

2014-02-05 18:12:34, por PS/Açores

A taxa de desemprego estimada para o 4º trimestre de 2013 foi de 15,3% – 4.º Trimestre de 2013

imageA taxa de desemprego estimada para o 4º trimestre de 2013 foi de 15,3%. Este valor é inferior em 1,6 pontos percentuais ao estimado para o trimestre homólogo de 2012 e em 0,3 pontos percentuais ao estimado para o trimestre anterior.
A população desempregada foi de 826,7 mil pessoas, o que representa uma diminuição homóloga de 10,5% e uma diminuição trimestral de 1,4% (menos 96,5 mil e menos 11,9 mil pessoas, respetivamente).
A população empregada foi de 4 561,5 mil pessoas, o que corresponde a um aumento homólogo de 0,7% e a um aumento trimestral de 0,2% (mais 29,7 mil e mais 7,9 mil pessoas, respetivamente).
Em termos de média anual, a taxa de desemprego fixou-se em 16,3% em 2013, o que representa um aumento de 0,6 pontos percentuais em relação a 2012. A população desempregada foi de 875,9 mil pessoas, tendo aumentado 1,8% em relação ao ano anterior (mais 15,8 mil pessoas). A população empregada registou um decréscimo médio anual de 2,6% (menos 121,2 mil pessoas).

Taxa de desemprego recuou para 15,4% em Dezembro

Taxa de desemprego recuou para 15,4% em Dezembro.
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Dados de Dezembro de 2013 divulgados pelo IEFP

No final do mês de dezembro de 2013, estavam inscritos como desempregados, nos
Centros de Emprego do Continente e Regiões Autónomas, 690 535 indivíduos, número que representa 75,3% de um total de 917 021 pedidos de emprego.
O volume de desempregados registados no País diminuiu 2,8%, face ao mês homólogo de 2012 (-20 117 desempregados). Em relação ao mês anterior, a variação também foi decrescente (-0,2%; -1 484).
Por tempo de inscrição, os desempregados inscritos há menos de um ano diminuíram
12,0% face a dezembro de 2012, ao contrário dos desempregados de longa duração (tempo de inscrição igual ou superior a um ano) onde é observado um acréscimo de 10,3%.
Os desempregados à procura de um primeiro emprego apresentavam um aumento de
21,0% face ao mês homólogo de 2012, enquanto que os que pretendiam um novo em-
prego decresciam 5,0% em comparação com o mesmo período.
No que respeita ao nível de instrução, a evolução anual do desemprego foi decrescente
para os desempregados que possuíam habilitações entre o 1º ciclo e o secundário, en-
quanto os detentores de habilitações superiores apresentavam uma subida (+5,3%) a
par dos indivíduos sem nenhum nível de instrução (+5,2%).
A nível regional, e comparativamente ao mês de dezembro de 2012, o desemprego diminui na generalidade das regiões, com exceção da Região Autónoma dos Açores
(+15,4%).

IEFP
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Sérgio Ávila diz que desempregados não são arma de arremesso político e apela à união para combater o desemprego

O Vice-Presidente do Governo dos Açores reafirmou hoje, na Horta, que, para o Executivo regional, “os açorianos desempregados não são números, são pessoas que merecem uma resposta eficaz e clara”.

Sérgio Ávila, que falava na Assembleia Legislativa durante o debate suscitado por uma declaração política sobre o desemprego, reiterou que o Governo dos Açores tem nos desempregados a sua maior preocupação e na promoção do emprego a sua maior prioridade.

“Os desempregados açorianos não são estatísticas, são vidas a que urge dar sentido; não são arma de arremesso, mas famílias que merecem ter um futuro melhor e cujos sonhos urge concretizar”, afirmou.

Nesse sentido, apelou à união de “todos os esforços e todas as propostas para dar resposta a este desafio”, convocando para o efeito “todos os açorianos e todas as instituições”.

Sérgio Ávila frisou que o Governo Regional continuará a “fazer tudo para dar uma resposta a cada uma das famílias que sentem o drama do desemprego”, mas assegurou que não o fará “identificando responsabilidades de outros”.

“Não é esse o discurso que interessa aos açorianos”, afirmou, acrescentando que, mais do que saber de quem é a culpa, “o que interessa é saber quem está do lado da solução”.

O Vice-Presidente do Governo Regional frisou que o Executivo “humildemente assume que pode ter errado quando procurava não errar e que pode não ter feito tudo quanto pretendia”, mas deixou a certeza de que o Governo tudo fará para dar uma resposta nessa matéria.

“E faremos mais e melhor se tivermos o contributo de todos”, disse, acrescentando que “todos seremos poucos para enfrentar este problema, que é um problema nos Açores, um problema nacional, um problema na Europa”.

“Temos o nosso caminho traçado, a nossa estratégia definida e as nossas medidas executadas e implementadas, mas também temos a consciência de que, com o contributo ativo de todos, poderemos fazer ainda mais e melhor”, salientou.

“Para dar uma resposta aos açorianos, contem com o Governo”, afirmou Sérgio Ávila, sublinhando que o Executivo tem a “humildade de identificar que este é o principal problema dos Açores”, mas também tem “a humildade necessária para poder acolher todas as propostas que nos possam ajudar a dar uma resposta a todos os açorianos que merecem ter essa resposta”.

O Vice-Presidente afirmou ainda que “quem, nesta matéria, apenas tenta dividir, terá como nossa resposta o silêncio”, mas “quem pretender unir, terá como nossa resposta a colaboração franca e positiva”.

GaCS/CT

Aumento da população ativa supera o crescimento do emprego, afirma Sérgio Ávila

O Vice-Presidente do Governo dos Açores afirmou que os dados hoje divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), referentes ao aumento da taxa de desemprego, “confirmam a necessidade de a promoção do emprego continuar a constituir a prioridade de ação do Governo dos Açores”.

Para alcançar esse objetivo, Sérgio Ávila considerou que “importa analisar se a origem do aumento da taxa de desemprego, que consta desta estatística, resulta da perda de postos de trabalho existentes ou da entrada de mais açorianos no mercado de trabalho.”

“O facto é que a mesma estatística revela que o que aconteceu não foi a perda ou redução de emprego nos Açores, mas sim ter existido uma criação de emprego a um ritmo inferior ao crescimento das intenções de entrada no mercado de trabalho verificadas no último trimestre”, sublinhou.

“Esta realidade constitui um novo e inovador desafio a que pretendemos dar resposta eficaz e, por isso, importa acelerar os incentivos à criação de emprego para corresponder a este aumento da procura, tendo em conta que a economia açoriana, de acordo com a estatística hoje conhecida, não só conseguiu manter os postos de trabalho que existiam no trimestre anterior como conseguiu criar ainda mais 764 empregos”, frisou Sérgio Ávila.

Com efeito, no terceiro trimestre de 2013, de acordo com os dados hoje divulgados pelo INE, registou-se, pelo segundo semestre consecutivo, um aumento da população açoriana empregada.

Até ao final de setembro, os açorianos que estavam empregados aumentaram, o que representou a criação líquida de mais 764 postos de trabalho nos Açores, no último trimestre.

“Esta realidade consolida a tendência de aumento dos açorianos empregados e de incremento da criação de emprego na Região que se tem verificado nos últimos seis meses, tendo em conta que, só neste período, mais 2.559 açorianos passaram a ter emprego”, afirmou Sérgio Ávila.

“Por este facto não deixamos, no entanto, de considerar absolutamente prioritário continuar e reforçar este trabalho de ajudar a economia açoriana a criar emprego a um ritmo ainda superior ao que tem conseguido nos últimos tempos”, acrescentou.

O aumento da população empregada foi acompanhado, no último trimestre, por um crescimento muito acentuado dos açorianos que passaram a demonstrar intenção de entrar no mercado de trabalho.

De acordo com o INE, a população ativa aumentou significativamente face ao trimestre anterior, ou seja, mais 3.252 açorianos declararam nos últimos três meses a sua intenção de entrarem no mercado de trabalho, registando a população considerada ativa o valor mais alto de sempre (121.899 pessoas).

“Assim, tendo em conta a conjugação destes factos, apesar de terem aumentado os açorianos empregados (mais 764), como aumentou ainda mais o número de açorianos que declararam que pretendiam iniciar a sua atividade laboral, o número de empregos criados neste trimestre não foi suficiente para absorver o grande aumento da população ativa, isto é, das pessoas que chegam ao mercado de trabalho”, acentuou o Vice-Presidente do Governo Regional.

Nesse sentido, considerou que “a taxa de desemprego cresceu nos Açores não porque houvesse menos emprego, mas porque chegaram ao mercado de trabalho mais açorianos do que o aumento de emprego que foi criado nos últimos três meses”.

“Esta realidade reforça a prioridade na nossa aposta na criação de emprego. Estamos a conseguir que mais açorianos consigam trabalhar, mas o aumento da população ativa impõe reforçar, intensificar e incrementar as nossas políticas de promoção de emprego, de forma a assegurar que os 3.252 açorianos que entraram agora no mercado de trabalho tenham o mesmo sucesso que os 2.559 açorianos que beneficiaram do aumento do emprego verificado nos últimos seis meses”, afirmou Sérgio Ávila.

“É este o desafio acrescido que se nos coloca e que tudo faremos para vencer, no limite dos nossos recursos e das nossas competências, na convicção de que as medidas estruturais que estamos a tomar terão efeitos positivos nos açorianos que pretendem agora ser acolhidos no mercado de trabalho nos Açores”, frisou.

Na opinião do Vice-Presidente do Governo Regional, “é esta a razão da taxa de desemprego nos Açores ser superior à nacional, o que não significa um menor dinamismo económico regional relativamente ao resto do país, muito pelo contrário”.

“Está associada, sim, a um aumento da população ativa, ou seja, com mais pessoas a chegarem ao mercado de trabalho”, frisou Sérgio Ávila, acrescentando que “se a população ativa se tivesse mantido no último trimestre, a taxa de desemprego nos Açores teria descido para 14,5%”.

GaCS/CT

A taxa de desemprego estimada foi de 15,6% – 3.º Trimestre de 2013

A taxa de desemprego estimada para o 3º trimestre de 2013 foi de 15,6%. Este valor é inferior em 0,2 pontos percentuais ao do trimestre homólogo de 2012 e inferior em 0,8 pontos percentuais ao do trimestre anterior.
A população desempregada foi de 838,6 mil pessoas, o que representa uma diminuição homóloga de 3,7% e uma diminuição trimestral de 5,3% (menos 32,3 mil e menos 47,4 mil pessoas, respetivamente).
A população empregada foi de 4 553,6 mil pessoas, o que representa uma diminuição homóloga de 2,2% e um aumento trimestral de 1,1% (menos 102,7 mil e mais 48,0 mil pessoas, respetivamente).

Os resultados do Inquérito ao Emprego relativos ao 3º trimestre de 2013 indicam que a população ativa diminuiu 2,4% em relação ao trimestre homólogo de 2012 (abrangendo 135,0 mil pessoas) e permaneceu praticamente inalterada em relação ao trimestre
anterior.

A população empregada diminuiu 2,2% em relação ao trimestre homólogo de 2012 (102,7 mil pessoas) e aumentou 1,1% em relação ao trimestre anterior (48,0 mil).

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Desemprego sobe 3,2 % face a agosto de 2012 e 1 % face a julho – IEFP

Desemprego sobe 3,2 % face a agosto de 2012 e 1 % face a julho – IEFP
No final do mês de agosto de 2013, encontravam-se inscritos como desempregados, nos Centros de Emprego do Continente e Regiões Autónomas, 695 065 indivíduos, traduzindose em 79,1% de um total de 879 113 pedidos de emprego.
O volume de desempregados registados, no total do País, aumentou 3,2% (+21 644) quando comparado com igual período do ano transato. Em relação ao mês anterior, a variação também foi crescente mas mais ligeira (+1,0%, ou seja, mais 6 966 desempregados).
A subida anual do desemprego foi extensível a ambos os géneros, em especial o feminino (+3,7%).
Verificou-se um acréscimo face ao mês homólogo de 2012, nos segmentos etários jovem e adulto, correspondendo a +3,3% e +3,2%, respetivamente.

Segurança Social – DADOS JULHO 2013

  2013-01 2013-02 2013-03 2013-04 2013-05 2013-06 2013-07
Beneficiários Prestações de Desemprego 416.178 419.360 416.636 418.153 398.571 392.951 384.013
Titulares Abono de Família 1.170.527 1.179.784 1.184.157 1.188.703 1.192.338 1.194.981 1.196.177
Beneficiários Subsídio por Doença 99.269 94.840 97.319 85.558 83.236 104.718 127.943
Beneficiários Prestações de Parentalidade 34.846 33.404 32.881 31.097 29.619 32.551 30.201
Benficiarios RSI 282.947 274.561 275.208 272.341 271.654 271.097 269.903
Beneficiários CSI 228.345 227.699 226.936 227.632 226.921 225.739 225.226
Pensionistas de Velhice 1.991.854 1.993.510 1.995.323 1.998.320 2.000.550 2.003.518 2.006.316
Entidades Empregadoras: Estabelecimentos com situações de Layoff 233 258 236 228 190 191 165

Menos 1.193 desempregados inscritos nos centros de emprego dos Açores nos últimos três meses

O número de desempregados inscritos nos centros de emprego dos Açores voltou a baixar pelo terceiro mês consecutivo, de acordo com os dados agora divulgados pelo Governo da República, havendo, no último dia de julho, menos 1.193 desempregados do que no final do mês de abril.

O Vice-Presidente do Governo dos Açores, num comentário a estes dados, considerou que a sucessiva redução do número de desempregados na Região constitui “uma notícia animadora para os Açores e para os Açorianos e um estímulo para o prosseguimento da luta contra o desemprego”.

“Temos ainda muitos desempregados, mas os 1.193 Açorianos que, nos últimos três meses, deixaram de estar nessa situação dão-nos ânimo para tudo fazer no sentido de que os 11.836 que ainda estão inscritos nos centros de emprego possam, no futuro próximo, ter também uma solução satisfatória para a sua atividade profissional”, afirmou Sérgio Ávila.

O Vice-Presidente realçou o facto de, nos últimos três meses, ter sido possível “reduzir consecutivamente o número de desempregados”, mas assegurou que existe “a consciência do muito trabalho ainda a fazer, o que aconselha precaução na leitura destes dados, apesar das estatísticas parecerem indicar que estamos no caminho certo”.

“A satisfação de vermos um número crescente de Açorianos terem a alegria de conseguir o seu posto de trabalho dá-nos ânimo para prosseguir, sem descanso, na aplicação das medidas preconizadas na Agenda Açoriana para a Criação de Emprego e Competitividade Empresarial”, afirmou.

“Ao ser reduzido o desemprego, num ritmo que registamos com agrado, mas sem euforia, é a sustentabilidade dos orçamentos familiares que se reforça, é a viabilidade das empresas que se garante e é a economia açoriana que vai retomando o seu ritmo de desenvolvimento”, acentuou Sérgio Ávila.

GaCS/CT

Desemprego sobe 6,8% face a Junho de 2012 e desce 1,9% face a Maio

No final do mês de junho de 2013, estavam inscritos como desempregados, nos Centros de Emprego do Continente e Regiões Autónomas, 689 933 indivíduos, o que corresponde a 78,3% de um total de 881 277 pedidos de emprego.
O volume de desempregados registados, no total do País, aumentou 6,8% (+43 978 inscritos) face ao mês homólogo. Em relação ao mês anterior a variação foi de -1,9% (menos 13 272 desempregados inscritos). Captura de ecra de 2013-07-13 13:44:22

Captura de ecra de 2013-07-13 13:45:38

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