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Número de desempregados inscritos nos Açores volta a baixar em julho e é o mais baixo dos últimos 34 meses

O mais recente boletim do Instituto do Emprego e Formação Profissional, do Governo da República, revela que o número de desempregados inscritos nos centros de emprego dos Açores voltou a baixar em julho.

“Os Açores registaram, no final de julho, o mais baixo número de desempregados inscritos dos últimos 34 meses”, salientou, a propósito, o Vice-Presidente do Governo Regional.

Sérgio Ávila precisou que “desde outubro de 2012 que não se regista um número tão baixo de desempregados inscritos na Região”, acrescentando ter sido possível “reduzir sete por cento o número de desempregados inscritos, face ao mesmo período do ano anterior, e registar um decréscimo de três por cento face ao mês de junho.”

“Isto quer dizer que temos vindo a consolidar uma estratégia de crescimento do emprego e de redução sustentável do desemprego”, frisou Sérgio Ávila.

O Vice-Presidente do Governo destacou ainda que, “de acordo com os dados também recentemente revelados pelo INE, o crescimento do emprego na Região no último trimestre foi de cerca de seis por cento, o que é valor mais elevado desde 2001, ou seja, a taxa de crescimento do emprego mais alta dos últimos 14 anos.”

Sérgio Ávila afirmou que, apesar de se estar perante a confirmação da estratégia de “dinamização do emprego para reduzir o desemprego”, o Governo vai “reforçar a atenção para aqueles Açorianos que ainda estão desempregados”, de forma a que possam ser atingidos por “esta boa realidade dos que conseguiram obter emprego ao longo dos últimos tempos.”

“São os desempregados que ainda existem nos Açores a prioridade da nossa política, na certeza de que o caminho que temos seguido, de redução consistente e consolidada do desemprego, permitirá, com certeza, encontrar uma resposta para aqueles que ainda não a têm”, afirmou o Vice-Presidente do Governo.
GaCS/CT

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Taxa de variação homóloga do IPC situou-se em 0,8%

Em julho de 2015, a variação homóloga do IPC manteve-se em 0,8%. O indicador de inflação subjacente, correspondente ao índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos, registou uma variação homóloga de 0,7% (0,6% em junho).
A variação mensal do IPC foi -0,7% (-0,1% em junho e -0,7% em julho de 2014). A variação média dos últimos doze meses foi 0,1% (nula no mês anterior), correspondendo à primeira variação positiva desde Maio de 2014.
O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português registou uma variação homóloga de 0,7% (0,8% no mês anterior), superior em 0,5 p.p. à estimada pelo Eurostat para a área do Euro (diferença de 0,6 p.p. em junho). A taxa de variação mensal do IHPC situou-se em -0,7% (-0,1% no mês anterior e -0,6% em julho de 2014) e a taxa de variação média dos últimos doze meses foi 0,2% (0,1% em junho).

Dívida pública volta a subir em julho, após dois meses de queda – BdP

(Lusa) — A dívida pública na ótica de Maastricht voltou a subir em julho, para os 224.525 milhões de euros, depois de dois meses de recuo, segundo números divulgados hoje pelo Banco de Portugal (BdP). De acordo com o boletim estatístico do Banco de Portugal divulgado hoje, a dívida pública na ótica de Maastricht, a que conta para Bruxelas subiu cerca de 0,58%, passando de 223.215 milhões de euros em junho para os 224.525 milhões em julho. A dívida pública nesta ótica tem vindo a crescer consecutivamente desde o início do ano e inverteu a tendência apenas nos meses de maio (224.503 milhões de euros) e de junho (223.215 milhões de euros).

Hóspedes, dormidas e proveitos mantêm crescimento significativo – Julho de 2014

A hotelaria registou 5,8 milhões de dormidas em julho de 2014, valor correspondente a um acréscimo homólogo de 9,4% (+8,6% em junho de 2014). As dormidas de residentes apresentaram um aumento significativo (+15,4% face a +6,7% em junho), enquanto se verificou uma desaceleração no crescimento das dormidas dos não residentes (+6,9% em julho de 2014 e +9,3% em junho). Dos principais mercados emissores, destaca-se o aumento das dormidas de residentes do Reino Unido, Espanha e França. Em sentido oposto assinala-se a redução observada no mercado alemão. Contudo, no período acumulado de janeiro a julho 2014, com a exceção da Holanda, registaram-se crescimentos nos principais mercados emissores, incluindo o alemão, tendo-se destacado a Espanha com um aumento de 19,4%.
Os proveitos totais aumentaram 10,7% e os de aposento 12,0% (+8,1% e +8,2%, respetivamente, em junho).

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Indicador de atividade económica estabiliza e Indicador de clima económico volta a recuperar. Exportações nominais de bens diminuem e Importações aumentam – Julho de 2014

Na Área Euro (AE), o PIB em termos reais registou uma variação homóloga de 0,7% no 2º trimestre (0,9% no trimestre anterior). Em julho, o indicador de confiança dos consumidores da AE estabilizou, tendo o indicador de sentimento económico aumentado ligeiramente.
Em Portugal, de acordo com a estimativa rápida, o PIB registou um crescimento homólogo, em volume, de 0,8% no 2º trimestre, após a variação de 1,3% no trimestre anterior, enquanto a variação em cadeia foi 0,6% (-0,6% no 1º trimestre). O indicador de atividade económica estabilizou em junho, pelo segundo mês consecutivo. A informação proveniente dos Indicadores de Curto Prazo (ICP) revelou uma evolução menos negativa na indústria, nos serviços e na construção. O indicador de clima económico, já disponível para o mês de julho, recuperou, fixando o valor mais elevado dos últimos seis anos. O indicador quantitativo do consumo privado apresentou um crescimento homólogo ligeiramente mais expressivo em junho, refletindo o aumento do contributo positivo da componente de consumo corrente, e o indicador de FBCF estabilizou. Relativamente ao comércio internacional de bens, em termos nominais, as exportações e importações apresentaram variações homólogas de -0,4% e 1,3% em junho (-3,3% e -1,1% no mês anterior), respetivamente. Não considerando médias móveis de três meses, as taxas de variação das exportações e importações nominais de bens passaram de -3,7% e 1,5% em maio para 8,0% e 9,6% em junho, respetivamente.
No 2º trimestre, a taxa de desemprego situou-se em 13,9% (15,1% no trimestre anterior). O emprego total e o emprego por conta de outrem registaram variações homólogas de 2,0% e 4,4% (1,7% e 3,2% no 1º trimestre), respetivamente. Em termos homólogos, a população ativa diminuiu 0,9% (variação de -1,3% no trimestre precedente).
O Índice de Preços no Consumidor (IPC) apresentou uma variação homóloga mensal de -0,9% em julho (-0,4% em maio e junho). No último mês, observaram-se taxas de -2,1% na componente de bens (-1,1% em junho) e de 0,8% na de serviços, mais 0,3 pontos percentuais (p.p.) que no mês anterior. A taxa de variação homóloga mensal do Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) foi 1,1 p.p. inferior à da AE em julho (inferior em 0,7 p.p. no mês anterior).

Taxa de variação homóloga do IPC situou-se em -0,9% – Julho de 2014 12 de agosto de 2014

Em julho de 2014, a variação homóloga do IPC situou-se em -0,9%, 0,5 pontos percentuais (p.p.) inferior à observada no mês anterior e negativa pelo sexto mês consecutivo. O indicador de inflação subjacente, medido pelo índice total excluindo produtos alimentares não transformados e produtos energéticos, registou uma taxa de variação homóloga de -0,4% (nula no mês anterior). O IPC apresentou uma variação mensal de -0,7% (0,1% em junho de 2014 e -0,2% em julho de 2013). A variação média dos últimos doze meses diminuiu 0,2 p.p. para -0,2%.
O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português registou uma variação homóloga de -0,7% (-0,2% em junho de 2014), taxa inferior em 1,1 p.p. à estimada pelo Eurostat para a área do Euro (em junho de 2014 esta diferença foi 0,7 p.p.). A taxa de variação mensal do IHPC situou-se em -0,6% (0,1% no mês anterior e -0,2% em julho de 2013) e a taxa de variação média dos últimos doze meses foi -0,1% (0,0% em junho de 2014).

Valor médio de avaliação bancária estabilizou – Julho de 2013

O valor médio de avaliação bancária de habitação do total do País fixou-se, em julho, em 1014 euros/m2, idêntico ao registado em junho. Em termos homólogos, registou-se um decréscimo de 1,8% (variação de -2,4% em junho). As Áreas Metropolitanas de Lisboa e do Porto, com valores médios de avaliação de 1218 euros/m2 e 938 euros/m2, registaram variações em cadeia de 1,8% e de -0,6%, respetivamente, enquanto as variações homólogas se fixaram em -1,1% e -3,0%, pela mesma ordem.
INE

Obras de beneficiação do Porto dos Carneiros, na Lagoa, começam em julho, afirma Diretor Regional das Pescas

O Diretor Regional das Pescas afirmou que as obras de beneficiação do Porto dos Carneiros, no concelho de Lagoa, em São Miguel, vão começar em julho, num investimento de cerca de 80 mil euros que tem um prazo de execução de 90 dias.

“Vamos beneficiar a atual rampa de varagem, construir uma nova rampa e remodelar a casa do guincho, concretizando assim um desejo dos pescadores da Lagoa, mas, acima de tudo, satisfazendo uma necessidade para todo o setor das pescas na ilha de São Miguel”, frisou Luís Costa.

O Diretor Regional, que falava sexta-feira na apresentação do livro “Pesca do Bacalhau – de São Miguel à Gronelândia e Terra Nova” – diário de bordo de João Carlos Caetano, salientou que a intervenção vai permitir a “melhoria das condições de operacionalidade” daquele porto, onde “reside uma das mais emblemáticas comunidades piscatórias dos Açores”.

Na sua intervenção, Luís Costa recordou que “o setor das pescas contribui atualmente com mais de 20 por cento para o total das exportações, sendo a atividade com maior impacto nos recursos marinhos e o garante da coesão territorial de dezenas de pequenas comunidades distribuídas pelas nove ilhas dos Açores”.

Luís Costa referiu que “mais de 90 por cento do pescado descarregado em lota é produto de uma pesca tradicional e artesanal, utilizando aparelhos de linhas e anzóis, com impactos mínimos sobre o meio marinho e originando produtos de grande potencial em termos de qualidade que urge valorizar”, acrescentando que esta é uma das prioridades do Executivo Regional para este setor.

O Diretor Regional das Pescas defendeu, contudo, uma maior organização e diversificação do esforço de pesca, através da captura “de espécies ainda não exploradas, aproveitando assim todo o potencial do Mar dos Açores” e assegurando também, desta forma, a recuperação e manutenção de ‘stocks’.

Por outro lado, Luís Costa garantiu que “o Governo dos Açores quer assegurar um maior desenvolvimento sustentável” das comunidades mais dependentes da pesca.

“Pretendemos melhorar a qualidade de vida das nossas gentes, promovendo a diversificação das suas atividades económicas e sociais tradicionais. Para que, partir para outras paragens, seja uma escolha para quem o faz e não uma emigração forçada por falta de meios de vida na sua terra no nosso mar”, afirmou.

O incremento da pesca-turismo, como contributo para o desenvolvimento socioeconómico das comunidades piscatórias, foi um dos exemplos dados pelo Diretor Regional, salientando que já está a ser desenvolvida como atividade complementar nas ilhas Terceira, São Jorge e Pico.

GaCS/OG

Conselho do Governo aprovou proposta para pagamento do subsídio de férias em julho

O Conselho do Governo aprovou uma proposta de Decreto Legislativo Regional que prevê o pagamento do subsídio de férias em julho aos funcionários públicos e do setor empresarial público regional, anunciou hoje o Vice-Presidente do Executivo.

Esta proposta do Governo liderado por Vasco Cordeiro, que será agora submetida à Assembleia Legislativa, foi aprovada no Conselho do Governo que se reuniu em Angra do Heroísmo.

“A proposta de Decreto Legislativo Regional visa regular, para o ano 2013, o calendário de reposição do subsídio de férias e das prestações correspondentes ao 14.º mês e equivalentes, no que concerne à Região Autónoma dos Açores”, adiantou Sérgio Ávila.

Na apresentação do comunicado do Conselho do Governo, o Vice-Presidente assegurou que esta medida revela-se de crucial importância, uma vez que garante “maior disponibilidade financeira imediata aos trabalhadores, permitirá aumentar a confiança e a segurança dos orçamentos pessoais e familiares, o que, naturalmente, reverterá também em benefício da economia regional e do seu tecido empresarial”.

“Atendendo à sustentabilidade financeira da Região Autónoma dos Açores, alicerçada no rigor, na transparência e na boa gestão das finanças públicas regionais, bem como ao cumprimento integral das metas orçamentais a que a Região se comprometeu, o Governo dos Açores tem condições e disponibilidade financeira para proceder ao pagamento do Subsídio de Férias aos funcionários da administração regional já no próximo mês, antecipando assim a data de recebimento desta componente remuneratória em relação aos restantes funcionários públicos do país”, afirmou.

Sérgio Ávila adiantou, por outro lado, que o Conselho do Governo aprovou a nomeação do Conselho de Administração do Hospital da Horta E.P.E., composto por João Luís da Rosa Morais, como Presidente, Rui Manuel Cabral Suzano, como Diretor Clínico, e Amândio de Almeida Teixeira, como enfermeiro-diretor.

Ainda relativamente ao setor da Saúde, foi aprovada também uma proposta de Decreto Legislativo Regional que regula a organização do trabalho médico suplementar/extraordinário nos Serviços de Urgência, quando ultrapassem o limite legal máximo estipulado na legislação em vigor.

“A carência de recursos humanos na área da saúde, em especial médicos, está intrinsecamente ligada às especificidades geográficas da Região Autónoma dos Açores, o que implica a tomada de medidas essenciais para assegurar o nível de cuidados de saúde que satisfaçam as necessidades dos cidadãos, pelo que urge estabelecer um normativo regulador da organização do trabalho médico em serviço de urgência”, afirmou o Vice-Presidente do Governo dos Açores.

Segundo Sérgio Ávila, ao abrigo desta proposta, a realização de trabalho médico suplementar ou extraordinário, no âmbito do Serviço Regional de Saúde, passa a poder ultrapassar os limites máximos de horas de trabalho quando for necessário garantir o funcionamento de serviços de Urgência, sendo estabelecido uma tabela remuneratória para a execução desse trabalho, apenas quando ultrapasse o limite legal máximo de horas extraordinárias definidas por lei.

Sérgio Ávila anunciou ainda que o Governo aprovou a celebração de um contrato de cooperação com a Santa Casa da Misericórdia da Povoação, com um valor máximo de comparticipação de 2,8 milhões de euros, para assegurar o financiamento necessário à remodelação e ampliação do edifício do Lar de Idosos daquela instituição.

A ampliação do lar de idosos existente, que verá duplicado o número de lugares a disponibilizar, para um total de 40, contribuirá para o acréscimo da taxa potencial de cobertura estimada para esta tipologia de resposta, assumindo o valor de quatro por cento, que iguala, naquele concelho de S. Miguel, a média regional.

Além disso, o Conselho do Governo aprovou uma Resolução que estabelece os critérios da atribuição de apoios financeiros a associações desportivas e atletas.

Trata-se de um processo de atualização dos critérios a aplicar na determinação das entidades desportivas que deverão celebrar contratos-programa com a Região, tendo em conta a constante evolução do quadro desportivo e competitivo nacional, nomeadamente as alterações verificadas quer ao nível da lógica organizacional, quer ao nível das terminologias utilizadas pelas diferentes modalidades, aliada à natural evolução de rendimento elevado das modalidades coletivas mas em particular das modalidades individuais.

Dando seguimento a uma política de apoio à promoção da Região no exterior, através da projeção da Marca Açores, e tendo em vista a captação de fluxos turísticos para a Região, o Governo decidiu fixar os valores dos contratos-programa a celebrar com entidades participantes em eventos desportivos de interesse público ou turístico que se consideram integrados na promoção externa da Região, no valor total de 1.990.021,11€.

Esta Resolução considera que as modalidades de futebol, basquetebol, voleibol, andebol, hóquei em patins, ténis de mesa, futsal e automobilismo, quando praticadas ao mais alto nível, contribuem para a promoção externa dos Açores.

GaCS/PC

Governo dos Açores antecipa pagamento de subsídio de férias para julho, anuncia Vasco Cordeiro

O Presidente do Governo dos Açores, Vasco Cordeiro, anunciou hoje que o Executivo vai pagar o subsídio de férias aos funcionários públicos e do setor empresarial público regional já em julho, antecipando o seu pagamento em relação ao resto do país.

“Atendendo à sustentabilidade financeira da Região, alicerçada no rigor, na transparência e na boa gestão das finanças públicas regionais, bem como ao cumprimento integral das metas orçamentais a que a Região se comprometeu, o Governo dos Açores tem condições e disponibilidade financeira para proceder ao pagamento do subsídio de férias aos funcionários da administração regional já no próximo mês, antecipando assim a data de recebimento desta componente remuneratória em relação aos restantes funcionários públicos do país”, afirmou Vasco Cordeiro.

Numa declaração aos órgãos de comunicação social, acompanhado pelo Vice-Presidente do Governo, Vasco Cordeiro recordou que a decisão do Governo dos Açores, que representa um esforço de cerca de 22 milhões de euros, surge depois de, na passada sexta-feira, a Assembleia da República ter aprovado, apenas com os votos do PSD e do CDS/PP, um diploma que adiou para novembro o pagamento do Subsídio de Férias aos funcionários da administração pública.

“Face a esta decisão tomada pelo PSD e pelo CDS/PP, gostaria de anunciar aos Açorianos que o Governo dos Açores decidiu, no âmbito das prerrogativas que lhe confere o Estatuto Político-Administrativo da Região e no exercício da nossa Autonomia, aprovar esta semana uma proposta de Decreto Legislativo Regional que possibilitará antecipar nos Açores o pagamento do Subsídio de Férias”, adiantou Vasco Cordeiro.

O Governo dos Açores tomou esta decisão o mais rapidamente que era legalmente possível, logo após a decisão da Assembleia da República, e através do instrumento jurídico que efetivamente assegura a concretização deste objetivo, assegurou Vasco Cordeiro, manifestando a convicção de que esta proposta seja “rapidamente aprovada” no Parlamento Regional, a tempo de “todos os funcionários públicos da Região receberem o Subsídio de Férias no próximo mês de julho”.

Para o Presidente do Governo, trata-se de uma decisão de “crucial importância, na medida em que garante uma maior disponibilidade financeira imediata aos trabalhadores, conferindo-lhes maior confiança e estabilidade nos seus orçamentos familiares”.

“Ao aumentar o rendimento disponível das famílias, o Governo dos Açores pretende criar um apoio adicional à atividade económica regional, estimulando o aumento da procura interna e, por esta via, incentivando o consumo, o que resultará também em benefícios importantes para a economia das nossas ilhas e, por consequência, para as nossas empresas”, salientou.

Na declaração que fez no Palácio da Conceição, em Ponta Delgada, Vasco Cordeiro considerou ainda, “em nome da igualdade e da justiça”, que esta medida deve ser estendida aos trabalhadores da administração local dos Açores, salientando, por isso, que a proposta de Decreto Legislativo Regional “assegura a possibilidade dos órgãos deliberativos e executivos das autarquias locais poderem também decidir da atribuição do Subsídio de Férias”.

“Tudo temos feito, e tudo continuaremos a fazer, até ao limite das nossas competências e até ao limite dos nossos recursos, para contrariar os efeitos nefastos das medidas de impiedosa austeridade que sufocam a atividade económica do país, provocam a ruína das empresas e levam as famílias ao desespero”, afirmou o Presidente do Executivo.

“Para o Governo dos Açores, as finanças públicas estão ao serviço dos Açorianos, e porque temos gerido bem e com rigor as nossas finanças públicas, podemos hoje dar aos Açorianos esta boa notícia”, frisou Vasco Cordeiro, recordando que, em abril, tinha afirmado que iria repor “com gosto” o Subsídio de Férias.

“Hoje reafirmo com muito gosto que, não só o iremos fazer, como o faremos antecipando o prazo de pagamento em relação à data que o PSD e o CDS/PP queriam impor aos Açorianos”, afirmou o Presidente do Governo dos Açores.

GaCS/FR

Variação homóloga do Índice de Produção na Construção manteve-se muito negativa – Julho de 2012

Variação homóloga do Índice de Produção na Construção manteve-se muito negativa – Julho de 2012
O índice de produção na construção diminuiu, em julho de 2012, 18,8% em termos homólogos (variação de -19,4% em junho). Relativamente ao mesmo mês do ano anterior, os índices de emprego e de remunerações decresceram 18,2% e 19,0%, respetivamente.

Comércio Internacional: saídas de bens aumentaram 8,3% e entradas de bens diminuíram 6,5% – Julho de 2012

Comércio Internacional: saídas de bens aumentaram 8,3% e entradas de bens diminuíram 6,5% – Julho de 2012
As saídas de bens aumentaram 8,3% e as entradas de bens diminuíram 6,5% no trimestre terminado em julho de 2012, face ao período homólogo de 2011 (maio de 2011/julho de 2011), o que determinou um desagravamento do défice da balança comercial no montante de 1 887,1 milhões de euros.
As exportações de bens para o Brasil têm aumentado nos últimos anos, tendo este mercado ascendido a 11º principal cliente externo de Portugal no 1º semestre de 2012, considerando a totalidade do comércio internacional. Contabilizando apenas as exportações para países extracomunitários, o Brasil surge como o 4º principal destino dos bens nacionais neste período. Destacam-se os produtos Agrícolas como os principais bens exportados para aquele mercado.

Consumo de eletricidade baixou 4,5 por cento até julho

O consumo de eletricidade nos Açores diminuiu 4,5 por cento nos primeiros sete meses deste ano, face ao mesmo período de 2011, revelou hoje o Serviço Regional de Estatística (SREA).
http://estatistica.azores.gov.pt/upl/%7B78d3e597-8a26-480a-90b9-c7218bd52531%7D.htm

Variação homóloga do valor médio de avaliação bancária situou-se em -7,3% – Julho de 2012

O valor médio de avaliação bancária de habitação do total do País situou-se em 1033 euros/m2 em julho de 2012, cor-respondendo a uma diminuição de 0,6% face a junho e uma variação homóloga de -7,3% (no mês anterior as variações em cadeia e homóloga foram, respetivamente, -0,8% e -7,9%). Na Área Metropolitana de Lisboa, o valor médio de avaliação bancária diminuiu 0,3% face ao mês anterior e 8,5% face ao período homólogo, enquanto na Área Metropolitana do Porto estas variações se situaram em 0,2% e -6,8%, respetivamente.

Índice de Preços na Produção Industrial aumentou 3,0% em termos homólogos – Julho de 2012

A taxa de variação homóloga do Índice de Preços na Produção Industrial fixou-se em 3,0% em julho, aumentando 0,3 pontos percentuais face à taxa observada em junho. A variação mensal situou-se em 0,5% (0,2% em julho de 2011).
O índice da secção das Indústrias Transformadoras apresentou uma variação homóloga de 0,9% (1,0% no mês anterior). A variação mensal desta secção foi -0,1% em julho (0,1% em igual mês do ano precedente).

Consumo privado manteve redução e investimento diminuiu mais intensamente em junho. Exportações nominais aceleraram ligeiramente e a queda das importações atenuou-se. – Julho de 2012

Na Área Euro (AE), o PIB em termos reais registou uma variação homóloga de -0,4% no 2º trimestre de 2012 (variação nula no 1º trimestre). Em julho, observou-se um agravamento dos indicadores de sentimento económico e de confiança dos consumidores. No mesmo mês, os preços das matérias-primas e do petróleo apresentaram variações em cadeia de 7,7% e 9,9% (-4,2% e -12,0% em junho), respetivamente.
Em Portugal, de acordo com a estimativa rápida, o PIB em volume apresentou uma taxa de variação homóloga de
-3,3% no 2º trimestre de 2012 (-2,3% no trimestre anterior) e uma variação de -1,2% face ao trimestre precedente. A redução homóloga mais intensa do PIB no 2º trimestre resultou do contributo negativo mais expressivo da procura interna. O indicador de clima económico, disponível até julho, estabilizou, suspendendo o movimento ascendente iniciado em março. O indicador de atividade económica aumentou de forma ténue em junho, interrompendo o forte perfil negativo observado desde setembro de 2010. O indicador de consumo privado registou uma diminuição homóloga intensa em junho, embora estabilizando face ao mês anterior. No mesmo mês, o indicador de FBCF apresentou uma redução ligeiramente mais significativa, em resultado da evolução negativa mais acentuada da componente de construção. Relativamente ao comércio internacional de bens, em termos nominais, as exportações e importações registaram variações homólogas de 6,8% e -8,3% em junho (6,6% e -10,0% no mês anterior), respetivamente.
No 2º trimestre de 2012, a taxa de desemprego situou-se em 15,0% (mais 0,1 p.p. que no trimestre anterior). O emprego por conta de outrem passou de uma variação homóloga de -4,0% no 1º trimestre para -5,0% no 2º trimestre, enquanto o emprego total diminuiu 4,2% nos dois últimos trimestres.
A variação homóloga mensal do Índice de Preços no Consumidor (IPC) foi 2,8% em julho (2,7% em maio e junho). Excluindo a energia e os bens alimentares não transformados, o IPC registou uma taxa de variação homóloga de 1,3% em julho (1,5% no mês anterior). O diferencial entre a variação homóloga do Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) de Portugal e da AE situou-se em 0,4 p.p., mais 0,1 p.p. que nos três meses anteriores.

Taxa de variação homóloga do IPC situou-se em 2,8% – Julho de 2012

O Índice de Preços no Consumidor (IPC) registou uma variação homóloga de 2,8% em julho de 2012 (2,7% no mês anterior). Excluindo do IPC a energia e os bens alimentares não transformados, a taxa de variação homóloga foi 1,3%, menos 0,2 p.p. que a observada em junho para o mesmo agregado. O IPC apresentou uma variação mensal nula (-0,2% em junho de 2012 e -0,1% em julho de 2011). A variação média dos últimos doze meses situou-se em 3,3%, à semelhança do observado em junho de 2012.
O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português registou uma taxa de variação homóloga de 2,8% (2,7% em junho de 2012), superior em 0,4 p.p. à estimada pelo Eurostat para a área do Euro. A taxa de variação mensal do IHPC situou-se em 0,2% e a taxa de variação média dos últimos doze meses foi 3,2%.

Indicador de confiança dos Consumidores aumenta e indicador de clima estabiliza – Julho de 2012

O indicador de confiança dos Consumidores aumentou em julho, prolongando o perfil positivo iniciado em fevereiro.
O indicador de clima económico estabilizou no mês de referência, interrompendo o ligeiro movimento ascendente observado após registar o mínimo da série em fevereiro. Em julho, os indicadores de confiança diminuíram na Indústria Transformadora, na Construção e Obras Públicas e nos Serviços, apenas ligeiramente nos dois primeiros casos, aumentando de forma ténue no Comércio.

Taxa de variação homóloga do mês de Julho, nos Açores

A taxa de variação homóloga do mês de Julho, nos Açores, fixou-se nos 3,04%, tendo a nacional atingido 2,93%. A taxa de inflação média nos Açores subiu para 2,89%, enquanto a nível nacional subiu para 3,14%. A taxa de variação mensal foi -1,09% nos Açores e -0,44% no total do país.

Indicadores de consumo privado e de investimento acentuam redução em Julho. Exportações nominais de bens mantêm um crescimento elevado, embora desacelerando face a Junho. – Agosto de 2011

Em Agosto, os indicadores de sentimento económico e de confiança dos consumidores diminuíram significativamente na Área Euro (AE) e na União Europeia (UE27).

Em Portugal, o indicador de clima económico manteve em Agosto o acentuado movimento descendente iniciado em Julho de 2010. O indicador de actividade económica, disponível até Julho, reforçou o perfil negativo observado desde Setembro de 2010. O indicador de consumo privado diminuiu em Julho, reflectindo o contributo negativo de ambas as componentes, consumo corrente e consumo duradouro, mais expressivo no segundo caso. No mesmo mês, o indicador de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) apresentou uma redução mais intensa, em resultado do contributo mais negativo de todas as componentes, com destaque para a construção. Relativamente ao comércio internacional de bens, em termos nominais, em Julho as exportações voltaram a registar um crescimento homólogo significativo, de 14,9% (17,5% em Junho), enquanto as importações apresentaram uma variação homóloga de 0,2% (1,9% no mês anterior).

Em Agosto, a taxa de variação homóloga mensal do Índice de Preços no Consumidor (IPC) foi 2,9% (3,2% em Julho). No mesmo mês, excluindo energia e bens alimentares não transformados, esta taxa situou-se em 1,8% (2,1% no mês anterior). Os preços das componentes de bens e de serviços do IPC apresentaram crescimentos homólogos de 3,1% e 2,6% em Agosto (3,6% e 2,5% em Julho), respectivamente. O diferencial entre a variação homóloga do Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) de Portugal e a da AE diminuiu 0,2 p.p. em Agosto, situando-se em 0,3 p.p..

Valor médio de avaliação bancária mantém tendência decrescente – Julho de 2011

Em Julho, o valor médio de avaliação bancária de habitação do total do País diminuiu 1,2% face ao observado no mês anterior, situando-se em 1114 euros/m2. Em termos homólogos verificou-se uma diminuição de 4,1% (variação de 2,8% no mês anterior). As Áreas Metropolitanas de Lisboa e do Porto também registaram diminuições em cadeia, que se fixaram em 1,3% e 0,7%, respectivamente. Comparando com o período homólogo a variação nestas áreas metropolitanas foi -5,6% e -6,5%, pela mesma ordem.

Taxa de juro e prestação média no crédito à habitação mantêm tendência crescente – Julho de 2011

Em Julho, a taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação fixou-se em 2,430%, traduzindo um aumento de 0,093 pontos percentuais (p.p.) relativamente ao mês anterior. A prestação média vencida situou-se em 271 euros, mais 2 euros que o valor observado em Junho. Nos contratos celebrados nos últimos 3 meses, a taxa de juro implícita foi 3,795%, superior em 0,281 p.p. ao observado no mês precedente. Para este tipo de contratos, o valor médio da prestação vencida foi 371 euros, mais 15 euros do que em Junho.

Valor do défice do Estado ficou nos 6,6 mil milhões de euros em julho

O valor provisório do défice do Estado nos primeiros sete meses situou-se nos 6,687 mil milhões de euros, registando uma melhoria de 2,243 mil milhões face ao período homólogo, de acordo com a execução orçamental hoje divulgada.

A taxa de variação homóloga do mês de Julho nos Açores fixou-se nos 3,77%

A taxa de variação homóloga do mês de Julho, nos Açores, fixou-se nos 3,77%, tendo a nacional atingido 3,18%. A taxa de inflação média nos Açores subiu para 2,83%, enquanto a nível nacional subiu para 3,05%. A taxa de variação mensal foi 0,94% nos Açores e -0,07% no total do país.

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