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Mercado de trabalho – Portugal

  

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Portugal muda a hora legal para o regime de verão

Portugal muda a hora legal para o regime de verão, na madrugada de domingo, com os relógios a adiantarem-se 6o minutos quando for 01:0o, no Continente e na Madeira, e meia-noite, nos Açores. Com a alteração, Portugal passa a ter uma hora acima do Tempo Universal Coordenado (UTC+i), regulado a partir do meridiano de Greenwich, à semelhança do Reino Unido e da Irlanda. A hora manter-se-á assim até ao próximo dia 25 de outubro, altura em que se atrasam os relógios uma hora, de modo a entrar no horário de inverno.

Lusa

Dignidade do Estado exige posição firme e determinada de Portugal no processo das Lajes

O Presidente do Governo dos Açores defendeu hoje que Portugal deve ter uma posição firme, determinada e veemente sobre a decisão dos EUA de reduzir a sua presença na Base das Lajes, uma vez que, para além dos efeitos económicos e sociais, está também em causa a dignidade da relação entre Estados.

Vasco Cordeiro, numa audição na Comissão de Negócios Estrangeiros da Assembleia da República, reafirmou que, para além dos efeitos sociais e económicos nefastos para a Terceira e para os Açores, a decisão norte-americana de diminuir o contingente militar e civil foi má, na sua substância, e hostil, pela forma como foi tomada e comunicada a Portugal.

Na sua intervenção perante os deputados da comissão parlamentar, o Presidente do Governo recordou que a Base das Lajes, no âmbito da reestruturação das infraestruturas militares dos EUA na Europa, foi a única que registou uma perda total e absoluta, mas também aquela onde o calendário de redução ė mais apertado – até outubro deste ano.

“Urge tomar uma posição clara do Estado Português sobre a forma como foi tratado”, defendeu Vasco Cordeiro, salientando a necessidade de existir clareza neste processo e de se tomarem ações concretas e objetivas que sejam consequentes com os discursos públicos.

Vasco Cordeiro frisou que Governo dos Açores não defende, obviamente, que cessem as relações com os EUA, mas defende que o lugar central que a Base das Lajes assume na relação entre os dois países não pode deixar de ter reflexos no Acordo de Cooperação e Defesa existente entre Portugal e os EUA.

“A Base das Lajes é pedra angular do relacionamento diplomático entre Portugal e os Estados Unidos”, realçou Vasco Cordeiro, para quem a Assembleia da República tem também o dever de “zelar para que Portugal não seja dispensável no âmbito das nações”, nomeadamente junto do Congresso norte-americano.

Nesta audição, Vasco Cordeiro salientou os impactos da redução norte-americana para a ilha Terceira e para os Açores, nomeadamente a perda de cerca de dois mil postos de trabalho diretos e indiretos, assim como um aumento estimado de 15,4 por cento da taxa de desemprego regional e de 55 por cento da taxa na ilha Terceira.

Questionado sobre a eventual instalação em Lisboa do Comando de Segurança Marítima para o Golfo da Guiné, recentemente anunciada pelo Embaixador dos EUA em Portugal, Vasco Cordeiro salientou que esta pode ser uma boa oportunidade para valorizar a posição estratégica dos Açores e uma boa forma de articular as infraestruturas aéreas e portuárias existentes nas Lajes.

“Da parte do Governo dos Açores, não há nada que impeça o trabalho de analisar esta pretensão”, assegurou Vasco Cordeiro aos parlamentares.

Relativamente ao Grupo de Trabalho criado pelo Governo da República, Vasco Cordeiro adiantou que o Governo dos Açores já referiu que a sua criação veio tarde, tendo em conta a necessidade de implementação de medidas que mitiguem os efeitos da redução anunciada, sendo importante que comece a produzir resultados o mais rapidamente possível.
GaCS/PC

Portugal reiterou “forte desagrado pela decisão” dos EUA

Portugal reiterou esta quarta-feira “o seu forte desagrado pela decisão” dos EUA em reduzirem a sua presença militar na base açoriana dos Açores, informou o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).
A delegação portuguesa, no decorrer da reunião da comissão bilateral permanente entre Portugal e os EUA realizada em Lisboa, transmitiu também, “em termos globais, os princípios da sua posição sobre o impacto da decisão norte-americana, designadamente em matéria laboral, de infraestruturas e ambiental, bem como sobre os esforços de mitigação dos efeitos socioeconómicos”, adiantou o MNE em comunicado.
As partes decidiram ainda agendar uma reunião extraordinária da comissão bilateral permanente, em Washington, “para tratar as questões relacionadas com as Lajes”.
“Ambas as partes decidiram intensificar consultas bilaterais no quadro do Acordo de Cooperação e Defesa e ao nível de altos funcionários, com o objetivo de apresentar sugestões à [comissão] relacionadas com as questões laborais e infraestruturas, assim como no que se refere a medidas em benefício dos Açores”, referiu ainda o MNE.
http://www.dn.pt/politica/interior.aspx?content_id=4395674

OCDE antecipa uma desaceleração da melhoria da atividade económica em Portugal

(Lusa) – A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) antecipa uma desaceleração da melhoria da atividade económica em Portugal, segundo os indicadores compósitos avançados divulgados hoje. O indicador mensal para Portugal recuou três centésimas em dezembro, face a novembro, para 101,38 pontos, acima do nível too que marca a média de longo prazo e acima da média dos países da zona euro, que progrediu sete centésimas para 100,6 pontos. Os indicadores compósitos apontam para a tendência de evolução futura da atividade económica num período de quatro a oito meses, antecipando inflexões no ciclo económico.

A atividade económica em Portugal voltou a cair em dezembro

(Lusa) – A atividade económica em Portugal voltou a cair em dezembro, descendo 0,9% em termos homólogos e mantendo-se em terreno negativo pelo quinto mês consecutivo, segundo indicadores divulgados hoje pelo Banco de Portugal (BdP). De acordo com os Indicadores de Conjuntura hoje revelados pelo banco central, este valor é semelhante à descida registada em novembro, mas a atividade económica vinha a desacelerar desde janeiro, quando o indicador ainda estava em terreno positivo, fixando-se nos 14% de evolução favorável. Em agosto o indicador virou a tendência e passou para o negativo, então para -0,2%.

Em Portugal o Produto Interno Bruto per capita expresso em Paridades de Poder de Compra situou-se em 79,0% da média da União Europeia em 2013

O Produto Interno Bruto per capita expresso em Paridades de Poder em Portugal passou de 76,0% da média da União Europeia em 2012 para 79,0% em 2013. Contudo, a posição relativa de Portugal face aos restantes países da União Europeia manteve-se.

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Índice de Bem-estar para Portugal reduz-se a partir de 2012

O INE apresenta os principais resultados do estudo “Índice de Bem-estar para Portugal” que realizou pelo segundo ano consecutivo. Este estudo baseia-se na metodologia definida por um conjunto de organizações internacionais, nomeadamente a OCDE e o Eurostat, e aplicada por vários Institutos de Estatística.
O índice agora divulgado abrange o período de 2004 a 2013, correspondendo este último ano a resultados preliminares e continuará a ser objeto de atualização e divulgação anual.
O Índice de Bem-estar apresenta uma redução em 2012 projetando-se a continuação desse agravamento para 2013.
Dos 10 domínios que integram o IBE, a Educação, a Saúde e o Ambiente são as componentes do bem-estar com evolução mais favorável no período analisado.
Inversamente, os domínios Trabalho e remuneração e Vulnerabilidade económica são aqueles cuja evolução foi mais desfavorável.
Os dois índices sintéticos, Condições materiais de vida e Qualidade de vida, evoluíram em sentidos opostos, com o primeiro a evidenciar uma tendência decrescente, que se acentuou de 2010 para 2013, e o segundo a apresentar uma tendência crescente, embora bastante atenuada após 2011.

Viagens turísticas efetuadas pelos residentes em Portugal aumentaram 11,5%

No 2o trimestre de 2014 foram efetuadas 4,4 milhões de deslocações turísticas pelos residentes em Portugal, +11,5% comparativamente como o trimestre homólogo de 20131. Esta variação contrasta com a redução de 3,5% registada no trimestre anterior mas deve-se em larga medida ao facto do período da Páscoa ter ocorrido no 2o trimestre de 2014 e em 2013 ter sucedido no 1o trimestre.

As crianças são o grupo etário em maior risco de pobreza em Portugal

Pobreza Infantil
Desde 2008, as crianças são o grupo etário em maior risco de pobreza em Portugal.
As transferências sociais reduzem significativamente o número de crianças em risco de pobreza – de
33% para 22% do total de crianças – no entanto, esta percentagem é ainda muito elevada em termos
internacionais.
Com o início da crise, aumentou o fosso entre famílias com e sem crianças, estando as primeiras
em maior risco de pobreza. O risco de pobreza é mais elevado nas famílias numerosas (41%), nas
famílias monoparentais (31%) e nas pessoas desempregadas (38%).
Estão em grave risco de pobreza as famílias monoparentais em que a mãe/o pai está
desempregado (90%) e os casais com crianças em que os dois membros (53%) ou um membro
do casal (34%) estão desempregados.
Entre Outubro de 2010 e Junho de 2013, o número de casais desempregados inscritos nos
centros de emprego subiu de 1.530 para 12.065 (+688%). A taxa de emprego de adultos com crianças a seu cargo é significativamente mais baixa nos adultos com baixos níveis de escolaridade (73%) do que nos adultos com níveis de escolaridade elevada (88%).
Privação material
A variação do consumo das famílias mantém-se em terreno negativo desde 2010 (-3,8% entre 2010 e 2012). Os cortes têm atingido sobretudo o consumo de bens duradouros e bens não- alimentares e serviços.
Em 2012, cerca de um quarto das crianças em Portugal (24%) vivia em agregados com privação material – famílias que revelam dificuldades relativamente a pelo menos três dos nove indicadores utilizados a nível europeu para medir a privação1.
Uma em cada 10 crianças vive em agregados com um nível de privação severa (quatro ou mais itens de privação material). A taxa de privação material infantil atingiu o valor máximo de 27,5% em 2010 – ano em que foram adoptadas as primeiras medidas de austeridade em Portugal. Segundo os dados disponíveis, este valor tem vindo a decrescer desde 2010, não deixando, no entanto, de ser o mais elevado comparativamente a outros grupos etários.
As crianças de famílias com baixos níveis de rendimento são as mais afectadas (com cerca de 25% dos agregados no primeiro quintil de rendimentos em situação de privação severa).

http://www.unicef.pt/as-criancas-e-a-crise-em-portugal/files/Sumario_Executivo-As-criancas-crise-Portugal.pdf

Portugal no 21.º lugar em `ranking` de 37 países relativo ao salário médio anual

(Lusa) — Portugal ocupa a 21.ª posição entre 37 países da Europa, Médio-Oriente e África no que se refere ao salário médio líquido anual de um profissional sénior, num `ranking` liderado pela Suíça, Noruega e Dinamarca.
De acordo com as conclusões de um estudo da consultora Mercer sobre os custos totais do trabalho no mundo, hoje divulgado, em Portugal o valor
médio de salário líquido anual para profissionais seniores é de 28.194
dólares, o que compara com os 129.329 dólares da líder Suíça, os 98.778 dólares da Noruega (que surge na segunda posição) e os 95.137 dólares da
Dinamarca (terceiro lugar).
Quanto ao continente americano, o primeiro lugar é ocupado pelo Canadá,
que regista um valor de 64.107 dólares, seguido dos EUA (61.152 dólares) e de Porto Rico (55.897 dólares), enquanto em último lugar surge o México, com 22.317 dólares.

O diretor comercial para Portugal da easyJet admitiu hoje que a companhia aérea pretende colocar à venda o destino Ponta Delgada na primeira quinzena de outubro e começar a voar para os Açores a partir de março de 2015

(Lusa) – O diretor comercial para Portugal da easyJet admitiu hoje que a companhia aérea pretende colocar à venda o destino Ponta Delgada na primeira quinzena de outubro e começar a voar para os Açores a partir de março de 2015. “No início de outubro, iremos colocar à venda os novos destinos. Então, de forma ideal, nós gostaríamos de colocar à venda o destino Ponta Delgada até final da primeira quinzena de outubro”, disse José Lopes aos jornalistas a saída de uma reunião com o Governo Regional dos Açores. O diretor comercial esteve em Ponta Delgada para se inteirar do estado do processo de liberalização de parte do espaço aéreo regional e admitiu que “o prazo começa a ser curto ‘, correndo-se o risco de se fazer “uma operação mais pequena nos Açores” ou de o serviço para o arquipélago ficar em causa.

Portugal com uma das menores taxas de empregos disponíveis no 2.2 trimestre

(Lusa) — A taxa de empregos disponíveis na zona euro ficou estável nos 1,7% no segundo trimestre, com Portugal a manter também os 0,6% registados do período anterior, uma das menores da Europa, divulgou hoje o Eurostat. Entre abril e junho, a taxa de empregos disponíveis na zona euro fixou-se em 1,7% na zona euro e 1,6% nos 28 países da União Europeia. Em ambos os casos, o valor do segundo trimestre é igual ao registado no primeiro trimestre, mas acima dos 1,5% do período homólogo (segundo trimestre do ano passado).

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Dados da Produtividade

Dados do Conference Board, uma organização não-governamental de pesquisas econômicas com sede em Nova York.

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A população jovem em Portugal diminuiu em quase meio milhão de pessoas 11 de agosto de 2014

Na última década, o número de jovens entre os 15 e os 29 anos reduziu-se em quase meio milhão em Portugal. Entre 2001 e 2011, em 302 dos 308 municípios portugueses, diminuiu o número de jovens.
Jovens têm um peso significativo na emigração: em 2012 estima-se em cerca de 26 mil, o número de jovens emigrantes permanentes (50% do total) e em cerca de 27 mil os jovens emigrantes temporários (39%).
Os jovens casam cada vez mais tarde e aumentou o número de jovens que permanecem a residir com os pais. Em 2011, 68,3% dos jovens residia com pelo menos um dos pais e 21,5% tinha constituído a sua própria família enquanto casal.
Os níveis de qualificação têm aumentado entre a população jovem: a percentagem de jovens, entre os 15 e os 29 anos, com curso superior passou de 8,3% em 2001 para 14,9% em 2011. Apesar disso ainda se verifica um elevado número de situações de abandono precoce de educação e formação, que atingia, em 2013, 18,9% dos jovens, entre os 18 e os 24 anos.
Cerca de 98% dos jovens utilizam computador e internet e 80% conhece pelo menos uma língua estrangeira.
Entre 2011 e 2013, em média cerca de 55% dos jovens dos 15 aos 29 anos estavam no mercado de trabalho (40,6% empregados e 14,4% desempregados). A taxa de desemprego dos jovens foi de 26,3%em média nesse período, quase o dobro da taxa de desemprego total.
Os jovens dos 15 aos 29 anos têm rendimentos do trabalho inferiores à média nacional e essa diferença tem aumentado.

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Portugal vai ter 200 milhões de euros comunitários para gastar em estradas, mas o dinheiro só poderá ser aplicado nas ilhas ou em vias que promovam a competitividade

“Foi possível chegar a acordo e convencer a comissão europeia de que, em certos casos – que são excecionais -, o apoio a pequenos troços pode ser justificado à luz do objetivo de competitividade e internacionalização”.
“Há também disponibilidade de fundos para investimentos rodoviários nas ilhas”… “pequenos troços” nos Açores que não excedem os 16 milhões de euros e que correspondem ao que estava no Programa Operacional Regional dos Açores.
Miguel Poiares Maduro

O número de pessoas empregadas em Portugal caiu 0,3% no primeiro trimestre do ano, revelou hoje o Eurostat.

O número de pessoas empregadas em Portugal caiu 0,3% no primeiro trimestre do ano, revelou hoje o Eurostat.

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Portugal é um dos países da Europa onde mais custa aos consumidores pagar a eletricidade e o gás

De acordo com os dados do segundo semestre de 2013 do Eurostat, o preço da eletricidade em Portugal é de 21,3 euros por cada 100 kwh consumidos.

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PORTUGAL SAI SEM PROGRAMA CAUTELAR

PORTUGAL SAI SEM PROGRAMA CAUTELAR
“Hoje, em Conselho de Ministros, o Governo decidiu que sairemos do Programa de Assistência sem recorrer a qualquer programa cautelar.”
“A nossa escolha está alicerçada no apoio dos nossos parceiros europeus, que de forma inequívoca o manifestaram fosse qual fosse a opção que viéssemos a tomar.”
“Todos sabemos que ainda temos um longo caminho para percorrer e que não é de um dia para o outro que gozaremos de todos os benefícios de sermos autónomos outra vez”.
http://www.portugal.gov.pt/media/1407977/20140504%20pm%20fim%20paef.pdf

Maior acidente aéreo em Portugal foi há 25 anos na ilha de Santa Maria

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Governo dos Açores confirma consulta para transbordo de armas químicas na Praia da Vitória

Governo dos Açores confirma consulta para transbordo de armas químicas na Praia da Vitória.
LUSA

Declaração do Presidente do Governo dos Açores

1) O Governo dos Açores confirma que foi consultado e que tem acompanhado o processo de disponibilização por Portugal de instalações portuárias na Praia da Vitória, no âmbito da Resolução aprovada pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas relativa ao processo de destruição de material químico da Síria.

2) Nestas questões de empenhamento internacional de Portugal, como, aliás, num conjunto de outras questões, salvaguardados os aspetos da segurança e da legalidade internacional, a solidariedade é assumida e praticada pelo Governo dos Açores para com o resto do país.

3) Conforme é público, ainda não há nenhuma decisão sobre esta matéria e o Governo dos Açores tem acompanhado em estreita articulação, desde logo com o Ministério dos Negócios Estrangeiros, um conjunto de questões que interessa clarificar e detalhar em relação a este processo, nomeadamente, as que dizem respeito a aspetos de segurança e operacionalidade das instalações portuárias.

4) Esta operação de transbordo só ocorrerá se, do esclarecimento de todas estas questões, for ajuizado que, efetivamente, os aspetos de segurança estão acautelados.

5) Do ponto de vista da articulação com o Governo dos Açores, até este momento, não há nada a apontar em relação ao comportamento e à atuação do Ministério dos Negócios Estrangeiros neste processo.

GaCS/PC

Produto Interno Bruto Regional

Resultados preliminares de 2012
Em 2012 o PIB nacional registou um decréscimo nominal de 3,5% e de 3,2% em termos reais. Estima-se que o PIB em termos nominais tenha decrescido mais que a média nacional na Região Autónoma da Madeira (-6,4%), no Centro (-4,1%) e na Região Autónoma dos Açores (-3,9%). A região Norte destaca-se por apresentar a evolução menos negativa (-2,6%), observando-se nas restantes regiões decréscimos próximos do conjunto do país, nomeadamente no caso do Algarve, que tinha apresentado nos dois anos anteriores as variações mais baixas de entre todas as regiões.
Em termos reais, a Região Autónoma da Madeira apresenta-se como a que registou o maior decréscimo em volume (-7,1%). Este resultado, tal como já tinha ocorrido no ano anterior mas de forma menos acentuada, está fortemente influenciado pela saída de diversas empresas de dimensão relevante que anteriormente operavam a partir do CINM, levando a que o VAB das atividades aí desenvolvidas tivesse sofrido uma assinalável redução.

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Representantes políticos do Massachusetts garantem empenho na defesa da base das Lajes

Representantes políticos do estado norte-americano do Massachusetts garantiram estar a fazer tudo para influenciar o Senado e o Governo dos EUA a reavaliarem a questão das Lajes, sublinhando que os resultados podem demorar meses.
LUSA

“Estamos a caminho de uma nova ditadura”, diz Mário Soares

Mário Soares considerou que Portugal está a caminho de uma nova ditadura, dando como exemplo o que se está a passar esta noite com agentes de forças policiais em frente ao parlamento.
LUSA

Paul de Grauwe entende que Portugal cometeu o “erro” de ser o melhor aluno da troika, quando a economia estaria melhor se assim não fosse

“O governo português fez o grande erro de tentar ser o melhor da turma no concurso de beleza da austeridade. Não havia razão para Portugal fazer isso, podia não ser o melhor da turma, podia ser mesmo o pior e isso seria melhor para economia”.
“Portugal e outros países do Sul da Europa deviam unir-se e dizer que a maneira como os tratam não é aceitável. Quando Portugal, Grécia, Irlanda e Espanha levam a cabo medidas de austeridade, os outros países do Norte da Europa deviam fazer o inverso e estimular a economia. Vocês têm influência na Comissão Europeia, mas não a usam”.
“A Zona Euro tornou-se um sistema em que a nações creditícias mandam. Mas a responsabilidade da crise não é só dos devedores, mas também dos credores. Por isso, a Comissão Europeia devia intervir no interesse dos credores e também dos devedores”.
“O capitalismo é um sistema fantástico, mas muito instável, que produz altos e baixos, períodos de optimismo e pessimismo, e nos baixos o Governo tem de juntar as peças e os défices necessariamente aumentam. Precisamos de Governos que protejam os cidadãos, que os ajudem. Se não o fizerem, a legitimidade dos Governos fica em causa”.
Paul de Grauwe

A Comissão propõe a redução do uso de sacos de plástico

A Comissão propõe a redução do uso de sacos de plástico
A Comissão Europeia adotou hoje uma proposta que obriga os Estados-Membros a reduzirem a utilização de sacos de plástico leves. Os Estados-Membros podem escolher as medidas que considerem mais adequadas, incluindo a aplicação de taxas, o estabelecimento de metas nacionais de redução ou uma proibição, sob certas condições. Os sacos de plástico leves são muitas vezes utilizados apenas uma vez, mas podem permanecer no ambiente durante centenas de anos, muitas vezes sob a forma de partículas microscópicas nocivas consabidamente perigosas, sobretudo para a vida marinha.

O Comissário responsável pelo Ambiente , Janez Potočnik, declarou: “Estamos a tomar medidas para resolver um problema ambiental muito grave e com grande visibilidade. Todos os anos, mais de 8 mil milhões de sacos de plástico vão para o lixo na Europa, provocando elevados danos ambientais. Alguns Estados-Membros já alcançaram grandes resultados na redução do uso de sacos de plástico. Se outros Estados-Membros seguissem este exemplo, poderíamos reduzir a atual utilização global na União Europeia até 80 %.”

Do ponto de vista técnico, a proposta aperfeiçoa a Diretiva relativa a embalagens e resíduos de embalagens, acrescentando dois elementos principais. Em primeiro lugar, os Estados-Membros são obrigados a adotar medidas destinadas a reduzir a utilização de sacos de plástico com uma espessura inferior a 50 mícrones, na medida em que estes são reutilizados menos frequentemente do que os sacos de plástico mais espessos, sendo os primeiros na maior parte das vezes logo colocados no lixo. Em segundo lugar, essas medidas podem incluir a utilização de instrumentos económicos, tais como aplicação de taxas, estabelecimento de metas nacionais de redução e restrições de comercialização (sujeitas às regras do mercado interno do Tratado sobre o Funcionamento da União Europeia). As elevadas percentagens de redução registadas em alguns Estados-Membros da UE, através da introdução de taxas e de outras medidas, mostram que os resultados podem ser atingidos através de medidas eficazes.

A proposta vem no seguimento das medidas adotadas pelos Estados-Membros a título individual e dos apelos efectuados pelos Ministros do Ambiente da UE para que a Comissão avalie as possibilidades de ação a nível da UE. Tal facto ocorre após extensas consultas públicas que encontraram um amplo apoio para uma iniciativa neste domínio a nível da UE.

Contexto
As características que tornaram os sacos de plástico um êxito comercial — pouco peso e resistência à degradação — contribuíram também para a sua proliferação no meio ambiente. Estes escapam aos fluxos de gestão de resíduos e acumulam-se no nosso ambiente, principalmente sob a forma de lixo marinho. A partir do momento em que são deitados fora, os sacos de plástico podem durar centenas de anos. O lixo marinho é cada vez mais reconhecido como um dos principais problemas mundiais, representando uma ameaça para os ecossistemas marinhos e para os animais, designadamente os peixes e as aves. Há também provas de grande acumulação de detritos nos mares europeus.

Em 2010, estima-se que 98 600 milhões de sacos de plástico tenham sido colocados no mercado da UE, o que significa que cada cidadão da UE utilizou cerca de 198 sacos de plástico por ano. Destes quase 100 mil milhões de sacos, a grande maioria são sacos de plástico leves, que são reutilizados menos frequentemente do que os outros sacos mais espessos. Os dados relativos à utilização são muito variáveis entre os diversos Estados-Membros, revelando uma utilização anual per capita de sacos de plástico leves que, segundo se estima, varia entre 4 sacos na Dinamarca e na Finlândia, e 466 sacos na Polónia, Portugal e Eslováquia.

 

Relógios atrasam uma hora na próxima madrugada

Relógios atrasam uma hora na próxima madrugada.
No dia 27 de Outubro de 2013, tem início o período de “Hora de Inverno”.

Os relógios irão ser atrasados 60 minutos às 2h00 da madrugada de Domingo em Portugal continental e na Região Autónoma da Madeira, passando para a 1h00.

Na Região Autónoma dos Açores a mudança será feita à 1h00 da madrugada de Domingo, dia 27 de Outubro, passando para a meia-noite (00h00).

Portugal é 34º em ranking de bem-estar de idosos

Portugal é 34º em ranking de bem-estar de idososCapturar

Mapa autárquico de Portugal

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Taxa de variação média dos últimos doze meses do IPC diminuiu para 1,0% – Agosto de 2013

Em agosto de 2013, a taxa de variação média dos últimos doze meses do IPC situou-se em 1,0%, inferior em 0,3 pontos percentuais (p.p.) à observada no mês anterior. O indicador de inflação subjacente, medido pelo índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos, apresentou uma taxa de variação média de 0,5%, o que compara com a variação de 0,6% registada no mês anterior.
A taxa de variação média dos últimos doze meses do IHPC em Portugal passou de 1,4% em julho para 1,1% em agosto. Em julho de 2013 esta taxa foi inferior em 0,6 p.p. à observada para os países pertencentes à área do Euro. Em agosto, com base na estimativa do Eurostat, estima-se que a taxa de variação média dos últimos doze meses do IHPC português seja inferior em 0,7 p.p. à observada para os países pertencentes à área do Euro.

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