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A Sata Air Açores foi a única empresa que apresentou uma proposta ao concurso para o serviço público de transporte aéreo regular entre as ilhas dos Açores

A Sata Air Açores foi a única empresa que apresentou uma proposta ao concurso para o serviço público de transporte aéreo regular entre as ilhas dos Açores que entra em vigor a partir de 01 de outubro. A informação foi avançada hoje pela presidente do júri do concurso público internacional, Goreti Gouveia, num ato público de abertura de propostas que decorreu na Secretaria Regional do Turismo e Transportes do Governo dos Açores, em Ponta Delgada. “Só houve uma candidatura, uma proposta, que foi a Sata Air Açores SA. O valor da proposta foi de 134 milhões 998 mil e 556 euros para o período de cinco anos”, disse a presidente do júri.

LUSA

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Sata Rallye Açores: Classificação Final

  
         

SATA fechou 2014 com prejuízo de 35 milhões de euros

(Lusa) – 0 Grupo SATA terminou 2014 com um prejuízo de 35 milhões de euros, revelou hoje o presidente do conselho de administração da companhia aérea dos Açores, Luís Parreirão. Segundo os dados revelados por Luís Parreirão, a empresa fechou 2014 com um passivo de 162 milhões de euros, sendo 122 milhões respeitantes a dívida bancária de curto prazo. Já as dívidas dos governos da República e Regional à empresa, ao abrigo dos contratos de prestação do serviço público de transporte aéreo de passageiros, ascendiam, no final do ano passado, a 63 milhões de euros, afirmou ainda o presidente da SATA, durante uma audição no parlamento dos Açores, em Ponta Delgada.

Esclarecimento do Governo dos Açores

Na sequência de notícias vindas a público e que têm por base informação veiculada pelo PSD/Açores acerca de um alegado acordo entre a SATA e a TAP para que a transportadora aérea nacional abandonasse as rotas de serviço público para a Horta e Pico, importa esclarecer o seguinte:

O Governo dos Açores reafirma aquilo que já foi claramente afirmado: não foi estabelecido nenhum acordo, nem entre o Governo dos Açores e o Governo da República, nem entre a SATA e a TAP, que possibilitasse a esta ultima abandonar as rotas de serviço público que prestava para as ilhas do Faial e Pico.

As notícias acerca da existência de um alegado acordo são baseadas em informações falsas, tendo apenas como objetivo ocultar o óbvio, ou seja, que a TAP, empresa pública sob tutela do Governo da República, abandonou as rotas de serviço público das ilhas do Faial e do Pico.

O Governo dos Açores lamenta que, em vez de exigir que a empresa pública nacional de transportes aéreos cumpra as obrigações que decorrem da sua natureza de empresa pública e das obrigações que lhe foram fixadas pelo Governo, uma vez privatizada, o PSD/Açores prefira, mais uma vez, exigir aos Açores o que descaradamente perdoa ao Governo da República.

Quem tem de dar explicações neste assunto não é o Governo dos Açores, nem a SATA.

Quem tem de dar resposta a estas duas simples questões é o Governo da República:

1 – O Governo da República concordou ou concorda que a ainda empresa pública TAP abandone as rotas de serviço público do Faial e Pico?

2 – Se o Governo da República afirmou, ainda antes da privatização da TAP, que esta tinha de continuar a assegurar o serviço público para as Regiões Autónomas por que razão, ainda antes da privatização, o Governo da República já está a faltar à sua palavra?

O Governo dos Açores reitera os factos: perante o facto consumado do abandono das ligações referidas por parte da TAP, a SATA decidiu agir e garantir estas mesmas ligações.
GaCS/SRTT

Esclarecimento da SATA

Esclarecimento
Publicado a 08 Abril, 2015
Ao longo dos últimos dias tem vindo a opinião pública a ser confrontada com afirmações várias que procuram instilar a ideia de que existe um acordo secreto entre a SATA e a TAP a propósito da execução das rotas LIS/HOR/LIS e LIS/PIX/LIS. Importa, assim, esclarecer a opinião pública de forma clara e inequívoca:
1.As empresas SATA Internacional e TAP têm relações comerciais antigas que se materializaram ao longo dos últimos anos na realização de voos em code-share, na prestação de serviços de manutenção da TAP à SATA, na prestação mútua de serviços de Handling, na venda de produtos de catering.
2.Estas relações comerciais nunca implicaram, nem se traduziram no condicionamento da estratégia de qualquer uma das empresas por parte da outra.
3.Em 27 de Janeiro de 2015 foi publicada a Comunicação da Comissão que prevê a “revogação de obrigações de serviços públicos relativas a serviços aéreos regulares”.
4. Na mesma data foi publicada a Comunicação da Comissão 2015/c27/04 sobre “Alteração das obrigações de serviço público relativas a serviços aéreos regulares”.
5.Em 23 de Fevereiro de 2015, a TAP, em reunião com a SATA, informou esta que a partir de 29 de Março iria deixar de fazer as rotas de serviço público, ou seja, as ligações LIS/HOR/LIS e LIS/PIX/LIS, decisão já tomada.
6.A SATA, confrontada com tal decisão e apesar de estar consciente que estas rotas apresentam uma exploração deficitária, entendeu que a sua natureza pública e os objetivos de serviço público que presidem à sua atividade lhe impunham a prestação dos serviços de transporte aéreo naquelas rotas. Procedimento que adotou, consciente que, se não o fizesse, tais rotas ficariam sem operador, tanto mais que tendo a SATA questionado o INAC sobre o que aconteceria no caso de nenhuma companhia aérea manifestar interesse em prestar o serviço, a resposta foi:
“Caso nenhuma transportadora aérea demonstre o interesse pela exploração de uma ou mais rotas objeto da presente Comunicação da Comissão, caberá ao INAC, IP informar a Secretaria de Estado das Infraestruturas, Transportes e Comunicações”
Independentemente de outras considerações, estes são os factos relevantes.

Secretário regional do Turismo e Transportes dos Açores disse hoje que o executivo está “empenhado”, enquanto acionista, em ajudar o grupo SATA a vencer o desafio imposto pela liberalização do transporte aéreo

O secretário regional do Turismo e Transportes dos Açores disse hoje que o executivo está “empenhado”, enquanto acionista, em ajudar o grupo SATA a vencer o desafio imposto pela liberalização do transporte aéreo. “O Governo dos Açores, enquanto acionista da SATA, está empenhado em ajudar a companhia a vencer todos esses novos desafios dentro do novo quadro legal em que ela se insere, e é isso que iremos fazer”, declarou Vítor Fraga aos jornalistas. O titular da pasta dos Transportes reagia, no aeroporto de Ponta Delgada, no âmbito da chegada do primeiro voo “low cost” aos Açores, a uma carta aberta enviada pelos trabalhadores da SATA e sindicatos ao presidente do executivo regional, onde dizem temer pelo futuro da companhia.
Lusa

Comissão de inquérito à SATA vai ouvir Vasco Cordeiro, Carlos César e Berta Cabral Ponta 

A comissão de inquérito sobre a SATA criada nos Açores decidiu hoje ouvir m personalidades e entidades, entre elas o atual e o anterior presidente do Governo Regional, Vasco Cordeiro e Carlos César, que poderão responder por escrito. Constam ainda da primeira lista de audições a realizar os presidentes do conselho de administração da SATA entre 2009 e 2014, estando entre eles a atual secretaria de Estado da Defesa Nacional, Berta Cabral, que não goza da possibilidade de responder por escrito aos deputados do parlamento dos Açores. Luis Farreirão preside neste momento administração da transportadora aérea açoriana, tendo sido precedido na cargo por António Gomes de Meneses e António Cansado. Outro nome que será chamado à comissão é Vítor Fraga, que é hoje secretário regional dos Transportes e já foi administrador da SATA.
A Comissão Parlamentar de Inquérito ao Grupo SATA tem a missão de averiguar a “verdadeira situação” da transportadora aérea açoriana e “as razões” que a ela conduziram.

Lusa

Luís Parreirão: “Rotas liberalizadas representam 35% da receita da SATA”



Tem-se falado muito da chegada das low-cost aos Açores. Como é que a SATA, que até aqui geria a ligação sozinha, em regime de serviço público, está a encarar esta notícia?

A nossa posição é a de olhar para a realidade e gerir a empresa o melhor que podemos para que seja rentável. Cada empresa tem o seu mercado, o seu target , e tem de saber oferecer o melhor produto possível e da forma mais competitiva. Certamente que o público que compra um BMW topo de gama ou um Morris Mini dos antigos não é o mesmo. Mas todos os públicos são respeitáveis e todos os negócios são respeitáveis. A nossa previsão é que a liberalização do mercado traga também algum tráfego novo. O tráfego novo acontece sempre e, se algum será absorvido por outras companhias, uma parte virá para a SATA. A nossa preocupação central é de serviço aos Açores e conectividade dos Açores. E por isso digo com algum orgulho que Açores é SATA.

Mesmo com a liberalização?

Só nós oferecemos tanta conectividade aos Açores. Só nós voamos do continente para todas as ilhas que têm aeroportos; do Porto para os dois maiores aeroportos dos Açores. Só no Verão IATA (que se inicia no final de março) disponibilizamos 370 mil lugares entre os Açores e o continente, o que dá uma média de 1770 lugares por dia, 11 voos por dia. Já nos voos interilhas vamos oferecer 466 mil lugares, 222 lugares por dia, 36 voos por dia. Tudo isto é um serviço de sentido público, porque é assim que encaramos esta atividade, mesmo quando estamos a voar para EUA ou Canadá. A SATA só existe porque a comunidade que reside nas nove ilhas precisa desta companhia aérea e é verdade que está a ser confrontada com novos desafios, voar para aeroportos para onde nunca voou e a um ritmo muito mais elevado, mas os colaboradores estão a responder muito positivamente.

Com a entrada das low-cost será inevitável perderem alguma quota de mercado nas ligações ao continente. Qual é a percentagem do negócio que corresponde ao serviço agora liberalizado?

As rotas liberalizadas [continente-Ponta Delgada ou Terceira] representam 35% da receita da SATA no ano passado. Mas apesar de existir concorrência, sentimos que há uma relação de confiança entre os clientes e a companhia que nos tem permitido assegurar um volume de vendas acima do que era a nossa pior expectativa.

Mesmo achando que quem compra uma tarifa SATA não vai comprar uma tarifa low-cost?

Eu não poria o assunto assim, porque tudo dependerá das circunstâncias e dos momentos. A nossa preocupação é trabalhar na maior fidelização dos clientes e tentar aumentar a penetração nos segmentos que têm maior apetência para alterar o voo para outro dia, trazer mais bagagem, marcar o lugar ou ter um serviço a bordo diferenciado. Há mais ou menos clientes para tudo e este é o nosso cliente. Além disso, temos um foco no cliente açoriano que é quem verdadeiramente nos obriga a diferenciar a oferta pela qualidade do serviço.

O facto de as novas operadoras serem companhias low-cost aumenta a pressão para que reduzam os preços dos bilhetes?

Perante tudo o que já disse da diferenciação do serviço, posso adiantar que no verão IATA 2015, dos 370 mil lugares oferecidos, vamos ter no mínimo 50 mil lugares com tarifas promocionais. Isso quer dizer que estamos atentos aos nossos clientes e à possibilidade de lhes permitir poupanças no transporte aéreo. Os clientes SATA estão habituados a campanhas e a algumas tarifas promocionais, e isso vai manter-se.

Mas é sequer possível competir com preços que vão desde 29,99 euros, como agora surgem?

Nós nunca nos posicionamos no mercado pelo preço, sobretudo, quando o preço atinge esse tipo de valores. Eu sei que frequentemente as pessoas se questionam por que razão uns podem e outros não; porque uns vendem a 30 euros e outros não vendem a menos de 100 euros. Sem me pronunciar sobre outras empresas, este tema é relativamente simples: as estruturas operacionais das companhias de baixo custo são muito diferentes, basta ver que praticamente não têm, por exemplo, voos intercontinentais ou voos noturnos. Enfim, cada uma tem o seu padrão. E os vários padrões exigem custos diferenciados, tanto em matéria de recursos humanos como, até, de combustível.

Como é que fica a subsidiação da SATA com a liberalização das rotas?

A SATA tinha tradicionalmente dois contratos. Um contrato de serviço interilhas, que se mantém, e um contrato para as ligações Açores-continente. Para esse serviço havia um subsídio à própria companhia que se traduzia numa receita anual de cerca de 13 milhões de euros. E isso desaparece porque agora o subsídio é ao preço do bilhete e é pago diretamente ao cidadão.

http://www.dinheirovivo.pt/empresas/interior.aspx?content_id=4454554&page=-1

Encaminhamentos Inter-ilhas

No âmbito da alteração do modelo de transporte aéreo nas rotas Continente- Açores e Açores – Madeira, a SATA está obrigada a disponibilizar um serviço de encaminhamento, sem encargos para o passageiro, de passageiros em viagens no interior da Região Autónoma dos Açores, com origem ou destino no continente Português ou no Funchal, que pretendam utilizar nas suas deslocações qualquer das gateways dos Açores. Ler mais deste artigo

Programação dos voos da SATA Internacional para o próximo Verão IATA, ou seja a partir de 29 de março

Comunicado
Publicado a 04 Março, 2015
A atividade operacional das companhias aéreas é sempre programada tomando por referência os períodos denominados como Verão IATA e Inverno IATA.
Assim, e tendo em vista a programação dos voos para o próximo Verão IATA, ou seja a partir de 29 de março, e face às notícias que têm sido divulgadas em alguma comunicação social nas últimas horas, as quais referem aspetos da programação operacional da SATA no âmbito do novo modelo de serviço público do transporte aéreo nos Açores, a SATA esclarece o seguinte:
a) A partir de 29 de março a SATA passará a voar de todas as gateways dos Açores (Ponta Delgada, Terceira, Pico, Santa Maria e Faial) para o Continente Português e só a SATA o fará.
b) A atividade prosseguida é programada sem qualquer necessidade de aprovação no que tange às rotas com origem, ou destino, em Ponta Delgada ou Terceira.
c) No âmbito do novo modelo de serviço público do transporte aéreo nos Açores, para as rotas de Lisboa/Santa Maria; Lisboa/Pico e Lisboa/Horta, a SATA está a desenvolver um conjunto de trabalhos técnicos no domínio da sua programação operacional que submeterá, nos termos da lei, ao INAC;
d) A programação operacional da SATA responde ao que o Estado Português fixou como Obrigações de Serviço Público, ultrapassando, nalguns casos, o que está legalmente definido para o Verão IATA.
Assim, a programação da SATA, e relativamente às rotas abrangidas pelas obrigações de serviço público, será a seguinte, por rota:
Lisboa/Horta/Lisboa
Abril, maio e outubro – 5 rotações semanais – 3ª, 4ª, 5ª, 6ª Feiras e Domingo;
Junho e setembro – uma rotação diária;
Julho e agosto – 10 rotações semanais, distribuídas em 1 por dia, com a 3ª, 5ª e 6ª Feiras com duas rotações;

Lisboa/Pico/Lisboa
De abril a outubro – 2 rotações semanais – 2ª Feira e Sábado;
Voos operados via Terceira

Lisboa/Santa Maria/Lisboa
De abril a outubro – 2 rotações semanais – 5ª Feira e Domingo;

Voos operados via Ponta Delgada
A programação que integrará a proposta da SATA tem em atenção o histórico do total de tráfego, transportado pela SATA e TAP em 2014 e assegurará na rota de Santa Maria a duplicação da capacidade atualmente oferecida e na rota do Pico a manutenção da capacidade atual nos meses de julho e agosto, e a duplicação da capacidade atualmente oferecida nos restantes dez meses do ano.
Na rota de Lisboa para a Horta a capacidade operada durante todo o ano é superior, em 27%, à capacidade efetivamente utilizada em 2014, tendo a companhia disponibilidade pontual para responder a eventuais crescimento da procura.

A programação semanal de rotações nas rotas liberalizadas será a seguinte:
Lisboa/Ponta Delgada/Lisboa
Abril, maio e outubro – 11 rotações semanais;
Junho e setembro – 12 rotações semanais;
Julho e agosto – 13 rotações semanais.

Lisboa/Terceira/Lisboa
Abril, maio, junho, setembro e outubro – 5 rotações semanais;
Julho e agosto – 6 rotações semanais.

Porto/Ponta Delgada/Porto
Abril, maio e outubro – 5 rotações semanais;
Junho e setembro – 6 rotações semanais;
Julho e agosto – 7 rotações semanais.

Porto/Terceira/Porto
De abril a outubro – 1 rotação semanal;

Todas as ligações entre os Açores e o Continente Português serão efetuadas em regime de code-share com a TAP.

Plano Estratégico da SATA definido para responder aos desafios do futuro

O Presidente do Governo dos Açores garantiu hoje, na Horta, que o Plano Estratégico para o Grupo SATA foi elaborado “para responder aos desafios do futuro” da companhia aérea, face à nova conjuntura das ligações aéreas para a Região.

“Este debate quanto à situação da SATA não pode ser dissociado da alteração de conjuntura que envolve a atuação da companhia. O Plano Estratégico que foi apresentado a esta casa não é um plano definido em função do passado, mas sim para responder aos desafios do futuro”, assegurou Vasco Cordeiro, numa intervenção na Assembleia Legislativa.

O Presidente do Governo salientou que a SATA já não está numa situação de relativo monopólio e estará, cada vez mais, em concorrência aberta com outras companhias, o que não pode deixar de ser tido em conta pelos responsáveis políticos da Região, sejam eles do Governo ou da Assembleia Legislativa.

Vasco Cordeiro garantiu também, perante os deputados açorianos, que o seu Governo se considera vinculado ao Plano Estratégico para a SATA apresentado ao Parlamento, assim como considera que é sua obrigação fazer com que a Administração da companhia aérea o cumpra.

Para o Presidente do Executivo Açoriano, a existência de “trabalhos preparatórios, de propostas e de antepropostas a apontar um caminho e o seu contrário, só prova que a empresa trabalhou e explorou todas as possibilidades e definiu um caminho” para os próximos anos no Grupo SATA.

Relativamente à nova frota, Vasco Cordeiro frisou que não compete ao Governo dizer à SATA qual o tipo de avião que deve escolher.

“O que eu espero é que a SATA apresente uma análise técnica, financeira e comercial de várias aeronaves e, em resultado desta análise, defina o tipo de avião” a apresentar ao Governo dos Açores, disse Vasco Cordeiro.

Na sua intervenção, salientou ainda que as rotas para destinos europeus foram relevantes para o Turismo dos Açores, como provam o número de passageiros transportados e de dormidas, assim como o número de empregos que dependeram desta decisão.
GaCS/PC

Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil (SNPVAC) manifestou-se “bastaMe satisfeito” por não haver despedimentos na SATA, mas alerta parara impactos negativos da redução da frota na economia regional

(Lusa) – O Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil (SNPVAC) manifestou-se “bastaMe satisfeito” por não haver despedimentos na SATA, mas alerta parara impactos negativos da redução da frota na economia regional. “Esta apresentação deixou-nos bastante satisfeitos na parte relativa à continuidade da segurança na SATA Internacional, no que concerne aos seus trabalhadores efetivos”, declarou o dirigente sindical Bruno Fialho aos jornalistas, referindo-se à empresa da companhia aérea dos Açores que assegura as ligações para fora do arquipélago. Bruno Fialho falava à saída de uma reunião com o presidente do Conselho de Administração do Grupo SATA, Luis Parreirão, em Ponta Delgada, que durante o dia de hoje apresentou aos sindicatos representativos dos trabalhadores da transportadora aérea açoriana o Plano de Desenvolvimento Estratégico 2015/2020 da da empresa, que foi divulgado publicamente na sexta-feira passada.

“Plano de restruturação da Sata é ambicioso e corajoso”

“A Sata apresentou um plano ambicioso e corajoso, que prepara a empresa para os desafios do futuro. A restruturação da companhia parece estar correta a todos os níveis: na sua frota, na sua comunicação, no correto tratamento dos trabalhadores”, defendeu Francisco César.

O Vice-Presidente do Grupo Parlamentar do PS falava à saída da Comissão de Economia da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores, onde foi feita a apresentação do novo plano estratégico da companhia aérea Açoriana para 2015-2020.

Francisco César explicou que a “circunstância mudou” e que “este plano surge para resolver os problemas que o futuro irá colocar à Sata, não para resolver questões do passado. Este plano serve para adequar, para ter uma Sata preparada, competitiva e que sirva os Açores nas suas acessibilidades e nos fluxos turísticos de que necessitam no futuro”, destacou.

Para Francisco César, este plano manifesta uma “preocupação em garantir o equilíbrio da Sata, servindo os Açores e garantindo que os trabalhadores da Sata – que têm um peso muito grande na economia Açoriana – não saem prejudicados.

O deputado socialista realçou que “há coragem na forma como este plano foi apresentado” e que a “restruturação será feita com os trabalhadores e não contra os trabalhadores, uma vez que nenhum dos trabalhadores com vínculo permanente na Sata sairá prejudicado com esta restruturação; o PS foi o único partido nesta comissão que se preocupou com a questão dos trabalhadores”.

Francisco César lembrou que a “tipificação de aeronaves não é uma matéria do foro político, mas sim técnico”, não cabendo à política “definir se se vai optar por um A310, um A330 ou um 767”, porque “os responsáveis políticos não são técnicos, apenas validam decisões políticas com base em estudos técnicos”.

“Há um ajustamento da estrutura de ação da Sata, com os mercados europeus a deixarem de ser a prioridade da companhia e com reposicionamento do seu plano de negócios para o mercado americano, um mercado onde nós já temos uma forte presença e onde ela deve ser reforçada”, realçou Francisco César.

2015-01-09 11:03:05, por PS/Açores

Plano Estratégico 2015/2020 garante preparação da SATA para o futuro

O Secretário Regional do Turismo e Transportes afirmou hoje que o Plano Estratégico da SATA para o horizonte 2015-2020 “dá garantia de termos uma empresa preparada para os desafios do futuro, para atuar num novo ecossistema que está à porta, em que a concorrência será presente numa componente muito importante da sua atuação”.

Vítor Fraga, que falava aos jornalistas depois de ter apresentado o documento à Comissão de Economia da Assembleia Legislativa, salientou que este Plano Estratégico visa precisamente “garantir que a SATA seja uma empresa que esteja preparada para prestar um serviço de qualidade a todos os Açorianos e que preserve os seus postos de trabalho”.

O titular da pasta dos Transportes referiu ainda que o Plano Estratégico prevê a reorganização societária da SATA, “dotando a empresa de todos os mecanismos que permitem uma maior flexibilidade”, permitindo também “explorar todas as oportunidades de negócio que possam surgir e que advêm da entrada do novo modelo de acessibilidades à Região e que possa dar uma resposta efetiva às reais necessidades de mobilidade e de acessibilidade de todos os Açorianos”.

O Plano Estratégico está assente em três grandes pilares, que conjugam a melhoria operacional e comercial, a reestruturação financeira e a renovação da frota e ainda um novo modelo corporativo.

Em termos operacionais, a SATA vai focar as suas operações nos Açores, Continente Português, América do Norte e Macaronésia, tendo sempre presente a rentabilidade económica e a coesão regional.

Ao nível da reestruturação financeira, o Plano prevê o desenho de uma solução de financiamento, global e integrante do passivo financeiro das várias subsidiárias do Grupo SATA, através de um processo que incluirá a renegociação de condições de financiamento com as entidades financeiras, a recuperação de saldos com antiguidades significativas e a indexação do pagamento da dívida financeira aos cash flows gerados pelas subsidiárias do Grupo.

A renovação da frota de longo curso da SATA Internacional, sendo um imperativo para a sustentabilidade futura das operações do Grupo SATA, justifica-se pelo facto de a atual frota estar desatualizada, face aos padrões de nível de serviço que a empresa ambiciona oferecer.

Assim, a substituição da frota de longo curso será efetuada com recurso a locações operacionais de aeronaves com uma capacidade individual entre 250 e 300 lugares.

Relativamente ao modelo corporativo, o Plano prevê a alteração da estrutura de participações sociais, dotando a SATA SGPS de funções diretas de estratégia e controlo sobre todas as subsidiárias do Grupo.

A SATA Internacional passará a denominar-se Azores Airlines, posicionando-se como companhia de bandeira dos Açores, com o objetivo principal da exploração da localização geográfica dos Açores, através da realização de operações no Continente Português, América do Norte e Macaronésia, tendo representação comercial nos EUA e Canadá, através da Azores Airlines America e Azores Airlines Canada.

À SATA Serviços caberá a prestação de serviços complementares ao transporte aéreo, como o handling e a gestão das lojas do Grupo SATA.

É ainda criada a SATA Serviços Partilhados, que será a entidade centralizadora dos recursos humanos de estrutura e backoffice, tendo por objetivo o aumento da produtividade e a redução de custos administrativos, entre outros.

A SATA Air Açores mantém a prestação de serviços de transporte aéreo regular no interior da Região Autónoma dos Açores.
GaCS/HB

Açores anunciam “campanha quase sem precedentes” da SATA para a época baixa

“Foi lançada uma campanha quase sem precedentes, pela transportadora aérea regional, com a oferta de cerca de 20 mil lugares, a 88 euros, nas ligações de e para o continente português, com vendas até ao final de novembro e com viagens a concretizarem até ao final de março”, disse Vítor Fraga.

A transportadora aérea SATA baixou a partir de hoje a sobretaxa de combustível

(Lusa) — A transportadora aérea SATA baixou a partir de hoje a sobretaxa de combustível nas ligações aéreas entre os Açores e o continente e a Madeira, que passa de 30 para 28 euros por percurso. “A partir de hoje, a SATA baixa a sobretaxa de combustível que se aplica nas ligações aéreas entre a Região Autónoma dos Açores e o Continente e os Açores e a Madeira, que passa de 30 para 28 euros por percurso. O novo valor da sobretaxa de combustível aplica-se a todos os bilhetes a emitir a partir de hoje”, anunciou a transportadora açoriana, em comunicado. As taxas de combustível a aplicar pelas companhias aéreas, de acordo com o que está estabelecido nas Obrigações de Serviço Público, são decididas trimestralmente pelo INAC, autoridade aeronáutica portuguesa, e tem por base a variação do preço de carburante de avião no mercado e a variação do euro face ao dólar.

Governo empenhado em garantir o futuro do Grupo SATA, assegura Vasco Cordeiro

O Presidente do Governo garantiu hoje que o seu Executivo está empenhado em garantir as condições para que o Grupo SATA possa continuar a servir cada vez mais e melhor os Açorianos, dentro do novo quadro de Obrigações de Serviço Público de Transporte Aéreo acordado com o Governo da República.

“O que o Governo defendeu e acordou em relação ao novo modelo de Serviço Público de Transporte Aéreo foi feito a pensar, em primeiro lugar, nos Açores e nos Açorianos, mas, consolidado este entendimento, o Governo está, natural e convictamente, ao lado do Grupo SATA, no sentido de criar as melhores condições possíveis para, dentro desse novo quadro, poder vingar no futuro”, afirmou Vasco Cordeiro aos jornalistas.

Após ter recebido em audiência a Direção do Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil (SNPVAC), o Presidente do Governo salientou que esse foi o entendimento e o compromisso que transmitiu neste encontro, que decorreu em Ponta Delgada.

“Isso exige uma monitorização, a par e passo, da forma como as companhias, nomeadamente a SATA Internacional, vão atuar no futuro, mas não há qualquer ideia pré-concebida relativamente a outro destino para a SATA que não seja a de ajudá-la a seguir o seu caminho”, assegurou.

Relativamente ao Plano de Desenvolvimento Estratégico da SATA para o período 2015-2020, Vasco Cordeiro adiantou que está em fase de conclusão, num trabalho liderado pelo Conselho de Administração do Grupo SATA.

“O Governo dos Açores aguarda que seja concluído este trabalho para que se possa passar à fase de análise detalhada e de tomada das decisões que forem necessárias”, afirmou o Presidente do Governo.
GaCS/PC

Voo que regressou a Ponta Delgada aterrou normalmente e passageiros seguem hoje para Toronto

(Lusa) — O avião da SATA Internacional que teve de regressar esta tarde a São Miguel devido a uma avaria já aterrou em Ponta Delgada, “sem recurso a qualquer procedimento de emergência” e os passageiros seguirão hoje viagem para Toronto. O porta-voz da companhia açoriana, Luís Filipe Cabral, acrescentou à Lusa que o voo Ponta Delgada/Toronto teve que regressar a São Miguel devido “a uma avaria no sistema de despressurização” e “por procedimento de segurança o aparelho regressou”, dado tratar-se de “uma viagem de longo curso”. De acordo com o porta-voz da companhia, o avião aterrou cerca das 2o:oo horas locais (21:00 em Lisboa) e “os passageiros vão embarcar ainda hoje para Toronto noutro equipamento”.
http://www.flightradar24.com/RZO323/452043a

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Parlamento dos Açores aprovou hoje, por unanimidade, um pedido ao Tribunal de Contas para que faça uma auditoria às contas da transportadora aérea SATA entre 2009 e 2013

O Parlamento dos Açores aprovou hoje, por unanimidade, um pedido ao Tribunal de Contas para que faça uma auditoria às contas da transportadora aérea SATA entre 2009 e 2013.

A maioria PS aprovou a proposta do PS dizendo que “não há nada a esconder”.

O deputado do PS Miguel Costa lembrou que as contas da SATA são enviadas anualmente ao próprio Tribunal de Contas, além de serem auditadas e fiscalizadas por entidades externas.

Contas da SATA são transparentes, reafirma Isabel Almeida Rodrigues

A Secretária Regional Adjunta da Presidência para os Assuntos Parlamentares reafirmou hoje, na Assembleia Legislativa, na Horta, que as contas do Grupo SATA são totalmente transparentes.

Isabel Almeida Rodrigues, que intervinha no debate sobre um pedido de auditoria às contas da transportadora área regional, apresentado pelo PSD, sublinhou que as contas da SATA são certificadas por um Fiscal Único, auditadas por uma empresa externa de referência e remetidas anualmente ao Tribunal de Contas.

“A transparência tem sido e continuará a ser para nós um princípio inalienável”, frisou a Secretária Regional, acrescentando, por isso, que o Governo Regional “nada tem a opor” a esta iniciativa, “nem considerações a tecer sobre o período sobre a qual a auditoria deverá incidir”.

Isabel Almeida Rodrigues sublinhou ainda que, enquanto o Governo está focado em assegurar que os Açores disponham de uma companhia aérea que corresponda às necessidades dos açorianos e de quem visita o arquipélago, “pautando-se por elevados padrões de segurança e de qualidade de serviço, há uma oposição, nomeadamente o PSD, cujo objetivo é criar um clima de suspeição e que todos os dias age nesse sentido”.

Parlamento conhecerá plano estratégico da SATA para 2015-2020 até ao final do ano, garante Vítor Fraga

O Secretário Regional do Turismo e Transportes revelou hoje, na Horta, que vai apresentar na Assembleia Legislativa dos Açores, até ao final do ano, o plano de desenvolvimento estratégico para o período 2015-2020 que será elaborado pela SATA.

“Este plano, que se pretende que corporize uma estratégia que seja assumida por todos, acionista, gestão de topo e colaboradores, englobará, para além do plano de negócios, o plano de sustentabilidade económico-financeiro, o processo de renovação da frota e ainda o plano de desenvolvimento e qualificação de recursos humanos”, afirmou Vítor Fraga, numa intervenção em plenário durante a interpelação ao Governo sobre o Grupo SATA.

O objetivo, segundo Vítor Fraga, é assegurar que os Açores tenham uma transportadora que sirva sobretudo os interesses dos açorianos e dos que visitam a Região, oferecendo elevados padrões de segurança e qualidade de serviço em aspetos como a regularidade, a fiabilidade e a pontualidade.

“No fundo, termos uma empresa de referência, capaz de contribuir para dar resposta às necessidades de mobilidade e acessibilidade à Região, introduzindo valor e gerando riqueza”, frisou o titular da pasta dos Transportes.

Vítor Fraga adiantou que um dos objetivos do futuro plano será tirar partido da posição geostratégica dos Açores, explorando todo o potencial de desenvolvimento de tráfego entre a Europa e a América do Norte, utilizando a Região “como uma verdadeira porta de entrada e saída de tráfego entre os dois continentes”.

Para o Secretário Regional, esta é uma oportunidade, entre outras, a desenvolver, frisando acreditar que “trará valor para a companhia e contribuirá para o desenvolvimento económico da Região”.

O desenvolvimento de parcerias estratégicas com outras companhias, aproveitando sinergias existentes e potenciando a captação de tráfego que contribua para a sustentabilidade das operações, será outra das linhas de orientação.

“Por outro lado, não são nem serão admitidas operações ou rotas deficitárias, que não contribuam de uma forma direta ou indireta para a captação de tráfego para a Região”, assegurou.

Vítor Fraga lembrou também que as mudanças no mercado do transporte aéreo e a precária situação económica portuguesa há já alguns anos, têm colocado uma série de constrangimentos à companhia.

Apesar destas questões, salientou que a forte aposta em 2013 nas ligações à América do Norte levou a um incremento de cerca de 11.600 passageiros, o que representa um crescimento de cerca de 8%, numa tendência mantida no primeiro semestre de 2014, com mais 5.800 passageiros, ou seja, um aumento de 10% face ao período homólogo de 2013, verificando-se também um crescimento de 2% nas ligações ao continente português no primeiro semestre de 2014, após a estagnação registada em 2013.

“É de salientar igualmente que a aposta em voos regulares para os principais mercados emissores europeus de fluxos turísticos para a Região tem vindo a consolidar-se e a demonstrar claramente que estas são apostas consistentes, que se traduziram num incremento de 7.273 passageiros transportados, ou seja, mais 23,13% em 2013, sendo que, no primeiro semestre de 2014, verificou-se um crescimento de 9% face ao período homólogo do ano anterior”, salientou Vítor Fraga.

O presidente do conselho de administração do grupo SATA declarou hoje que, na reunião que manteve com a plataforma de sindicatos da empresa, foi possível “construir uma solução c

(Lusa) – O presidente do conselho de administração do grupo SATA declarou hoje que, na reunião que manteve com a plataforma de sindicatos da empresa, foi possível “construir uma solução consensual” que vai de encontro aos entendimentos dos anos anteriores. “Foi possível construir ao longo da reunião uma solução consensual em linha com aquilo que já foi possível em anos anteriores e que tem, sobretudo, como objetivo, criar condições, a médio e longo prazo, para que tenhamos paz social, trabalhadores motivados e a atenção focada no essencial, o trabalho da companhia”, declarou Luís Parreirão. O presidente do grupo SATA, que falava aos jornalistas após um encontro com a plataforma sindical, em Ponta Delgada, congratulou-se com a capacidade demonstrada pelos seis sindicatos de, em parceria com a administração, “construir uma solução” que, contudo, não especificou.

Grupo SATA registou em 2013 um prejuízo de 15,75 milhões de euros

O Grupo SATA registou em 2013 um prejuízo de 15,75 milhões de euros, divulgou hoje a empresa, acrescentando que os relatórios e contas do ano passado foram “aprovados por unanimidade”. “O grupo apresentou um resultado líquido negativo de 15,75 milhões de euros, com especial origem nas perdas da empresa SATA Internacional, 12,87 milhões de euros”, referiu a empresa em comunicado, a propósito das assembleias gerais que aprovaram as contas de 2013. Ainda de acordo com a empresa, o grupo SATA, que integra a SATA Air Açores e SATA Internacional, “teve uma receita em 2013 de 225,6 milhões de euros e custos de 241,3 milhões de euros”.
LUSA

SATA Rallye Açores é uma “grande jornada de promoção do Destino Açores”, afirma Vítor Fraga

O Secretário Regional do Turismo e Transportes afirmou, em Ponta Delgada, que o SATA Rallye Açores é “uma grande jornada de promoção do Destino Açores”, frisando que contribui de forma determinante para o aumento da notoriedade do arquipélago.

Vítor Fraga, que falava aos jornalistas à margem da visita que realizou sábado ao Centro Operacional do Rali (COR), salientou que a prova “contribui de uma forma determinante para aquilo que são os nossos objetivos de ganhar maior notoriedade do Destino junto dos mercados emissores de fluxos turísticos para a Região e, por outro lado, contribui de uma forma ativa para a captação de fluxos turísticos”.

O Secretário Regional lembrou a cobertura televisiva alargada que foi realizada pelo Eurosport, a que se associam os 150 spots publicitários de promoção dos Açores que têm passado e vão continuar a passar neste canal de televisão.

Para Vítor Fraga, o facto de a Região ter conseguido assegurar que o SATA Rallye Açores continuará a fazer parte do ERC (Campeonato Europeu de Ralis), pelo menos, por mais dois anos “contribui de uma forma decisiva para atingir os nossos objetivos, porque o sucesso destas iniciativas passa muito pela sua capacidade de consolidação”.

“Um dos fatores diferenciadores e que potenciam o desenvolvimento económico associado a este evento é a capacidade de previsibilidade”, afirmou.

O titular da pasta do Turismo revelou ainda que “existem já operadores turísticos, nomeadamente no mercado espanhol, que, no próximo ano, vão programar com maior intensidade a sua oferta, no sentido de trazer grupos organizados para assistirem ao SATA Rallye Açores”.

“Este ano, só associado às equipas que participam no rali, às equipas de televisão e à organização, deslocaram-se à Região três mil pessoas, não contabilizando todos aqueles que se deslocaram para vir assistir e participar de uma forma ativa, enquanto espetadores, na prova”.

Para Vítor Fraga, estes dados mostram bem “a dimensão que tem um evento com esta natureza”.

O Secretário Regional salientou ainda a “grande participação que existe em termos das entidades locais”, acrescentando que o SATA Rallye Açores “é um evento que obriga naturalmente a uma envolvência muito abrangente, quer da parte da organização, quer da parte do Governo dos Açores, quer ainda da parte dos próprios empresários, que deverão aproveitar estes eventos para potenciarem a sua atividade”.

“Um dos principais objetivos que o Governo dos Açores tem para o setor do turismo é que este seja gerador de riqueza e que acrescente valor para a Região e estes são momentos que devemos aproveitar”, frisou Vítor Fraga.

GaCS/HB

Classificação do Sata Rallye Açores

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Tronqueira 2 – Sata Rallye Açores

Tronqueira 2 – Sata Rallye Açores

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Vila Franca/São Brás – 2 – Sata Rali Açores

Vila Franca/São Brás – 2 – Sata Rali Açores

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Sata Rallye Açores – Tronqueira 1

Sata Rallye Açores – Tronqueira 1

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Sete Cidades – Sata Rallye Açores

Sete Cidades – Sata Rallye Açores

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Sata Rallye Açores Batalha Golfe

Sata Rallye Açores Batalha Golfe

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