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Taxa de variação homóloga do IPC situou-se em 0,8%

Em julho de 2015, a variação homóloga do IPC manteve-se em 0,8%. O indicador de inflação subjacente, correspondente ao índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos, registou uma variação homóloga de 0,7% (0,6% em junho).
A variação mensal do IPC foi -0,7% (-0,1% em junho e -0,7% em julho de 2014). A variação média dos últimos doze meses foi 0,1% (nula no mês anterior), correspondendo à primeira variação positiva desde Maio de 2014.
O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português registou uma variação homóloga de 0,7% (0,8% no mês anterior), superior em 0,5 p.p. à estimada pelo Eurostat para a área do Euro (diferença de 0,6 p.p. em junho). A taxa de variação mensal do IHPC situou-se em -0,7% (-0,1% no mês anterior e -0,6% em julho de 2014) e a taxa de variação média dos últimos doze meses foi 0,2% (0,1% em junho).

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Vasco Cordeiro satisfeito com redução constante da taxa de desemprego nos Açores

O Presidente do Governo dos Açores manifestou hoje satisfação com a consolidação da trajetória descendente da taxa de desemprego na Região, que já é uma das baixas do país, mas frisou que é preciso continuar a trabalhar para que os Açorianos que ainda não conseguiram emprego possam também beneficiar deste clima de recuperação.

“Os números hoje divulgados pelo INE dão conta de que os Açores tiveram, no segundo trimestre deste ano, uma taxa de desemprego de 11,3 por cento. É uma taxa que está abaixo da média do país e, em termos homólogos, os Açores foram a região que registou a maior redução da taxa de desemprego”, afirmou Vasco Cordeiro, em declarações aos jornalistas em Ponta Delgada.

“Hoje estamos com uma taxa de desemprego bastante inferior à que existia quando este Governo tomou posse”, frisou o Presidente do Executivo, acrescentando, no entanto, que este “trajeto animador nunca nos deve fazer esquecer o principal, que são os Açorianos que ainda não conseguiram trabalho e é para esses que devemos dirigir cada vez mais o nosso esforço e é para isso que o Governo está empenhado em trabalhar”.

Vasco Cordeiro frisou que, no espaço de cerca de um ano, a economia açoriana “foi capaz de gerar quase seis mil empregos”, salientando que, em termos trimestrais, desde 1998 que os Açores não registavam uma criação tão acentuada de emprego e, em termos homólogos, isso não acontecia desde 2001.

“Isto dá bem nota de uma capacidade e de um maior dinamismo que a economia açoriana está a ter e que já se vem registando há alguns trimestres. Não é uma situação recente, é uma situação que já tem um histórico”, afirmou, destacando a “consolidação de uma situação de recuperação da nossa economia no que tem a ver com a criação de emprego”.

Nas declarações que prestou aos jornalistas à margem de uma visita às obras de construção do novo Entreposto Frigorífico de Ponta Delgada, Vasco Cordeiro salientou que, apesar da satisfação motivada por estes números, o Governo dos Açores “tem perfeita consciência que não é isso que resolve a vida, sobretudo dos Açorianos que ainda estão à procura de emprego”.

O Presidente do Governo destacou, no entanto, o incentivo que é dado pelo facto de ser “reconhecido que o trajeto que estamos a fazer é um trajeto que está a produzir resultados” e manifestou confiança nos instrumentos criados pelo Executivo para ajudar as empresas, mas também na capacidade das empresas e dos empresários aproveitarem esses mecanismos para o relançamento da economia regional.

“Todos os setores estão a criar postos de trabalho, o primário, o secundário e o terciário, todos eles, embora com contributos diferentes”, afirmou, salientando que o turismo tem dado um contributo importante, mas não é o único setor que tem criado emprego nos Açores.
GaCS/FR

Taxas de desemprego por região 

  Abaixo da média nacional, encontrava-se a taxa de desemprego da Região Autónoma dos Açores (11,3%), do Algarve (10,8%) e do Centro (8,5%).

Os maiores decréscimos homólogos ocorreram na Região Autónoma dos Açores (4,7 p.p.), no Algarve (2,7 p.p.) e na Área Metropolitana de Lisboa (2,4 p.p.).

Estimativa da taxa de desemprego em maio: 13,2%

A estimativa provisória da taxa de desemprego para maio de 2015 situa-se em 13,2%, valor superior em 0,4 pontos percentuais à estimativa definitiva obtida para abril de 2015.
A estimativa provisória da população desempregada para maio de 2015 foi de 676,8 mil pessoas, o que representa um acréscimo de 2,9% face ao valor definitivo obtido para abril de 2015 (mais 19,1 mil pessoas). A estimativa provisória da população empregada foi de 4 444,0 mil pessoas, menos 0,5% do que no mês anterior (menos 22,7 mil pessoas).
Nestas estimativas foi considerada a população dos 15 aos 74 anos e os valores foram previamente ajustados de sazonalidade.

A taxa de inflação média nos Açores subiu para 0,29%

A taxa de inflação média nos Açores subiu para 0,29%. A nível nacional situou-se nos -0,11%. A taxa de variação homóloga do mês de maio, nos Açores, fixou-se nos 1,25%, sendo a nacional de 0,95%. A taxa de variação mensal foi de 0,66% nos Açores e 0,43% no país.

Taxa de variação homóloga do IPC situou-se em 1,0%

Em maio de 2015, a variação homóloga do IPC situou-se em 1,0%, taxa superior em 0,6 pontos percentuais (p.p.) à registada no mês anterior, devido sobretudo ao aumento dos preços da classe dos Transportes. O indicador de inflação subjacente, correspondente ao índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos, registou uma variação homóloga de 0,7% (0,5% em abril).
A variação mensal do IPC foi 0,4% (0,3% em abril e -0,1% em maio de 2014). A variação média dos últimos doze meses situou-se em -0,1% (-0,2% no mês anterior).
O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português registou uma variação homóloga de 1,0% (0,5% no mês anterior), superior em 0,7 p.p. à estimada pelo Eurostat para a área do Euro (diferença de 0,5 p.p. em abril). A taxa de variação mensal do IHPC foi 0,5% (0,4% no mês anterior e 0,1% em maio de 2014) e a taxa de variação média dos últimos doze meses foi nula (-0,1% no mês anterior).

Taxa de variação homóloga do IPC nos Açores situou-se em 0,46% – Abril de 2015

A taxa de inflação média nos Açores subiu para 0,22%. A nível nacional situou-se nos -0,22%.
A taxa de variação homóloga do mês de abril, nos Açores, fixou-se nos 0,46%, sendo a nacional de 0,40%.

A taxa de variação mensal foi de 0,64% nos Açores e 0,32% no país.

Taxa de desemprego estimada em 13,7%

  A taxa de desemprego estimada para o 1o trimestre de 2015 foi de 13,7%. Este valor é superior, em 0,2 pontos percentuais (p.p.), ao do trimestre anterior e inferior, em 1,4 p.p., ao do trimestre homólogo de 2014.
A população desempregada, estimada em 712,9 mil pessoas, registou um aumento trimestral de 2,1% e uma diminuição homóloga de 9,5% (mais 14,6 mil e menos 75,2 mil pessoas, respetivamente).
A população empregada foi estimada em 4 477,1 mil pessoas, o que corresponde a um decréscimo trimestral de 0,3% (menos 14,5 mil pessoas) e a um acréscimo homólogo de 1,1% (mais 50,2 mil pessoas).
A taxa de atividade da população em idade ativa situou-se em 58,5%, valor igual ao observado no trimestre anterior e inferior em 0,2 p.p. ao do trimestre homólogo.

Taxa de desemprego estimada em 14,1%

A taxa de desemprego estimada para fevereiro de 2015 foi 14,1%. Este valor é superior, em 0,3 pontos percentuais, ao estimado para janeiro de 2015.
A população desempregada foi estimada em 719,6 mil pessoas, o que representa um acréscimo de 1,7% face a janeiro de 2015 (mais 11,7 mil). A população empregada foi estimada em 4 399,9 mil pessoas, diminuindo 0,3% (menos 11,1 mil) face ao mês anterior.
Para estas estimativas foi considerada a população dos 15 aos 74 anos e os valores foram previamente ajustados de sazonalidade.

Taxa de variação homóloga do IPC situou-se em -0,2% – Fevereiro de 2015

Em fevereiro de 2015, a variação homóloga do IPC situou-se em -0,2%, taxa superior em 0,2 pontos percentuais (p.p.) à registada no mês anterior. O indicador de inflação subjacente, medido pelo índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos, manteve em fevereiro a taxa de variação homóloga de 0,3% verificada em janeiro.
A variação mensal do IPC foi -0,1% (-1,4% em janeiro e -0,3% em fevereiro de 2014). A variação média dos últimos doze meses manteve-se em -0,3%.
O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português registou uma variação homóloga de -0,1% (-0,4% no mês anterior), taxa superior em 0,2 p.p. à estimada pelo Eurostat para a área do Euro (diferença igual à observada em janeiro). A taxa de variação mensal do IHPC foi nula (-1,5% no mês anterior e -0,3% em fevereiro de 2014) e a taxa de variação média dos últimos doze meses situou-se em -0,2%, à semelhança do mês anterior.

Taxa de variação homóloga do IPC situou-se em -0,4% – Janeiro de 2015

Em janeiro de 2015, a variação homóloga do IPC situou-se em -0,4%, taxa igual à registada no mês anterior. O indicador de inflação subjacente, medido pelo índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos, manteve em janeiro a taxa de variação homóloga de 0,3% verificada em dezembro de 2014.
A variação mensal do IPC foi -1,4% (0,0% em dezembro de 2014 e -1,4% em janeiro de 2014). A variação média dos últimos doze meses manteve-se em -0,3%.
O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português registou uma variação homóloga de -0,4% (-0,3% no mês anterior), passando esta taxa a ser superior em 0,2 pontos percentuais (p.p.) à estimada pelo Eurostat para a área do Euro (em dezembro de 2014 esta taxa foi inferior em 0,1 p.p.). A taxa de variação mensal do IHPC situou-se em -1,5% (0,0% no mês anterior e -1,4% em janeiro de 2014) e a taxa de variação média dos últimos doze meses foi -0,2%, à semelhança do mês anterior.

A taxa de desemprego estimada foi 13,5%

A taxa de desemprego estimada para o 4º trimestre de 2014 foi 13,5%. Este valor é superior em 0,4 pontos percentuais (p.p.) ao do trimestre anterior e inferior em 1,8 p.p. ao do trimestre homólogo de 2013.
A população desempregada, estimada em 698,3 mil pessoas, apresenta um aumento trimestral de 1,4% e uma diminuição homóloga de 13,6% (mais 9,4 mil pessoas e menos 109,7 mil pessoas, respetivamente).
A população empregada foi estimada em 4 491,6 mil pessoas, o que corresponde a um decréscimo trimestral de 1,6% (menos 73,5 mil pessoas) e a um acréscimo homólogo de 0,5% (mais 22,7 mil pessoas).
A taxa de atividade da população em idade ativa situou-se em 58,5%, menos 0,7 p.p. do que no trimestre anterior e menos 0,8 p.p. do que no trimestre homólogo.
Em termos de média anual, a taxa de desemprego fixou-se em 13,9% em 2014, o que representa uma diminuição de 2,3 pontos percentuais em relação a 2013. A população desempregada foi de 726,0 mil pessoas, tendo diminuído 15,1% em relação ao ano anterior (menos 129,2 mil pessoas). A população empregada, estimada em 4 449,5 mil pessoas, registou um acréscimo anual de 1,6% (mais 70,1 mil pessoas).

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A taxa de desemprego estimada para novembro foi 13,9%

A taxa de desemprego (15 a 74 anos) ajustada de sazonalidade estimada para novembro de 2014 foi 13,9%. Este valor é superior, em 0,3 pontos percentuais, ao estimado para outubro de 2014.
A população desempregada ajustada de sazonalidade foi estimada em 713,7 mil pessoas, o que representa um aumento de 2,5% face a outubro de 2014 (mais 17,4 mil). A população empregada (15 a 74 anos), também ajustada de sazonalidade, foi estimada em 4 431,3 mil pessoas, diminuindo 0,1% (menos 2,9 mil) face ao mês anterior.

Taxa de variação homóloga do IPC situou-se em -0,9% – Julho de 2014 12 de agosto de 2014

Em julho de 2014, a variação homóloga do IPC situou-se em -0,9%, 0,5 pontos percentuais (p.p.) inferior à observada no mês anterior e negativa pelo sexto mês consecutivo. O indicador de inflação subjacente, medido pelo índice total excluindo produtos alimentares não transformados e produtos energéticos, registou uma taxa de variação homóloga de -0,4% (nula no mês anterior). O IPC apresentou uma variação mensal de -0,7% (0,1% em junho de 2014 e -0,2% em julho de 2013). A variação média dos últimos doze meses diminuiu 0,2 p.p. para -0,2%.
O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português registou uma variação homóloga de -0,7% (-0,2% em junho de 2014), taxa inferior em 1,1 p.p. à estimada pelo Eurostat para a área do Euro (em junho de 2014 esta diferença foi 0,7 p.p.). A taxa de variação mensal do IHPC situou-se em -0,6% (0,1% no mês anterior e -0,2% em julho de 2013) e a taxa de variação média dos últimos doze meses foi -0,1% (0,0% em junho de 2014).

Taxa de variação homóloga do IPC situou-se em -0,4% – Maio de 2014

Em maio de 2014, a variação homóloga do IPC situou-se em -0,4%, taxa inferior em 0,3 pontos percentuais (p.p.) à observada no mês anterior. O indicador de inflação subjacente, medido pelo índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos, registou uma taxa de variação homóloga nula, comparativamente com a taxa de 0,1% verificada no mês anterior. O IPC apresentou uma variação mensal de -0,1% (0,2% em abril de 2014 e em maio de 2013). A variação média dos últimos doze meses diminuiu 0,1 p.p. para 0,1%.
O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português registou uma taxa de variação homóloga de -0,3% (-0,1% em abril de 2014), inferior em 0,8 p.p. à estimada pelo Eurostat para a área do Euro, à semelhança do observado no mês anterior. A taxa de variação mensal do IHPC situou-se em 0,1% e a taxa de variação média dos últimos doze meses foi 0,2%.

Farmácias de serviço podem cobrar taxa em medicamentos sem receita

Farmácias de serviço podem cobrar taxa em medicamentos sem receita.image
Na Região Autónoma dos Açores o funcionamento da farmácia por turnos não pode originar qualquer acréscimo de pagamento nos medicamentos sujeitos a receita médica dispensados, contrariamente ao que se verifica na Região Autónoma da Madeira e no Continente, em que as farmácias de turno de serviço permanente ou de regime de disponibilidade podem cobrar, para além do preço de venda ao público dos medicamentos, um acréscimo no pagamento de medicamentos prescritos em receita médica há mais de um dia. No entanto, a venda ao público de medicamentos não sujeitos a receita e outros produtos dispensados pelas farmácias de turno podem originar um acréscimo no pagamento. Assim, manda o Governo Regional, pelo Secretário Regional da Saúde, nos termos do disposto no n.° 2 do artigo n.° 31.°-I, do Decreto Legislativo Regional n.° 6/2011/A, de 10 de março, na redação introduzida pelo Decreto Legislativo Regional n.° 29/2012/A, de 26 de junho, o seguinte: Artigo 1.° Acréscimo no pagamento 1. Os medicamentos sujeitos a receita médica dispensados pelas farmácias de turno estão isentos de acréscimo no pagamento. 2. Os medicamentos não sujeitos a receita médica e outros produtos dispensados pelas farmácias de turno podem ter um acréscimo no pagamento, no valor máximo de €2,50 por utente. Artigo 2.° Entrada em vigor A presente portaria entra em vigor na data da sua publicação.

Taxa de variação homóloga do IPC diminuiu para -0,1% – Fevereiro de 2014

Em fevereiro de 2014, a variação homóloga do IPC situou-se em -0,1%, taxa inferior em 0,2 pontos percentuais (p.p.) à observada no mês anterior. O indicador de inflação subjacente, medido pelo índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos, registou uma taxa de variação homóloga de 0,1%, igual à verificada no mês anterior. O IPC apresentou uma variação mensal de -0,3% (-1,4% em janeiro de 2014 e -0,1% em fevereiro de 2013). A variação média dos últimos doze meses situou-se em 0,3%, taxa idêntica à observada no mês anterior.
O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português registou uma taxa de variação homóloga de -0,1% (0,1% em janeiro de 2014), inferior em 0,9 p.p. à estimada pelo Eurostat para a área do Euro. No mês anterior este diferencial foi 0,7 p.p.. A taxa de variação mensal do IHPC situou-se em -0,3% e a taxa de variação média dos últimos doze meses foi 0,4%.

Taxa de variação homóloga do IPC diminuiu para 0,1% – Janeiro de 2014

Em janeiro de 2014, a variação homóloga do IPC situou-se em 0,1%, taxa inferior em 0,1 pontos percentuais (p.p.) à observada no mês anterior. O indicador de inflação subjacente, medido pelo índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos, apresentou também uma taxa de variação homóloga de 0,1%, inferior em 0,1 p.p. à verificada no mês anterior. O IPC apresentou uma variação mensal de -1,4% (0,4% em dezembro de 2013 e -1,2% em janeiro de 2013). A variação média dos últimos doze meses situou-se em 0,3%, idêntica à registada no mês anterior.
O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português registou uma taxa de variação homóloga de 0,1% (0,2% em dezembro de 2013), inferior em 0,6 p.p. à estimada pelo Eurostat para a área do Euro. No mês anterior este diferencial foi idêntico. A taxa de variação mensal do IHPC situou-se em -1,4% e a taxa de variação média dos últimos doze meses foi 0,4%.
Com este destaque fica também disponível, pela primeira vez, uma série longa do IPC para o período 1948-2013, consistente com a atual base do índice (2012=100), incluindo informação detalhada a vários subníveis do IPC. Esta nova série revela três fases distintas na evolução dos preços no consumidor em Portugal, ao longo dos últimos 65 anos: crescimento muito moderado até à década de 70, crescimento significativo até ao início da década de 90 e retorno a um crescimento moderado até ao presente.

CÂMARA DA LAGOA MANTÉM IMI NA TAXA MÍNIMA

Pela quinta vez consecutiva, a Câmara Municipal de Lagoa vai manter os valores de IMI que têm sido praticados desde 2008, aplicando a taxa de 0,7% para prédios urbanos não avaliados nos termos do CIMI e de 0,3% para prédios urbanos avaliados nos termos do Código do Imposto Municipal Sobre Imóveis (CIMI).
A proposta já foi apresentada em reunião de câmara, tendo sido a mesma aprovada por unanimidade.
Apesar das restrições financeiras que as autarquias portuguesas enfrentam com a atual conjuntura económica, as quais têm tido reflexos nas suas receitas, o executivo lagoense optou por manter os mesmos valores de IMI precisamente porque está consciente e atento às dificuldades atuais das famílias do concelho.
Segundo João Ponte, Presidente da Câmara Municipal, esta é uma decisão justa para com os lagoenses, pois visa não sobrecarregar ainda mais os agregados familiares do concelho que sem dúvida iriam ficar fortemente prejudicados com a subida deste imposto.
Refira-se que, as taxas do Imposto Municipal Sobre Imóveis (IMI) são fixadas anualmente pelos Municípios da área de localização dos prédios, mediante deliberação da Assembleia Municipal, dentro dos seguintes intervalos, nos termos do artigo 112.º do Código do IMI: entre 0,3% e 0,5% para os prédios urbanos já avaliados nos termos do Código do IMI e entre 0,5% e 0,8% para os restantes prédios urbanos.
Desta forma a autarquia irá aplicar a taxa mínima de 0,3% para os prédios urbanos avaliados nos termos do CIMI e irá manter a taxa de 0,7%, que aplica à já 5 anos, para os prédios urbanos não avaliados nos termos do CIMI.

 

Acaba taxa de solidariedade nos rendimentos mais elevados

Acaba taxa de solidariedade nos rendimentos mais elevados.
Os contribuintes de rendimentos mais elevados deixam de estar sujeitos a esta taxa de solidariedade.

“Em 2014, os contribuintes com rendimentos coletáveis anuais superiores a 80.000 euros vão pagar menos IRS, uma vez que deixa de se aplicar a taxa de solidariedade introduzida pelo Orçamento de Estado para 2012, para vigorar no ano fiscal de 2012 e 2013, não tendo a continuidade desta norma sido prevista na proposta de Orçamento de Estado para 2014”
Duarte, fiscalista da PricewaterhouseCoopers

A taxa adicional de solidariedade aplicava-se de forma progressiva à parte do rendimento colectável que excede-se 80.000€. Assim, aplicava-se a taxa de 2,5% aos rendimentos coletáveis entre 80.000 € e 250.000€. A parte do rendimento que excede-se 250.000€ era tributada à taxa de 5%.

Taxa de variação média dos últimos doze meses do IPC diminuiu para 1,0% – Agosto de 2013

Em agosto de 2013, a taxa de variação média dos últimos doze meses do IPC situou-se em 1,0%, inferior em 0,3 pontos percentuais (p.p.) à observada no mês anterior. O indicador de inflação subjacente, medido pelo índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos, apresentou uma taxa de variação média de 0,5%, o que compara com a variação de 0,6% registada no mês anterior.
A taxa de variação média dos últimos doze meses do IHPC em Portugal passou de 1,4% em julho para 1,1% em agosto. Em julho de 2013 esta taxa foi inferior em 0,6 p.p. à observada para os países pertencentes à área do Euro. Em agosto, com base na estimativa do Eurostat, estima-se que a taxa de variação média dos últimos doze meses do IHPC português seja inferior em 0,7 p.p. à observada para os países pertencentes à área do Euro.

Taxa de juro desceu de forma ténue e prestação média vencida estabilizou – Julho de 2013

A taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação fixou-se, em julho, em 1,413%, diminuindo 0,003 pontos percentuais (p.p.) comparativamente com a taxa observada no mês anterior. A prestação média vencida para a globalidade dos contratos manteve-se em 258 euros, valor igual ao registado em junho.
Nos contratos celebrados nos últimos 3 meses, a taxa de juro implícita foi 3,026%, o que representou uma diminuição de 0,008 p.p. comparativamente com a taxa registada no mês anterior.
INE

Taxa de variação média dos últimos doze meses do IPC diminuiu para 1,6% – Maio de 2013

Em maio de 2013, a taxa de variação média dos últimos doze meses do IPC situou-se em 1,6%, taxa inferior em 0,1 pontos percentuais (p.p.) à observada no mês anterior. O indicador de inflação subjacente, medido pelo índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos, apresentou uma taxa de variação média de 0,8%, igual à observada no mês anterior.
A taxa de variação média dos últimos doze meses do IHPC em Portugal passou de 1,8% em abril para 1,7% em maio. Em abril de 2013 esta taxa foi inferior em 0,4 p.p. à observada para os países pertencentes à área do Euro. Em maio, tendo como referência a estimativa do Eurostat para o conjunto da área, a diferença entre a taxa de variação média do IHPC português e a observada para os países pertencentes aquela área deverá manter-se.

Inflação nos Açores situa-se nos 2,3% em abril

Azoren

 

Inflação nos Açores situa-se nos 2,3% em abril.
A taxa de variação média dos últimos doze meses, terminados em Abril, do Índice de Preços no Consumidor, “Total”, desceu para 2,30%. As maiores variações médias verificaram-se nas classes “Habitação, água, electric., gás e out. Combust.” (6,52%) e “Produtos alimentares e bebidas não alcoólicas” (4,86%). A taxa de inflação nacional é de 1,73%.

 

José Contente quer aliviar encargos de famílias e empresas com o Imposto Municipal Sobre Imóveis

English: Ponta Delgada, Sao-Miguel, Azores, Po...

 

O candidato do PS/Açores à Câmara de Ponta Delgada apresentou esta manhã um conjunto de propostas que visam a revisão das taxas do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI), de forma a “aliviar as famílias e as empresas do esforço penalizador que fazem agora após a reavaliação dos imóveis”.

 

Em conferência de imprensa, José Contente anunciou a redução faseada, num espaço temporal de 4 anos, da taxa mínima de IMI dos atuais 0,35 para 0,30 e o alargamento, dos atuais 5 para 7 anos, da isenção de IMI para quem integra o programa Reviva, de forma a tornar mais atrativo o investimento na reabilitação.

 

Para além destas alterações, o candidato socialista anunciou ainda a intenção de aumentar de 30 para 50%, a redução de IMI, para os edifícios conservados e habitados que se destinem ao arrendamento.

 

Por outro lado José Contente propõe ainda que, no caso dos edifícios habitados sem conservação, onde a Lei prevê um agravamento de até 30% do IMI, passe a ser efetuada uma avaliação prévia, para perceber se nestes prédios vivem famílias com baixos rendimentos, o que fará com que a Câmara apoie a necessária conservação.

 

Noutra frente, o candidato socialista à maior autarquia açoriana quer isentar, fora do horário de funcionamento do comércio, os lugares de estacionamento para as empresas do Centro Histórico, que atualmente pagam 877 Euros por ano por um aluguer.

 

Assim, no dia de aniversário da Cidade de Ponta Delgada, José Contente salientou que “a intervenção do município deverá ter como objetivo estimular o investimento de outros agentes públicos e privados em projetos de reabilitação urbana e do edificado” e ainda “de revitalização de funções sociais, culturais, económicas e residenciais. Nesta dimensão assume prioridade a Reabilitação do Centro Histórico”.

 

Garantindo que, caso tenha a confiança dos munícipes de Ponta Delgada, irá “afirmar e defender sem rodeios e sem acanhamentos o prestígio de Ponta Delgada no todo regional”, o candidato socialista assegurou ainda que “A revitalização económica e social centrada em sectores baseados no conhecimento e criatividade e a inovação (tecnológica) ao nível da reabilitação do edificado e das infraestruturas e serviços urbanos, são duas premissas essências para fomentar a reabilitação do Centro de Ponta Delgada”.

 

Para José Contente, se muito se tem falado, discutido e diagnosticado, em termos de reabilitação dos centros históricos, agora “é tempo de ação”, sendo necessário “criar planos de salvaguarda de espaços históricos e culturais”, e dar vida ao centro histórico, através da criação de condições para que seja possível “fixar maior número de pessoas no coração da cidade, sobretudo jovens”.

 

Imposto sobre depósitos pode matar a economia do Chipre – analistas

A decisão inédita da União Europeia (UE) de impor uma taxa sobre os depósitos bancários no Chipre, em troca do resgate financeiro, pode matar a economia do país, um importante centro financeiro, de acordo com analistas do setor.
LUSA

 

Taxa de variação média dos últimos doze meses do IPC diminuiu para 2,2% – Fevereiro de 2013

Em fevereiro de 2013, a taxa de variação média dos últimos doze meses do IPC situou-se em 2,2%, inferior em 0,3 pontos percentuais (p.p.) ao resultado obtido no mês anterior. O indicador de inflação subjacente, medido pelo índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos, apresentou uma taxa de variação média de 1,1% (1,3% em janeiro).
A taxa de variação média dos últimos doze meses do IHPC em Portugal diminuiu para 2,3% em fevereiro (2,5% no mês anterior). Em janeiro de 2013 esta taxa foi superior em 0,1 p.p. à observada para os países pertencentes à área do Euro. Em fevereiro, tendo como referência a estimativa do Eurostat para o conjunto da área , esta diferença terá diminuído para -0,1 p.p..
INE

Taxa de desemprego de 16,9% – 4.º Trimestre de 2012

A taxa de desemprego estimada para o 4º trimestre de 2012 foi de 16,9%. Este valor é superior em 2,9 pontos percentuais ao do trimestre homólogo de 2011 e em 1,1 pontos percentuais ao do trimestre anterior.
A população desempregada foi de 923,2 mil pessoas, o que representa um aumento homólogo de 19,7% e trimestral de 6,0% (mais 152,2 mil e 52,3 mil pessoas, respetivamente).
A população empregada foi de 4 531,8 mil pessoas, o que representa uma diminuição homóloga de 4,3% e trimestral de 2,7% (menos 203,6 mil e 124,5 mil pessoas, respetivamente).
A taxa de desemprego média anual de 2012 foi de 15,7%, o que representa um acréscimo de 2,9 pontos percentuais em relação ao ano anterior. A população desempregada foi de 860,1 mil pessoas, tendo aumentado 21,8% em relação ao ano anterior (mais 154,0 mil pessoas). A população empregada registou um decréscimo anual de 4,2% (menos 202,3 mil pessoas).

No 4º trimestre de 2012, as taxas de desemprego mais elevadas foram registadas na Região Autónoma da Madeira (19,7%), no Algarve (19,7%), em Lisboa
(18,7%), no Norte (17,8%) e no Alentejo (17,2%).
Os valores mais baixos foram observados no Centro (12,7%) e na Região Autónoma dos Açores (16,2%).
Em relação ao trimestre homólogo de 2011, à semelhança do sucedido globalmente para Portugal, a taxa de desemprego aumentou em todas as regiões. Os
maiores aumentos ocorreram na Região Autónoma da Madeira (6,2 p.p.), no Alentejo (4,1 p.p.), em Lisboa (4,0 p.p.) e no Norte (3,7 p.p.).
Em relação ao trimestre anterior, a taxa de desemprego também aumentou em todas as regiões. Os maiores aumentos ocorreram no Algarve (5,0 p.p.), na Região Autónoma da Madeira (2,2 p.p.) e no Norte (1,4 p.p.).
No ano de 2012, as maiores taxas de desemprego foram registadas no Algarve (17,9%), em Lisboa (17,6%), na Região Autónoma da Madeira (17,5%), no
Norte (16,1%) e no Alentejo (15,9%).
Os valores mais baixos foram observados no Centro (12,0%) e na Região Autónoma dos Açores (15,3%).
Em relação ao ano anterior, a taxa de desemprego aumentou em todas as regiões. Os maiores aumentos ocorreram na Região Autónoma dos Açores (3,8 p.p.),
na Região Autónoma da Madeira (3,7 p.p.), no Alentejo (3,5 p.p.), em Lisboa (3,5 p.p.) e no Norte (3,1 p.p.).

Taxa de desemprego estabiliza nos 11,7% na zona euro após 17 meses a aumentar – OCDE

A taxa de desemprego manteve-se estável na zona euro em dezembro (11,7%) pelo segundo mês consecutivo, uma situação que não se verificava desde maio de 2011, anunciou hoje a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico.
LUSA

Taxa de variação média dos últimos doze meses diminuiu para 2,5% – Janeiro de 2013

Em janeiro de 2013 a taxa de variação média dos últimos doze meses do IPC situou-se em 2,5%, inferior em 0,3 pontos percentuais (p.p) ao resultado obtido no mês anterior. O indicador de inflação subjacente, medido pelo índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos, apresentou uma taxa de variação média de 1,3% (1,5% em dezembro).
A variação média dos últimos doze meses do IHPC também diminuiu para 2,5% (2,8% no mês anterior). Em dezembro de 2012 esta taxa foi superior em 0,3 p.p. à observada para os países pertencentes à área do Euro. Em janeiro, tendo como referência a estimativa do Eurostat para o conjunto da área , esta diferença terá diminuído para 0,1 p.p..

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