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Futuro do turismo nos Açores assenta em cinco prioridades

O Secretário Regional do Turismo e Transportes apresentou hoje, nas Lajes das Flores, as cinco prioridades definidas pelo Governo dos Açores para o setor do turismo, que cada vez mais se assume como um dos pilares de desenvolvimento económico e social da Região.

Na cerimónia de apresentação da ‘Grande Rota das Flores’, um percurso pedestre de 40 quilómetros que permite aos utilizadores conhecer a riqueza paisagística e patrimonial da ilha, no que é um exemplo da materialização da aposta do Executivo açoriano no turismo de natureza ativa, Vítor Fraga salientou a importância de continuar a tirar partido das particularidades naturais e paisagísticas do arquipélago, numa perspetiva de sustentabilidade que eleve qualitativamente os Açores como destino turístico.

“Nesse sentido, o Governo dos Açores definiu cinco prioridades que deverão guiar a organização dos produtos turísticos e a tomada de decisão ao nível da abordagem aos mercados, da alocação dos recursos e das escolhas dos canais de distribuição mais adequados”, frisou.

“Como primeira prioridade, desenvolver a atratividade do destino, desenvolver a oferta numa lógica de complementaridade entre ilhas, com produtos alinhados de acordo com os mercados alvo”, afirmou o titular da pasta do Turismo.

A segunda prioridade passa por qualificar a oferta em parceria com os operadores locais, ao nível das infraestruturas atuais e a desenvolver, sensibilizar a população para o turismo, capacitar os recursos humanos e, de forma transversal, criar e implementar o conceito de serviço dos Açores.

A centralização do esforço de marketing será a terceira prioridade, tendo em vista a “captação de mercados de alto valor, ambientalmente conscientes, que desejem circular por várias ilhas, que viajem para os Açores na época baixa, que gastem no destino, que consumam muitas atividades e que tenham tendência para repetir a visita”, acrescentou Vítor Fraga.

A quarta prioridade passa pelo desenvolvimento de parcerias com os vários intervenientes no setor, nomeadamente operadores turísticos, empresários, aeroportos, companhias aéreas e marítimas, no sentido de se maximizarem os esforços de marketing, para que se obtenham os melhores resultados para o destino.

“Como quinta prioridade, trabalhar com os canais de distribuição adequados para que os mercados-alvo sejam devidamente alcançados, sendo que as cinco prioridades serão materializadas no plano estratégico e de marketing da Região para o período 2015-20”, acrescentou Vítor Fraga.

Ainda no âmbito da definição de prioridades, o Secretário Regional salientou o processo de revisão do Plano de Ordenamento do Turismo da Região Autónoma dos Açores (POTRAA), dando assim cumprimento ao que está previsto no Programa do Governo.

“Para além da necessidade de melhorar a abordagem ao desenvolvimento dos produtos turísticos, a revisão do POTRAA vai assegurar uma melhor estruturação da oferta turística em matéria de produtos de maior relevância, assumindo-se, por esta via, como instrumento fundamental para enfrentar os desafios atuais do turismo açoriano”, afirmou.

Vítor Fraga frisou ainda que o POTRAA deverá incluir um novo conceito de desenvolvimento sustentável nos Açores, que “considere uma visão abrangente, englobando os setores económicos e conexos do turismo, que identifique a capacidade ideal de carga turística e os recursos âncora estratégicos, complementares de cada ilha, para o turismo e a sua conservação em serviços de apoio”.

Como exemplo das especificidades de cada ilha que podem permitir diferentes potenciais para atividades turísticas, Vítor Fraga destacou, no caso das Flores, o seu caráter diferenciador, “com especial apetência para atividades em contato com a natureza, como o canyoning, o mergulho, o birdwatching e o pedestrianismo”.

“É uma das ilhas que mais contribui para a valorização dos Açores como destino do turismo de natureza”, frisou.

No caso particular dos trilhos, como o que hoje foi apresentado, Vítor Fraga destacou que estes circuitos foram uma das grandes apostas e hoje são um produto bem consolidado na Região, existindo atualmente 80 trilhos homologados e distribuídos por todas as ilhas, que correspondem a uma extensão superior a 716 quilómetros.

“Atualmente, os trilhos pedestres são um cartaz turístico da Região, procurado por muitos dos turistas que nos visitam”, salientou o Secretário Regional, acrescentando que “os dados mais recentes indicam que mais de 50% dos turistas que nos visitam utilizam os nossos trilhos”.
GaCS/SRTT/HB

Segunda fase da intervenção na estrada de acesso à Ribeira Quente avança no segundo semestre deste ano

O Secretário Regional do Turismo e Transportes afirmou hoje, em Ponta Delgada, que o lançamento da segunda fase da empreitada de intervenção na estrada de acesso à Ribeira Quente está previsto para o segundo semestre deste ano.

”Tal como já tinha sido anunciado em 2013, aquando da realização da primeira fase de intervenção na estrada da Ribeira Quente, que passou pela estabilização de taludes e pelo reperfilamento do leito da ribeira e consolidação de muros, temos previsto na Carta Regional das Obras Públicas (CROP) o lançamento da empreitada da segunda fase, que passa também pela estabilização de taludes, com vista a criar melhores condições de segurança na via, para o segundo semestre deste ano, num montante global de investimento de cerca de 1,3 milhões de euros”, afirmou Vítor Fraga.

O titular da Pasta da Obras Públicas, que falava aos jornalistas após ser ouvido pela Comissão de Política Geral da Assembleia Legislativa, adiantou que a intervenção nesta estrada do concelho da Povoação, em S. Miguel, vai “contribuir, de uma forma significativa, para aumentar os níveis de segurança e mostra-se ser a solução mais eficaz”.

“Foram feitos estudos relativamente a vias alternativas, chegando-se à conclusão de que essas vias alternativas, em termos de segurança, eram menos seguras do que a via atual. Daí a opção por uma intervenção na via atual, reforçando os níveis de segurança de circulação”, acrescentou.

Esta obra faz parte dum conjunto de intervenções previstas no âmbito da melhoria dos circuitos logísticos terrestres na ilha de São Miguel, cujas empreitadas serão lançadas até ao final deste ano e que perfazem um montante global de cerca de oito milhões de euros.

Este conjunto de empreitadas visa “criar melhores condições de segurança ao nível da circulação e maior celeridade de acesso aos pontos fulcrais da ilha, nomeadamente ao nível das ligações entre concelhos e aos pontos de entrada e saída da ilha”, frisou Vítor Fraga.
GaCS/HB

Vítor Fraga afirma que setor da construção vive “um novo tempo” impulsionado pelo investimento público e confiança da iniciativa privada

O Secretário Regional do Turismo e Transportes afirmou hoje, nas Velas, que o setor da construção civil nos Açores está a “viver um novo tempo”, que é impulsionado pelo investimento público previsto na Carta Regional de Obras Públicas, mas também pela confiança demonstrada pela iniciativa privada.

Vítor Fraga recordou que “os últimos anos foram de ajustamento no setor da construção, um setor fortemente condicionado, por um lado, ao nível do investimento público porque não se pode voltar a fazer aquilo que já foi feito e, por outro, pelas restrições ao nível do financiamento bancário que condicionaram e muito a iniciativa privada”, destacando o papel desempenhado ao longo deste período pelo Governo dos Açores para garantir a sustentabilidade do setor.

Nesse sentido, salientou a realização de reformas legislativas, mas também o lançamento do Catálogo de Materiais Endógenos e Transformados na Região e da Carta Regional de Obras Públicas.

Para Vítor Fraga, a CROP “assume-se como um instrumento fundamental de planeamento estratégico das empresas da fileira da construção, quer ao nível do seu dimensionamento e da sua definição de políticas de alianças, quer ao nível de previsibilidade de investimento”, frisando que a revisão recentemente apresenta assume o horizonte de 2020, refletindo a disponibilidade financeira, bem como os novos critérios de elegibilidade do novo Quadro Comunitário de Apoio”.

“O Governo dos Açores assumiu o compromisso de proceder à sua revisão anual, logo a seguir à aprovação do Plano e Orçamento de cada ano para a Região, com o objetivo muito claro de fornecer a todas as empresas do setor uma informação mais rigorosa, mais robusta, mais fiável, para que elas possam desenvolver a sua atividade de uma forma mais consistente”, afirmou.

Vítor Fraga falava na apresentação do projeto de reabilitação da Estrada Regional 1-2.ª, entre o Aeroporto de S. Jorge e a Ribeira do Almeida, uma intervenção que se desenvolve ao longo de três quilómetros e envolve um investimento de cerca de 1,4 milhões de euros.

O Secretário Regional salientou que “esta é uma obra inserida na melhoria dos circuitos logísticos nas nove ilhas dos Açores”, acrescentando que permitirá melhorar a segurança e a comodidade dos que a utilizam.

Até ao final deste ano, segundo Vítor Fraga, serão também lançados na ilha de S. Jorge os procedimentos relativos à intervenção e reabilitação de um troço de estrada no ramal de acesso à Fajã do Ouvidor e de um troço de estrada entre o Alto das Manadas e os Biscoitos, bem como à reabilitação do muro de suporte e pavimento no troço Aveiro/Ribeira Seca e na Estrada Regional 1-2.ª, no Norte Grande, num investimento nos circuitos logísticos desta lha que ultrapassa 2,6 milhões de euros.
GaCS/FR

Vítor Fraga reafirma que opção do Governo dos Açores “passa pela construção de dois navios”

O Secretário Regional do Turismo e Transportes reiterou hoje, na Terceira, que a opção do Governo dos Açores relativamente ao transporte marítimo de passageiros e viaturas interilhas “passa pela construção de dois navios com caraterísticas similares que vão potenciar o desenvolvimento económico entre todas as ilhas” promover o desenvolvimento do mercado interno.

“A primeira coisa que se tem de saber é se queremos ou não queremos ter transporte marítimo de passageiros. O Governo dos Açores entende que se deve ter e que se deve desenvolver o transporte marítimo de passageiros e de viaturas na Região”, afirmou Vítor Fraga, questionado pelos jornalistas no final de uma reunião com empresários do setor do turismo.

Para o titular da pasta dos Transportes, “ao Governo cabe criar condições para que os privados possam desenvolver a sua atividade e nós entendemos que este é um elemento estruturante para a construção do mercado interno”.

Vítor Fraga salientou ainda que “esta é uma questão que está devidamente enquadrada, o investimento é feito com recurso a fundos comunitários e é um investimento que é uma opção do Governo, uma opção política, para desenvolver o transporte marítimo de passageiros e de viaturas na Região”.
GaCS/HB

Procedimentos de obras públicas a lançar ainda este ano ultrapassam 284 milhões de euros

O Secretário Regional do Turismo e Transportes anunciou hoje, em Ponta Delgada, que o Governo dos Açores vai lançar, ainda em 2015, procedimentos de obras públicas num valor global superior a 284 milhões de euros.

Vítor Fraga salientou que, entre as empreitadas previstas na Carta Regional das Obras Públicas (CROP), já foram concluídas obras no valor de 7,8 milhões de euros, estão a decorrer obras que ascendem a 65 milhões de euros e decorrem processos de contratação, já lançados, no valor de 99 milhões de euros.

O Secretário Regional falava à margem de uma reunião do Conselho Regional de Obras Públicas, que convocou “cumprindo um compromisso que havia sido assumido no sentido de apresentar a CROP na sua revisão”.

Vítor Fraga frisou que a CROP “reflete as necessidades para o momento, mas também aquilo que são as necessidades identificadas neste momento para o período que vai até 2020″, acrescentando que “com o decorrer do tempo, será complementada com outras necessidades que venham a ser identificadas”.

Nesse sentido, revelou que “foi anunciado aos senhores conselheiros que esta carta passará a ter uma revisão anual, logo a seguir à aprovação do Plano e Orçamento da Região”, de forma a que este importante documento “tenha informação cada vez mais fiável e seja efetivamente um instrumento estratégico para as empresas poderem planear a sua atividade e definir a sua política de alianças”.

Para Vítor Fraga, desta forma a CROP pode contribuir de uma forma determinante para “um novo impulso para o setor, numa vertente mais alargada, ou seja, na vertente de toda a fileira da construção”.

Na reunião de hoje do Conselho Regional de Obras Públicas foram também apresentadas duas propostas de alteração legislativa.

Uma dessas propostas, segundo o Secretário Regional, refere-se à contratação pública, “adaptando-a à Região, tornando os processos mais céleres e direcionados para a nossa realidade económica e para o tecido empresarial que nos carateriza, que são pequenas e médias empresas”.

A segunda proposta insere-se no âmbito dos sistemas de certificação energética dos edifícios e visa a redução dos custos de construção.

“Aquilo que se está a propor implica, desde logo, uma redução de cerca de 17% no custo de construção associado ao revestimento, o que vai também ajudar a dinamizar a própria fileira da construção”, frisou Vítor Fraga.

Este diploma prevê ainda uma “facilitação ao nível da promoção imobiliária, isentando quem quer divulgar determinados imóveis para comercialização de ter o certificado previamente, podendo fazer essa divulgação e apresentar o certificado numa fase posterior”, acrescentou o Secretário Regional.
GaCS/HB

Novo modelo de acessibilidades já fez reduzir significativamente o preço das passagens

O Secretário Regional do Turismo e Transportes afirmou hoje, na Horta, que o novo modelo de transportes aéreos, que entra em funcionamento no domingo, já permitiu reduções significativas no preço das tarifas aéreas para os Açorianos.

“Aquilo que se verifica, ao percorrer a oferta tarifária existente para todas as ‘gateways’ dos Açores é uma redução muito expressiva no custo da acessibilidade, chegando, em muitos casos, a ser um terço do valor que era praticado há seis meses”, afirmou Vítor Fraga.

Para o Secretário Regional, que falava aos jornalistas no final de uma reunião com a Câmara de Comércio e Indústria dos Açores, esta redução “demonstra uma das mais-valias que o modelo traz, para além de aumentar claramente a capacidade de mobilidade de todos os residentes”.

Vítor Fraga admitiu que este novo modelo, que implica uma fase de mudança, trará, naturalmente, algumas resistências, mas frisou ter a “convicção” de que “as oportunidades sobrepõem-se claramente a qualquer tipo de dificuldade que possa existir”.

“Aquilo que é verdadeiramente importante é sermos capazes de tirar partido deste novo modelo de acessibilidades, que é claramente um modelo inclusivo, que potencia o desenvolvimento por igual de todas as ilhas e que aumenta, de uma forma como nunca antes foi conseguida, a capacidade de mobilidade e a acessibilidade dos Açorianos”, sublinhou.

Ao nível da carga, segundo Vítor Fraga, o novo modelo também se vai traduzir numa importante mais-valia para o tecido empresarial regional, já que “esta é uma grande oportunidade, nomeadamente para as nossas empresas, para os nossos empresários, porque têm aqui a possibilidade de colocar os seus produtos noutros mercados, nomeadamente, a nível do mercado nacional, nas grandes cadeias de distribuição, nas grandes redes de distribuição”.

O Secretário Regional apontou o exemplo do transporte de peixe, já que o modelo foi idealizado para potenciar a sua exportação, salientando que “no caso do pescado, o facto de termos uma oferta diária com capacidade muito expressiva, de cerca de 15 toneladas, e de uma faixa horária após as 17h00, possibilita um incremento no valor de cerca de 30%, o que significa que, por cada quilo de pescado que exportarmos, é uma mais-valia para a Região na ordem dos 30%”.

Vítor Fraga lembrou ainda que, nesta área, enquanto o transporte não for assegurado por uma aeronave dedicada, existirá um período de transição, que “terá a conjugação daquilo que é a oferta atual, por parte da SATA Internacional e da TAP, complementada com voos adicionais, que serão contratados pelo Governo da República para corresponder às necessidades que houver em termos de procura”.
GaCS/HB

Versão revista da Carta Regional de Obras Públicas prevê mais de 400 ME de investimento até 2020

O Secretário Regional do Turismo e Transportes revelou hoje, em Ponta Delgada, que a Carta Regional de Obras Públicas (CROP), cuja revisão está em fase final, prevê um montante global de investimento superior a 400 milhões de euros até 2020.

“A CROP é um documento estratégico para as empresas e neste processo de revisão de toda a CROP nós achamos que era relevante e muito importante, numa perspetiva de dar estabilidade às empresas, de utilizarem a carta como um verdadeiro instrumento estratégico, que ela fosse alargada para o período correspondente ao Quadro Comunitário de Apoio”, afirmou Vítor Fraga, em declarações aos jornalistas no final de uma reunião com a direção da Associação dos Industriais de Construção Civil e obras Públicas dos Açores (AICOPA).

O titular da pasta das Obras Públicas anunciou ainda que vai ser convocada uma reunião do Conselho Regional de Obras Públicas para o dia 8 de abril, “onde a carta será apresentada a todos os parceiros do setor com maior detalhe”.

Nessa reunião irão ainda ser apresentadas duas propostas de alteração legislativa.

A primeira proposta enquadra-se na alteração do regime jurídico da contratação pública, salientando Vítor Fraga que os Açores são “a primeira região do país a incluir o que vem na nova diretiva comunitária que saiu em fevereiro de 2014”.

Esta diretiva visa “um sistema mais transparente, mais célere, adequado à nossa realidade e que sirva também para impulsionar o setor na Região”.

A segunda proposta prende-se com o sistema de certificação energética dos edifícios, referindo o Secretário Regional que “foi feito, ao longo destes últimos dois anos, um trabalho em que a AICOPA também foi chamada a contribuir, na perspetiva de adaptarmos as questões, ou os parâmetros que refletem as nossas questões climatéricas, à nossa realidade” no setor da construção civil.

“Esse trabalho foi feito, há uma anteproposta realizada que, no essencial, além de simplificar todo o processo de certificação, assegura que haja uma poupança de cerca de 16% ao nível da construção na parte de revestimentos e ao nível da exploração dos próprios edifícios, ou seja, aquilo que as pessoas gastam diariamente, consomem energia para as suas habitações, de 10%, o que são valores bastante expressivos”, revelou Vítor Fraga.
GaCS/HB

Encaminhamentos a custo zero estão disponíveis a partir de segunda-feira

O Secretário Regional do Turismo e Transportes anunciou hoje, na Horta, que, a partir de segunda-feira, será possível, a um passageiro com destino ao exterior da Região adquirir a custo zero um bilhete de encaminhamento para o aeroporto de saída dos Açores.

Vítor Fraga, que intervinha num debate na Assembleia Legislativa, revelou que, a partir do dia 16 de março, “qualquer pessoa, ao dirigir-se a um balcão da SATA, ao ‘call-center’ da SATA ou a um agente de viagens, no caso das companhias em que quer viajar não terem acordo ‘interline’, tem acesso a fazer a sua reserva para o encaminhamento”, sem custos para o passageiro.

No caso das companhias que têm acordos de ‘interline’ com a SATA Air Azores, o processo de encaminhamento continuará idêntico ao que existe hoje, não havendo qualquer alteração, apenas tendo que fazer prova da sua elegibilidade.

Vítor Fraga salientou que esta realidade chega à prática na próxima segunda-feira porque “a resolução de Conselho de Governo que aprova o ajuste direto para a prestação do serviço de abril a setembro saiu esta semana e a SATA precisa de ter enquadramento legal para emitir bilhetes a custo zero”, o que não acontecia com as Obrigações de Serviço Público em vigor até agora.

O titular da pasta dos Transportes frisou que, no que se refere ao encaminhamento, o passageiro deixa de ter a obrigatoriedade de sair pelo aeroporto mais próximo, podendo optar por outro aeroporto de saída da Região, mesmo que disponha de voo direto da ilha em que se encontra para o exterior do arquipélago, podendo assim optar por um voo que tenha uma oferta tarifária ou uma oferta de serviço mais adequada às suas necessidades.

Vítor Fraga sublinhou que o novo modelo de acessibilidades à Região “foi desenhado com base na proposta que o Governo dos Açores apresentou, que tinha como pressupostos básicos garantir um preço único e transversal a todos os Açorianos, de Santa Maria ao Corvo, a um preço que fosse justo e adequado face ao custo inerente à acessibilidade, criar condições para a entrada de novos operadores no mercado e com isso incrementar a oferta, havendo, por essa via, redução do custo da acessibilidade e, naturalmente, elevação dos níveis de qualidade de serviço”.

O Secretário Regional frisou ainda que basta consultar os sites de diversas companhias aéreas e verificar que há uma redução efetiva de preço.

Se for feita uma análise aos voos programados em sistema para os próximos 365 dias, verifica-se “um incremento global na oferta de 40%, em termos do número de voos, o que dá bem nota do aumento da acessibilidade para a Região” referiu Vítor Fraga, frisando ainda que “se olharmos para o período de inverno, de novembro a março, esse incremento é de 74% face à oferta existente atualmente”, indo assim ao encontro do objetivo de aumento da acessibilidade dos Açorianos e da contribuição para a captação de fluxos turísticos e atenuação da sazonalidade.

Vítor Fraga assegurou que, ao contrário do que foi afirmado no debate, o Governo não deu qualquer indicações à SATA para não vender passagens abaixo de 200 euros.

“É mentira, o Governo não deu qualquer indicação à SATA. Isso seria totalmente improcedente da parte de quem tutela uma empresa que está em concorrência com outras”, frisou o Secretário Regional.
GaCS/HB

Plano Estratégico de Turismo finalizado em meados de 2015

O Secretário Regional do Turismo e Transportes revelou hoje, em Ponta Delgada, que o Plano Estratégico para o Turismo dos Açores, para o horizonte 2020, deverá estar concluído até ao final de maio.

Vítor Fraga salientou que, após uma fase de auscultação dos agentes do mercado, vão continuar agora a ser recolhidos contributos por todo o arquipélago, para decidir sobre as ações a tomar neste cada vez mais importante setor da economia regional.

O Secretário Regional, em declarações aos jornalistas à margem da conferência Turismo 2020: Plano de Ação para o Desenvolvimento do Turismo em Portugal, onde foi um dos oradores, frisou que o plano estratégico “tem vindo a desenvolver toda a análise do perfil de turista que visita a Região ou dos potenciais turistas”, passando agora para outra fase, “onde existirão reuniões em todas as ilhas, abertas à participação de todos, onde todos poderão dar o seu contributo e para que todos se revejam numa política de desenvolvimento estratégico do setor para 2020, no sentido de ser um setor sustentável, capaz de gerar riqueza, preservar e criar postos de trabalho”.

Vítor Fraga sublinhou que serão ouvidas não só pessoas ligadas ao setor, mas a toda a população, já que a visão do Governo dos Açores é a de que “o turismo só será bom se for efetivamente bom para todos os que vivem na Região”, lembrando ainda que o Plano Estratégico, assim como outros fatores, como as mudanças nas acessibilidades, farão com que 2015 “seja um ano de muito trabalho” para os parceiros do setor.

Ainda no âmbito da estratégia regional para o Turismo, o Secretário Regional ressalvou a necessidade das entidades nacionais reforçarem o seu apoio na promoção dos Açores e, dessa forma, potenciar o contributo do arquipélago para a oferta do turismo nacional.

“Nós temos a perfeita consciência do contributo que podemos dar no contexto de oferta turística do país, quer na sua diversidade, quer na sua qualificação. Assim seja também a visão das entidades nacionais”, afirmou Vítor Fraga, lembrando que não podem repetir-se os erros do passado recente na estratégia de turismo nacional.

“É tempo de as entidades nacionais perceberem que a valorização dos aspetos diferenciadores de cada região é fundamental para a consolidação e crescimento do setor. É tempo do Turismo de Portugal rever os critérios de apoio à promoção das Regiões”, frisou.

Vítor Fraga especificou que “no caso dos Açores, esse apoio cifra-se em 2,5% do investimento que a Região faz em promoção”, tornando-se “necessário introduzir, para além dos fatores quantitativos que têm marcado a definição desses apoios, também valores qualitativos”.

Para o Secretário Regional, “é tempo de olharmos para o turismo além do show-off das estatísticas. O turismo é feito por pessoas e para pessoas. E as pessoas são muito mais do que um número”.

Vítor Fraga assegurou que os Açores estão sempre disponíveis para colaborar no contexto da oferta turística nacional, “estejam assim também as entidades públicas nacionais disponíveis para acolher o nosso contributo e perceber que os Açores podem ser efetivamente uma mais-valia no contexto da oferta turística”.

Nesse sentido, manifestou o desejo de que, no futuro, “se olhe para o turismo não como um setor que proporciona bons momentos de comunicação, bons momentos de campanha política, mas que se olhe para o turismo como uma indústria capaz de gerar riqueza, de manter, de preservar, de criar postos de trabalho”.
GaCS/HB

Novo modelo de acessibilidades defende os interesses dos Açores e dos Açorianos

O Secretário Regional do Turismo e Transportes afirmou hoje, na Horta, que o novo modelo de acessibilidades à Região “defende os interesses dos Açores e os interesses dos Açorianos”.

Vítor Fraga, que falava no plenário da Assembleia Legislativa, salientou que este é “um modelo que privilegia aquilo que temos considerado como sendo essencial em toda a política de transportes e de acessibilidades da Região, que é a proteção dos residentes e dos estudantes”.

O titular da pasta dos Transportes informou o plenário que, da parte do Governo dos Açores, o modelo “está finalizado”, acrescentando que o que está a decorrer “é a parte processual que o Governo da República está a desenvolver” e que “passou pela comunicação a Bruxelas que, como é público, já foi efetuada”, mas também pelo “desenvolvimento de peças legislativas para regulamentar a atribuição do subsídio social de mobilidade”.

Vítor Fraga reafirmou ainda que os residentes nas ilhas que não têm ‘gateway’ terão a liberdade de escolher a que lhes for mais adequada, quer em termos de oferta tarifária, quer em termos de oferta de horários, podendo assim optar por aquilo que se adequar mais às suas necessidades.

O Secretário Regional manifestou também a sua profunda convicção de que “nenhuma das rotas em que está prevista a liberalização das ‘gateways’ ficará deserta”, acrescentando que, mesmo assim, as rotas em que se ponderou que possa haver alguma dificuldade, “ficaram devidamente acauteladas na proposta” que foi apresentada.

“Está claramente previsto que, no caso de ficarem desertas, se possam aplicar Obrigações de Serviço Público (OSP)”, frisou.

Vítor Fraga adiantou ainda que o Governo dos Açores está a trabalhar no processo de revisão das OSP interilhas, havendo a necessidade de ajustar “aquilo que é a oferta do serviço interilhas, com o que vai ser a oferta nas acessibilidades para o exterior”, salientando que “essa necessidade de ajustarmos, para promovermos uma melhor ligação entre a oferta que existe nas acessibilidades para o exterior com aquilo que existe no interior da Região, é que leva a que o processo ainda não esteja encerrado”.

O Secretário Regional esclareceu, no entanto, que o objetivo do Governo, que está plasmado no Programa do Governo e no Plano Integrado de Transportes, ao nível da revisão das OSP, passa, por um lado, por aumentar a capacidade de interligação entre todas as ilhas da Região e, por outro lado, ter “um preço competitivo, que seja devidamente ajustado à qualidade do serviço que se presta, o que, na nossa opinião, se traduzirá naturalmente numa redução tarifária, como todos esperamos”.
GaCS/HB

Plano Estratégico 2015/2020 garante preparação da SATA para o futuro

O Secretário Regional do Turismo e Transportes afirmou hoje que o Plano Estratégico da SATA para o horizonte 2015-2020 “dá garantia de termos uma empresa preparada para os desafios do futuro, para atuar num novo ecossistema que está à porta, em que a concorrência será presente numa componente muito importante da sua atuação”.

Vítor Fraga, que falava aos jornalistas depois de ter apresentado o documento à Comissão de Economia da Assembleia Legislativa, salientou que este Plano Estratégico visa precisamente “garantir que a SATA seja uma empresa que esteja preparada para prestar um serviço de qualidade a todos os Açorianos e que preserve os seus postos de trabalho”.

O titular da pasta dos Transportes referiu ainda que o Plano Estratégico prevê a reorganização societária da SATA, “dotando a empresa de todos os mecanismos que permitem uma maior flexibilidade”, permitindo também “explorar todas as oportunidades de negócio que possam surgir e que advêm da entrada do novo modelo de acessibilidades à Região e que possa dar uma resposta efetiva às reais necessidades de mobilidade e de acessibilidade de todos os Açorianos”.

O Plano Estratégico está assente em três grandes pilares, que conjugam a melhoria operacional e comercial, a reestruturação financeira e a renovação da frota e ainda um novo modelo corporativo.

Em termos operacionais, a SATA vai focar as suas operações nos Açores, Continente Português, América do Norte e Macaronésia, tendo sempre presente a rentabilidade económica e a coesão regional.

Ao nível da reestruturação financeira, o Plano prevê o desenho de uma solução de financiamento, global e integrante do passivo financeiro das várias subsidiárias do Grupo SATA, através de um processo que incluirá a renegociação de condições de financiamento com as entidades financeiras, a recuperação de saldos com antiguidades significativas e a indexação do pagamento da dívida financeira aos cash flows gerados pelas subsidiárias do Grupo.

A renovação da frota de longo curso da SATA Internacional, sendo um imperativo para a sustentabilidade futura das operações do Grupo SATA, justifica-se pelo facto de a atual frota estar desatualizada, face aos padrões de nível de serviço que a empresa ambiciona oferecer.

Assim, a substituição da frota de longo curso será efetuada com recurso a locações operacionais de aeronaves com uma capacidade individual entre 250 e 300 lugares.

Relativamente ao modelo corporativo, o Plano prevê a alteração da estrutura de participações sociais, dotando a SATA SGPS de funções diretas de estratégia e controlo sobre todas as subsidiárias do Grupo.

A SATA Internacional passará a denominar-se Azores Airlines, posicionando-se como companhia de bandeira dos Açores, com o objetivo principal da exploração da localização geográfica dos Açores, através da realização de operações no Continente Português, América do Norte e Macaronésia, tendo representação comercial nos EUA e Canadá, através da Azores Airlines America e Azores Airlines Canada.

À SATA Serviços caberá a prestação de serviços complementares ao transporte aéreo, como o handling e a gestão das lojas do Grupo SATA.

É ainda criada a SATA Serviços Partilhados, que será a entidade centralizadora dos recursos humanos de estrutura e backoffice, tendo por objetivo o aumento da produtividade e a redução de custos administrativos, entre outros.

A SATA Air Açores mantém a prestação de serviços de transporte aéreo regular no interior da Região Autónoma dos Açores.
GaCS/HB

Vítor Fraga afirma que novo modelo de transporte aéreo dá maior centralidade aos Açores

O Secretário Regional do Turismo e Transportes afirmou hoje, em Ponta Delgada, que o novo modelo de transportes aéreos permitirá dar uma maior centralidade aos Açores no que respeita a acessibilidades, num modelo que procura impulsionar o fluxo de turistas e assegurar a mobilidade dos Açorianos a preços acessíveis.

“É tempo de passarmos a ver e a trabalhar os Açores não como uma periferia em termos turísticos, mas como um ponto central entre dois blocos com elevado poder de compra – o americano e o europeu -, que não estão a mais de poucas horas de voo”, frisou Vítor Fraga, na apresentação da operação nos Açores da companhia aérea de baixo custo Easyjet,

“Fruto do trabalho que temos desenvolvido, muitas vezes de forma reservada, estas distâncias estão a ser cada vez mais encurtadas, mas não temos dúvidas de que ainda há muitos desafios a vencer”, salientou o Secretário Regional.

Nesse sentido, destacou o desafio que se coloca aos empresários para tirar partido das novas acessibilidades e permitir aos Açores concorrerem num mercado cada vez mais global e em que cada turista “é disputado ferozmente por destinos consolidados ao longo do tempo e com uma notoriedade bem solidificada”.

Vítor Fraga frisou que, apesar de a vertente das rotas liberalizadas ter sido o aspeto mais mediatizado do novo modelo de transporte, pelas expetativas criadas nos empresários e na sociedade, o novo modelo focou igualmente a “imprescindível” componente de assegurar garantias de proteção para que todos os Açorianos disponham de acessibilidades com o exterior.

“Batemo-nos sempre por esta componente como fundamental e insubstituível, mesmo quando alguns defendiam que a liberalização devia ser o objetivo central, mesmo que, para isso, talvez se devesse deixar cair a proteção de ilhas mais pequenas ou de rotas com previsão de menor procura”, frisou.

Segundo Vítor Fraga, “essa nunca foi sequer uma mera hipótese para o Governo dos Açores, que partiu sempre do princípio de que qualquer evolução neste processo nunca deveria ser feita à custa de alguns, mas sempre em benefício de todos”.

Na sua intervenção, Vítor Fraga lembrou ainda que o Governo dos Açores está a trabalhar na revisão das Obrigações de Serviço Público de Transporte Aéreo e Marítimo InterIlhas, no âmbito do Plano Integrado de Transportes.

“Este é um trabalho que está a entrar na fase de finalização e que pretende atingir o objetivo de aumentar os níveis de conectividade entre todas as ilhas a um preço justo e adequado à oferta disponibilizada”, afirmou o Secretário Regional.
GaCS/HB

Governo dos Açores “está sempre disponível para explicar as suas opções”

O Secretário Regional do Turismo e Transportes afirmou hoje que o Governo dos Açores “está sempre disponível para explicar as suas opções”.

Vítor Fraga, que falava aos jornalistas após ter sido ouvido pela Comissão de Economia do parlamento açoriano, acerca do transporte marítimo de passageiros e viaturas interilhas, referiu que “é assim que tem feito, é assim que fará no futuro e a prova disto foi o facto de termos vindo hoje aqui à Comissão de Economia explicar claramente o porquê da opção” da Região, de adquirir dois navios com capacidade para 650 passageiros e 150 viaturas.

“A principal opção que o Governo dos Açores tomou, e isso é que é relevante, é que quer ter transporte marítimo de passageiros e viaturas na Região” adiantou o titular da pasta dos Transportes, porque este “é um instrumento essencial para aumentar a mobilidade dos Açorianos e para desenvolver a economia local de cada uma das ilhas, no contexto do espaço económico regional”.

Vítor Fraga adiantou que “este é o objetivo e estas são as opções que o Governo tomou e que irá implementar para que nos Açores haja uma maior mobilidade e para que haja um desenvolvimento de todas as ilhas por igual”, estendendo “aquilo que hoje é uma realidade numa parcela do arquipélago, que são as ilhas do triângulo, a todo o arquipélago dos Açores”.

O Secretário Regional recordou que “os resultados que obtivemos nas ilhas do triângulo, com o transporte marítimo de passageiros, com a introdução de dois novos navios, são bastante relevantes”, já que, de janeiro a outubro, foram transportadas 5017 viaturas, através dum serviço que anteriormente não existia.
GaCS/HB

Governo investe mais de 103 ME na área dos transportes

O Secretário Regional do Turismo e Transportes revelou hoje, na Horta, que o Governo dos Açores vai investir no próximo ano mais de 103 milhões de euros na área dos transportes, prosseguindo a “reforma tranquila do setor, com a implementação das ações constantes nos três eixos que constituem o Plano Integrado de Transportes (PIT)”.

Vítor Fraga, numa intervenção na Assembleia Legislativa, salientou que, no eixo Infraestruturas e Equipamentos, serão investidos cerca de 46 milhões de euros, com destaque para as áreas da segurança, comodidade e eficiência das infraestruturas, nomeadamente a ampliação do Porto da Casa e o desmonte parcial do morro junto à torre de controlo do aeródromo, no Corvo, a construção da nova gare de passageiros e ampliação do porto das Velas, em S. Jorge, a requalificação do Porto das Poças, nas Flores, o início do processo que levará à construção do novo cais e gare de passageiros de São Roque do Pico, a intervenção no Porto de Pipas e a construção do novo terminal de carga das Lajes, na Terceira, e a construção da nova torre de controlo e a requalificação e ampliação da aerogare do aeródromo, na Graciosa.

O titular da pasta dos Transportes frisou ainda que o Governo dará seguimento ao processo de construção de dois navios com capacidade para 650 passageiros e 150 viaturas, prosseguindo assim a opção política de ter “transporte marítimo de passageiros e viaturas interilhas”.

Para Vítor Fraga, o próximo ano “marcará também o início de uma nova realidade, de um novo tempo, no que diz respeito ao transporte aéreo”, concretizando uma das principais prioridades do Executivo para esta legislatura, que é a revisão do modelo de acessibilidades à Região.

“Depois de concluído este processo, estamos em fase de conclusão da revisão das Obrigações de Serviço Público para as ligações aéreas e para as ligações marítimas de passageiros e viaturas interilhas, que entrarão em vigor no decorrer do próximo ano, como já foi oportunamente anunciado”, frisou.

No eixo Quadro Regulamentar, está previsto um investimento de cerca de 54 milhões de euros, para ”otimizar a capacidade de interligação entre meios aéreos e marítimos”, aumentando a mobilidade entre todas as ilhas e dando resposta a fatores “como a regularidade, a fiabilidade e a continuidade do serviço, com um preço justo e adequado à qualidade da oferta disponibilizada”.

Para o terceiro eixo do PIT, intitulado Medidas Facilitadoras, está previsto um montante de investimento de três milhões de euros, onde o essencial da ação estará direcionado para a “modernização e reorganização da rede de transportes terrestres e conceção de um novo sistema de bilhética para o transporte coletivo de passageiros”, permitindo a “integração plena de toda a informação na Plataforma de Gestão Integrada de Transportes, com vista ao alargamento das potencialidades do Balcão Único”.

Por outro lado, garantiu o Secretário Regional, o Governo dos Açores continuará a “trabalhar para a valorização internacional das infraestruturas, quer através da promoção das marinas, quer através da integração do Porto da Praia da Vitória na nova fase do Projeto Costa, como fator determinante para a implementação do HUB Atlântico”.

No que se refere às Obras Públicas, “apesar do Governo da República ter comunicado à Comissão Europeia, que Portugal, incluindo os Açores, não necessitava de mais estradas”, Vítor Fraga assegurou que, em 2015, serão lançadas em todas as ilhas diversas intervenções ao nível dos circuitos logísticos terrestres de apoio ao desenvolvimento, de forma a responder às necessidades mais prementes que se colocam ao nível das estradas.

Nesse sentido, serão iniciadas as empreitadas de ligação inter-concelhia Nordeste – Povoação, em S. Miguel, a segunda fase da Estrada Longitudinal, no Pico, a beneficiação da Estrada Regional entre o Aeroporto e a Ribeira do Almeida, em São Jorge, a requalificação da Estrada Leste, no Corvo, a reabilitação da Estrada Ponta Delgada – Ferros Velhos, nas Flores, a requalificação da circular externa de Angra do Heroísmo, a requalificação da Estrada Regional entre o Arrebentão e a Vigia da Areia, em Santa Maria, a reabilitação da Estrada Regional no troço Limeira – Porto Afonso, na Graciosa e a beneficiação da Av. Príncipe Alberto do Mónaco, no Faial.

Nesta área, a Carta Regional de Obras Públicas, a rever até ao final do corrente ano, será “um instrumento fundamental para o planeamento estratégico das empresas”, afirmou o Secretário Regional, frisando ainda que, ao nível do Catálogo de Materiais Endógenos e Transformados na Região, será reforçado o investimento, em cerca de 7%, na investigação e desenvolvimento.

Ao nível da energia, as prioridades do Governo assentam no aumento da taxa de penetração de energias renováveis e na eficiência energética.

Para tal, será continuado o trabalho com vista à “redução da dependência dos combustíveis fósseis”, contribuindo assim para uma economia insular hipocarbónica.

Será ainda aprofundada a estratégia adotada com a concretização do Programa Eficiência+, que integrará o Proenergia, com vista a desenvolver estratégias que permitam fazer um aproveitamento adequado da energia produzida em cada um dos nove subsistemas.

Tendo em vista “contribuir para aumentar a competitividade das empresas e aliviar o orçamento das famílias” o reforço da promoção das Tarifas Bi e Tri Horárias, Tarifa Social e o Apoio Social Extraordinário ao Consumidor de Energia (ASECE) será ainda outra das medidas a prosseguir.
GaCS/HB

Turismo e Transportes tem Plano para 2015 com reforço de verbas de 23%

O Plano e o Orçamento para 2015 contemplam 191 milhões de euros para as áreas tuteladas pela Secretaria Regional do Turismo e Transportes, representando “um crescimento de cerca de 23%”, afirmou Vítor Fraga, salientando que os documentos refletem um trabalho “desenvolvido em conjunto com os parceiros sociais e com os açorianos” para responder aos principais desafios que se colocam aos Açores nos dois setores.

O Secretário Regional, em declarações aos jornalistas após ser ouvido pela Comissão de Economia da Assembleia Legislativa, salientou que, ao nível dos Transportes, o Plano está assente no Plano Integrado de Transportes (PIT), “nos seus três eixos (infraestruturas, quadro regulamentar e medidas facilitadoras), no sentido de prestar um melhor serviço, de qualidade e excelência, que vá ao encontro daquilo que é a ideia-chave de todo o PIT, que é a excelência operacional”.

No que se refere ao Turismo, Vítor Fraga frisou que o Plano “reflete uma estratégia clara de consolidação de todo o trabalho que tem vindo a ser feito ao longo dos anos, na consolidação da nossa presença junto dos principais mercados emissores e numa estratégia igualmente clara de comunicação direta com o cliente final, na perspetiva de criar pressão junto da procura para que haja um incremento de fluxos turísticos para a Região”.

Nesse sentido, adiantou que foi lançada segunda-feira uma campanha “quase sem precedentes, pela transportadora aérea regional, com oferta de cerca de 20 mil lugares a 88 euros, nas ligações de e para o continente português, com venda durante o mês de novembro e viagens a concretizar até ao final do mês de março, na perspetiva também de dar aqui um contributo importante não só para a mobilidade dos Açorianos, mas também para a captação de fluxos turísticos na época baixa, contribuindo assim para atenuar um dos fatores com que o destino se confronta, que é a sazonalidade”.

Para Vítor Fraga, o turismo “terá um papel muito significativo, não só na criação de postos de trabalho, de uma forma direta, mas também como uma força indutora do desenvolvimento de outros setores de atividade que naturalmente beneficiarão do crescimento que advirá do setor do turismo”.

O Secretário Regional ressalvou que o Plano foi desenvolvido em franca parceria com todos os parceiros sociais, tendo sempre presente que “a partir do próximo ano teremos um novo modelo de acessibilidades à Região, novas Obrigações de Serviço Público (OSP) para o transporte aéreo interilhas, novas OSP para o transporte marítimo interilhas”, tendo em vista aumentar a mobilidade dos Açorianos e facilitar a acessibilidade à Região.
GaCS/HB

Nova realidade no transporte aéreo trará novas oportunidades para o Turismo nos Açores

O Secretário Regional do Turismo e Transportes afirmou hoje que o desenvolvimento do Turismo está dependente de “medidas e políticas” que permitam a sustentabilidade desta atividade e, por essa via, a “sustentabilidade das empresas direta ou indiretamente relacionadas”.

“No âmbito destas medidas está, como não podia deixar de ser, o transporte aéreo, como pilar fundamental e insubstituível da acessibilidade a qualquer destino e, por maioria de razão, aos Açores, enquanto região insular”, salientou Vítor Fraga, numa intervenção no encerramento do Fórum Turismo 2014, promovido pela Câmara do Comércio e Indústria de Ponta Delgada.

Na sua intervenção, Vítor Fraga recordou o processo de revisão das Obrigações de Serviço Público do Transporte Aéreo e a sua previsível entrada em vigor no início do próximo verão IATA.

“O Governo dos Açores aguarda com expetativa esse momento porque sabemos que ele trará, garantidamente, novas oportunidades ao nível da captação de novos segmentos de mercado que, como esperamos, podem dar um significativo contributo para o incremento de fluxos turísticos na nossa Região”, afirmou.

Vítor Fraga salientou, por outro lado, que este modelo trará “grandes desafios ao Grupo SATA”, mas garantiu que o Executivo regional “está, agora que foi alcançado o acordo com a República, totalmente disponível para, como acionista e dentro das regras deste novo modelo, apoiar a companhia, que tem ainda um importante papel a desempenhar no processo de desenvolvimento e de progresso da nossa Região”.

Para Vítor Fraga, se a questão do transporte aéreo é “central para o desenvolvimento do Turismo dos Açores”, é também preciso que todos, entidades públicas e privadas, tenham a consciência de que os desafios deste setor não se esgotam nesta matéria.

“A qualificação e valorização da nossa oferta, criando fatores diferenciadores, onde a singularidade de cada uma das nossas nove ilhas esteja sempre presente, na perspetiva de nos afirmarmos como um destino único, distante da comparação direta com tantos outros destinos, é essencial”, defendeu o Secretário Regional.

“Temos de saber vender, cada vez melhor, os Açores nos mercados emissores, mas também dentro de portas, através da consolidação de um critério do qual nunca nos poderemos desviar um milímetro que seja: a qualidade”, acrescentou.

Para Vítor Fraga, “é este critério, associado a uma capacidade permanente de perceber a evolução das tendências da procura, que faz verdadeiramente a diferença nos destinos turísticos que conseguiram vingar, ainda mais quando nos temos de balizar pelos parâmetros e qualidade europeus, dos mais exigentes do mundo”.

O Secretário Regional considerou que existe “uma grande margem de progressão ao nível da qualidade dos serviços prestados” a quem visita os Açores, salientando que esta é uma área que deve merecer atenção e esforços permanentes, nomeadamente na qualidade no atendimento ao nível dos diversos serviços, quer estejam direta ou indiretamente ligados ao setor.

Nesse sentido, frisou que receber bem é “sinónimo de desenvolvimento económico, de geração de riqueza, ou seja, de preservação e criação postos de trabalho”.

Para 2015, o Governo dos Açores reserva cerca de 22,6 milhões de euros para a promoção e desenvolvimento do Destino Açores, sendo as principais prioridades o aumento da notoriedade do destino, junto dos principais mercados emissores, associado diretamente à captação de fluxos turísticos, bem como a prossecução da aposta continuada na diversificação e qualificação da oferta.
GaCS/HB

Interesse das companhias aéreas confirma potencial dos Açores

O Secretário Regional do Turismo e Transportes afirmou hoje, em Ponta Delgada, que as companhias aéreas ‘low cost’ olham para os Açores como um destino com potencial.

“As companhias olham para o destino como sendo uma verdadeira oportunidade, aliás, na linha daquilo que o Governo dos Açores sempre defendeu desde o momento em que apresentou a intenção de rever as Obrigação de Serviço Público, para possibilitar a entrada de novos operadores no mercado”, afirmou Vítor Fraga, depois de ter recebido em audiência o vice-diretor de Desenvolvimento de Rotas da Ryanair, Niall O’Connor.

O titular da pasta dos Transportes salientou que o representante da Ryanair manifestou “o interesse que os Açores oferecem, como mercado, para a companhia”, tendo o encontro servido também para a transportadora aérea de baixo custo “mostrar que não só tem interesse nas rotas de serviço doméstico, mas também como um potencial destino a partir de outros mercados emissores, nomeadamente o mercado inglês e o mercado alemão”.

Vítor Fraga disse esperar que, no final de março do próximo ano, esteja implementado na Região o novo modelo de transporte aéreo, “fazendo fé naquilo que foi transmitido pelo Governo da República, nomeadamente pelo Secretário de Estado, de que tudo se irá concretizar dentro dos ‘timings’ que estavam devidamente estipulados”.
GaCS/HB

Promoção e desenvolvimento do Turismo com reforço de mais de 18% em 2015

O Secretário Regional do Turismo e Transportes destacou hoje que a promoção e desenvolvimento do Turismo terão, no âmbito do Plano e Orçamento para 2015, recentemente apresentado aos parceiros sociais, um reforço de verba de mais de 18%.

Vítor Fraga, na intervenção que proferiu na entrega de prémios do Azores Ladies Open, no Campo de Golfe da Batalha, salientou que este reforço é justificado, já que “o turismo afirma-se cada vez mais, na Região, como um dos principais pilares de desenvolvimento, ele próprio indutor de desenvolvimento de outros setores”.

O Secretário Regional frisou ainda que o Turismo dos Açores irá direcionar toda a atuação “numa aposta concreta de comunicação com o cliente final, quer de uma forma direta, privilegiando naturalmente os canais ao nível do digital, quer de uma forma indireta, através de ‘press trips’ e ‘fam trips’”.

“Iremos igualmente direcionar os nossos esforços para a consolidação de eventos-âncora, que estejam alinhados com a matriz do destino, associados a produtos turísticos diferenciadores e que nos garantam retorno, não só ao nível da captação de fluxos, associados diretamente aos mesmos, mas também associados a níveis de aumento de notoriedade”, sublinhou o titular da pasta do Turismo.

Vítor Fraga frisou que os Açores querem percorrer “um caminho de consolidação de um setor que todos acreditamos que pode ser determinante para o futuro da Região”.

Para Vítor Fraga, a realização da quarta edição do Azores Ladies Open “é bem mostra daquilo que tem sido a determinação do Governo dos Açores no que diz respeito ao apoio a este tipo de eventos”, já que o Executivo entende que a consolidação deste tipo de eventos “é fundamental para obtermos o devido retorno, quer ao nível de ganhos de notoriedade fora da Região, quer ao nível da captação de fluxos turísticos para a Região”.

“Um dos nossos grandes objetivos é colocar a Região, através dos circuitos de grandes eventos desportivos, no top da notoriedade, no que a alguns produtos turísticos diz respeito e onde o golfe se enquadra”, afirmou o Secretário Regional.
GaCS/HB

Governo dos Açores reforça apoio ao Turismo em Espaço Rural

O Secretário Regional do Turismo e Transportes anunciou hoje, na Terceira, que o Governo dos Açores vai reforçar o apoio aos empresários que investem no Turismo em Espaço Rural.

Vítor Fraga, que falava aos jornalistas à margem de uma visita à Quinta do Martelo, para assinalar o Dia Mundial do Turismo, revelou que, ao abrigo do novo Quadro Comunitário de Apoio e do Sistema de Incentivos Competir+, nomeadamente o Subsistema de Incentivos para o Fomento da Base Económica de Exportação, será reforçado este apoio, “permitindo que a componente de apoio financeiro possa variar entre 55 e 65%, e isto é fundamental, numa perspetiva de que o Turismo em Espaço Rural contribui de uma forma determinante” para a qualificação da oferta turística dos Açores.

O titular da pasta do Turismo frisou que os Açores são “um caso de sucesso único no país, ao nível do desenvolvimento do Turismo em Espaço Rural”, salientando que cerca de 10% das camas disponíveis estão nas unidades de alojamento deste tipo.

“Não nos podemos esquecer que o Turismo em Espaço Rural se caracteriza pela recuperação do nosso património, por uma ligação muito direta àquilo que é a nossa cultura, as nossas tradições e, dado o seu enquadramento e a sua envolvência, é aquele que potencia uma maior relação entre aqueles que nos visitam e as nossas gentes, a nossa comunidade local”, afirmou Vítor Fraga.

“É isto que temos de potenciar, no sentido de contribuir de uma forma cada vez mais ativa para o desenvolvimento das economias locais, potenciando assim o crescimento e tirando partido de um dos setores que consideramos estruturante para o desenvolvimento da Região”, acrescentou.

Para o Secretário Regional do Turismo e Transportes, este tem sido um caminho percorrido, em conjunto, pelos empresários açorianos, com o apoio natural do Governo dos Açores, salientando que ainda há “um grande potencial para desenvolver”.
GaCS/HB

Vítor Fraga apela ao Governo da República para que cumpra calendarização da revisão das OSP

O Secretário Regional do Turismo e Transportes apelou hoje ao Governo da República para que seja cumprida a calendarização prevista no processo de revisão das Obrigações de Serviço Público de transporte aéreo de e para os Açores.

Numa comunicação do Governo à Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores, Vítor Fraga lembrou que o Governo Regional fez chegar a versão oficial e final da proposta consensualizada ao Governo da República, tendo este informado que esta seria submetida à aprovação do Conselho de Ministros durante o mês de setembro.

O titular da pasta dos Transportes apelou, por isso, “para que se cumpra esta calendarização, para que o novo modelo de transporte aéreo da Região esteja em vigor no próximo verão IATA, ou seja, no final de março do próximo ano”.

Vítor Fraga recordou o caminho percorrido neste processo, que teve início a 18 de agosto de 2011, quando o então Secretário Regional da Economia, em reunião mantida com o Ministro da Economia e do Emprego, manifestou a intenção do Governo dos Açores em rever as Obrigações de Serviço Público de transporte aéreo entre os Açores e o continente.

Perante o silêncio do Governo da República, o Executivo açoriano tomou a iniciativa de enviar, a 11 de maio de 2012, uma proposta de revisão das Obrigações de Serviço Público ao Gabinete do Ministro da Economia e Emprego.

Cerca de um ano e meio depois da apresentação da proposta, segundo Vítor Fraga, “constatou-se a existência de vários erros de interpretação da mesma por parte do Governo da República”, tendo-se decidido “constituir um grupo de trabalho tripartido (Governo da República, Governo dos Açores e INAC) com a missão de analisar e estudar alguns aspetos da proposta”.

O Secretário Regional salientou que este longo processo culminou na proposta consensualizada que deve agora ir a Conselho de Ministros, manifestando a satisfação do Governo dos Açores “pelos resultados obtidos, nomeadamente na definição deste novo modelo, que tem como base a proposta inicialmente entregue ao Governo da República, em maio de 2012”.

“Ao longo deste processo, o Governo dos Açores fez aquilo com que os Açorianos sabem que podem contar do seu Governo, ou seja, a defesa intransigente dos interesses dos Açores e dos Açorianos”, assegurou.

Vítor Fraga informou ainda que o Governo dos Açores está a trabalhar com a SATA, para que, “dentro das regras do novo modelo, esta possa ser fortemente competitiva, sustentável e contribua de forma ativa para a criação de riqueza na Região, continuando a ser uma referência na prestação do serviço de qualidade para todos os Açorianos”.

O Secretário Regional garantiu no entanto que o Governo dos Açores não se ficará por aqui, estando já a trabalhar num novo regime de Obrigações de Serviço Público para as ligações inter-ilhas, “com vista a aumentar a capacidade de mobilidade dos Açorianos e de todos os que visitam” o arquipélago, “procurando simultaneamente a redução do custo associado”.

A intenção é fazer com que “a partir do próximo verão IATA, a Região possua uma nova realidade ao nível do transporte aéreo que continue a contribuir para potenciar o desenvolvimento de cada uma das ilhas”, frisou Secretário Regional.

Vítor Fraga assegurou ainda que “o Governo dos Açores continuará a trabalhar, sem falsos protagonismos, sem tentar usurpar o mérito do trabalho de quem quer que seja, tendo sempre como único objetivo alcançar as melhores soluções não só para o presente mas também para o futuro”.

Parapente terá promoção integrada no âmbito do destino Açores

O Secretário Regional do Turismo e Transportes, Vítor Fraga, anunciou, em Ponta Delgada, um reforço na promoção da prática de parapente nos céus dos Açores, que terá início ainda em 2014.

“Até ao final do corrente ano, no âmbito do Visitazores, iremos desenvolver uma área específica de promoção desta atividade, onde serão identificados todos os locais de excelência na Região para a prática do parapente e com informação técnica adequada para que todos os que nos visitam possam efetivamente efetuar bons voos”, afirmou Vítor Fraga, em declarações prestadas sábado, à margem do encerramento do XX Festival de Parapente dos Açores.

O titular da pasta do Turismo considerou o parapente como uma atividade exemplar para o que se ambiciona ser a promoção da Região, por conciliar de forma única a beleza exuberante da natureza com as emoções fortes procuradas por quem a pratica.

“O parapente é uma modalidade e um produto turístico que casa na plenitude com a matriz que carateriza o destino Açores, ou seja, uma matriz de natureza que vai muito além da vertente contemplativa, uma natureza ativa que proporciona momentos únicos e sensações únicas a todos aqueles que nos visitam e que praticam esta atividade”, afirmou Vítor Fraga.

Na sua intervenção, revelou ainda que será efetuada uma promoção muito ativa desta modalidade ao nível da comunicação social, em conjunto com o Clube Asas de São Miguel, para que esta atividade se possa afirmar cada vez mais “como uma atividade de excelência e os Açores serem um destino de excelência para a prática desta atividade”.

“O recurso às novas tecnologias é uma aposta muito clara e muito objetiva que estamos a efetuar, todos sabemos que a área do digital assume hoje uma importância preponderante na promoção de qualquer destino e na captação e fluxos. Esta é uma área onde temos uma incidência muito forte, onde iremos reforçar toda essa incidência, onde a promoção de produtos turísticos diferenciadores do destino assume assim um papel fundamental na captação dos fluxos para Região”, sublinhou Vítor Fraga.

O Secretário Regional do Turismo e Transportes felicitou o Clube Asas de São Miguel pelo trabalho realizado, que permitiu a consolidação da modalidade ao longo dos anos e, consequentemente, a formação de um evento “sólido na Região, que contribui para a promoção do destino Açores”.

GaCS/SRTT

Novo modelo de transportes aéreos é o que serve melhor os Açorianos e a economia regional

O Secretário Regional do Turismo e Transportes afirmou hoje, em Ponta Delgada, que o novo modelo de transportes aéreos que já está definido é o que “serve melhor os Açorianos, carecendo apenas da aprovação formal por parte do Governo da República”.

“A prioridade agora é trabalhar para que a SATA tenha condições para ser fortemente competitiva, para que a empresa seja sustentável e contribua de forma ativa para a criação de riqueza na Região e para preservar todos os postos de trabalho”, afirmou Vítor Fraga, em declarações aos jornalistas no final de uma reunião com o Conselho de Administração do Grupo SATA.

O Secretário Regional frisou que “o Governo dos Açores tem vindo a trabalhar na definição daquilo que era a sua principal prioridade, isto é, a definição de um novo modelo para as acessibilidades à Região e da Região ao Continente e à Madeira”.

Vítor Fraga salientou que o novo modelo “é o que serve melhor os Açores e os Açorianos e vai contribuir de forma muito significativa para melhorar a posição das nossas empresas e da economia açoriana”.

“É um modelo que tem alterações significativas ao nível do transporte de passageiros, mas também ao nível do transporte de carga aérea, nomeadamente com o incremento da oferta para valores de cerca de 50 por cento face ao que é utilizado atualmente e com a redução no custo das tarifas associadas ao transporte de carga aérea dos produtos em que a Região é mais exportadora”, frisou o Secretário Regional.

“Aquilo que esperamos da SATA é que seja uma companhia competitiva, que atue no mercado com as regras deste novo modelo de acessibilidades e que contribua de uma forma determinante para a consolidação da economia açoriana”, afirmou Vítor Fraga, para quem o facto de haver concorrência não é necessariamente uma ameaça.

Questionado pelos jornalistas sobre a articulação entre a SATA Internacional e a SATA Air Açores para que os residentes do Grupo Central tenham acesso às rotas liberalizadas, Vítor Fraga frisou que “tudo isso está previsto no novo modelo de transportes aéreos”.

“Todo o sistema de encaminhamento está salvaguardado, à semelhança do que já existe atualmente”, assegurou.

“As Obrigações de Serviço Público inter-ilhas estão a ser trabalhadas no âmbito do Governo, com a devida assessoria técnica, para que se encontre uma boa solução de mobilidade dos Açorianos na Região”, afirmou o Secretário Regional, frisando que essas soluções “serão anunciadas em devida altura”.

Relativamente a uma provável entrada das companhias de baixo custo nos Açores, Vítor Fraga recordou que, em maio de 2012, o Governo dos Açores apresentou uma proposta com o objetivo de, por um lado, salvaguardar os interesses dos Açorianos, definindo um preço máximo na acessibilidade, que era de 134 euros, e, por outro lado, garantir a abertura para que outros operadores pudessem entrar na Região.

Vítor Fraga salientou ainda que “havendo um incremento muito significativo no número de passageiros, é sinal de que há também uma diminuição das tarifas, o que significa que a comparticipação do Estado também diminui, ou seja, uma coisa compensa a outra”.

Setor do turismo atravessa novo estágio de desenvolvimento

O Secretário Regional do Turismo e Transportes afirmou hoje, em S. Miguel, que o turismo nos Açores está a atravessar uma nova fase na sua evolução, sendo agora prioridade assegurar a singularidade e maturação do Destino Açores.

“Passamos de um tempo em que havia necessidade de ter oferta, para um tempo em que necessitamos de garantir a existência e manutenção de uma oferta fortemente qualificada, que evidencie os nossos fatores diferenciadores, totalmente integrada na matriz do Destino e capaz de gerar e agregar valor”, afirmou Vítor Fraga.

O titular da pasta do Turismo falava na cerimónia de lançamento da primeira pedra do empreendimento turístico Whales Bay Azores Islands, na freguesia de São Vicente Ferreira, no concelho de Ponta Delgada, um projeto que reúne capital regional e externo, num investimento superior a dois milhões de euros que pretende juntar o conforto de um empreendimento de quatro estrelas enquadrado na paisagem com caraterísticas viradas para o turismo de lazer.

Para Vítor Fraga, este tipo de empreendimento é um exemplo da qualidade que a Região pretende nesta área, mas também uma prova do interesse “que o setor está a gerar junto dos empresários”, demonstrando o caminho de sucesso percorrido pelos Açores na valorização do seu destino.

“Temos vindo a potenciar o que de mais valioso e diferenciador temos, como o nosso património natural e edificado ou a nossa cultura, preservando-os e potenciando-os de uma forma responsável e sustentável, como os inúmeros prémios internacionais que temos recebido assim reconhecem”, frisou.

Na sua intervenção, o Secretário Regional recordou que a construção de um destino turístico é um processo moroso e, mais ainda, se a ambição for mantê-lo sustentável.

“Os exemplos que recolhemos por este mundo fora dão bem nota dos resultados de quem opta por crescimentos rápidos: esses resultados acabam, quase sempre, por ser inevitavelmente efémeros e descaracterizadores do destino”, afirmou Vítor Fraga, assegurando que “esta nunca foi, não é, nem será a opção para o desenvolvimento do setor na Região”.

O Secretário Regional salientou ainda que o caminho percorrido e ainda mais no “novo tempo” que o turismo regional enfrenta agora, requer a continuidade de uma cooperação efetiva e permanente entre entidades públicas e privadas.

“Das entidades públicas devemos exigir a garantia da preservação da nossa matriz, a determinação na construção de todos os instrumentos para apoiar e regular o desenvolvimento do setor, que se quer continue a ser sustentável”, salientou, acrescentando que se espera das entidades privadas que “tirem partido dos novos instrumentos que têm à sua disposição e que direcionem a sua atuação para a qualificação e valorização da oferta”.

O Secretário Regional apelou ainda aos empresários do setor para que incorporem a tecnologia na sua atividade, dando assim resposta às novas tendências da procura, e para que apostem fortemente na promoção dos seus fatores diferenciadores como geradores e agregadores de valor.

“Assim, contribuiremos todos para a sustentabilidade de um setor que se quer gerador de riqueza e capaz de preservar e contribuir para a criação de mais postos de trabalho”, afirmou Vítor Fraga.

Parlamento conhecerá plano estratégico da SATA para 2015-2020 até ao final do ano, garante Vítor Fraga

O Secretário Regional do Turismo e Transportes revelou hoje, na Horta, que vai apresentar na Assembleia Legislativa dos Açores, até ao final do ano, o plano de desenvolvimento estratégico para o período 2015-2020 que será elaborado pela SATA.

“Este plano, que se pretende que corporize uma estratégia que seja assumida por todos, acionista, gestão de topo e colaboradores, englobará, para além do plano de negócios, o plano de sustentabilidade económico-financeiro, o processo de renovação da frota e ainda o plano de desenvolvimento e qualificação de recursos humanos”, afirmou Vítor Fraga, numa intervenção em plenário durante a interpelação ao Governo sobre o Grupo SATA.

O objetivo, segundo Vítor Fraga, é assegurar que os Açores tenham uma transportadora que sirva sobretudo os interesses dos açorianos e dos que visitam a Região, oferecendo elevados padrões de segurança e qualidade de serviço em aspetos como a regularidade, a fiabilidade e a pontualidade.

“No fundo, termos uma empresa de referência, capaz de contribuir para dar resposta às necessidades de mobilidade e acessibilidade à Região, introduzindo valor e gerando riqueza”, frisou o titular da pasta dos Transportes.

Vítor Fraga adiantou que um dos objetivos do futuro plano será tirar partido da posição geostratégica dos Açores, explorando todo o potencial de desenvolvimento de tráfego entre a Europa e a América do Norte, utilizando a Região “como uma verdadeira porta de entrada e saída de tráfego entre os dois continentes”.

Para o Secretário Regional, esta é uma oportunidade, entre outras, a desenvolver, frisando acreditar que “trará valor para a companhia e contribuirá para o desenvolvimento económico da Região”.

O desenvolvimento de parcerias estratégicas com outras companhias, aproveitando sinergias existentes e potenciando a captação de tráfego que contribua para a sustentabilidade das operações, será outra das linhas de orientação.

“Por outro lado, não são nem serão admitidas operações ou rotas deficitárias, que não contribuam de uma forma direta ou indireta para a captação de tráfego para a Região”, assegurou.

Vítor Fraga lembrou também que as mudanças no mercado do transporte aéreo e a precária situação económica portuguesa há já alguns anos, têm colocado uma série de constrangimentos à companhia.

Apesar destas questões, salientou que a forte aposta em 2013 nas ligações à América do Norte levou a um incremento de cerca de 11.600 passageiros, o que representa um crescimento de cerca de 8%, numa tendência mantida no primeiro semestre de 2014, com mais 5.800 passageiros, ou seja, um aumento de 10% face ao período homólogo de 2013, verificando-se também um crescimento de 2% nas ligações ao continente português no primeiro semestre de 2014, após a estagnação registada em 2013.

“É de salientar igualmente que a aposta em voos regulares para os principais mercados emissores europeus de fluxos turísticos para a Região tem vindo a consolidar-se e a demonstrar claramente que estas são apostas consistentes, que se traduziram num incremento de 7.273 passageiros transportados, ou seja, mais 23,13% em 2013, sendo que, no primeiro semestre de 2014, verificou-se um crescimento de 9% face ao período homólogo do ano anterior”, salientou Vítor Fraga.

SATA Rallye Açores é uma “grande jornada de promoção do Destino Açores”, afirma Vítor Fraga

O Secretário Regional do Turismo e Transportes afirmou, em Ponta Delgada, que o SATA Rallye Açores é “uma grande jornada de promoção do Destino Açores”, frisando que contribui de forma determinante para o aumento da notoriedade do arquipélago.

Vítor Fraga, que falava aos jornalistas à margem da visita que realizou sábado ao Centro Operacional do Rali (COR), salientou que a prova “contribui de uma forma determinante para aquilo que são os nossos objetivos de ganhar maior notoriedade do Destino junto dos mercados emissores de fluxos turísticos para a Região e, por outro lado, contribui de uma forma ativa para a captação de fluxos turísticos”.

O Secretário Regional lembrou a cobertura televisiva alargada que foi realizada pelo Eurosport, a que se associam os 150 spots publicitários de promoção dos Açores que têm passado e vão continuar a passar neste canal de televisão.

Para Vítor Fraga, o facto de a Região ter conseguido assegurar que o SATA Rallye Açores continuará a fazer parte do ERC (Campeonato Europeu de Ralis), pelo menos, por mais dois anos “contribui de uma forma decisiva para atingir os nossos objetivos, porque o sucesso destas iniciativas passa muito pela sua capacidade de consolidação”.

“Um dos fatores diferenciadores e que potenciam o desenvolvimento económico associado a este evento é a capacidade de previsibilidade”, afirmou.

O titular da pasta do Turismo revelou ainda que “existem já operadores turísticos, nomeadamente no mercado espanhol, que, no próximo ano, vão programar com maior intensidade a sua oferta, no sentido de trazer grupos organizados para assistirem ao SATA Rallye Açores”.

“Este ano, só associado às equipas que participam no rali, às equipas de televisão e à organização, deslocaram-se à Região três mil pessoas, não contabilizando todos aqueles que se deslocaram para vir assistir e participar de uma forma ativa, enquanto espetadores, na prova”.

Para Vítor Fraga, estes dados mostram bem “a dimensão que tem um evento com esta natureza”.

O Secretário Regional salientou ainda a “grande participação que existe em termos das entidades locais”, acrescentando que o SATA Rallye Açores “é um evento que obriga naturalmente a uma envolvência muito abrangente, quer da parte da organização, quer da parte do Governo dos Açores, quer ainda da parte dos próprios empresários, que deverão aproveitar estes eventos para potenciarem a sua atividade”.

“Um dos principais objetivos que o Governo dos Açores tem para o setor do turismo é que este seja gerador de riqueza e que acrescente valor para a Região e estes são momentos que devemos aproveitar”, frisou Vítor Fraga.

GaCS/HB

Vítor Fraga reitera objeto social da SATA de “servir os Açores e os Açorianos”

O Secretário Regional do Turismo e Transportes afirmou hoje na Assembleia Legislativa, na Horta, que a SATA tem um objeto social “claro e objetivo”, recordando que é “servir os Açores e servir os Açorianos”.

Vítor Fraga, que falava no debate que se seguiu a uma declaração política, salientou ainda que “o Governo dos Açores, enquanto representante dos verdadeiros acionistas, que são todos os Açorianos, dá as indicações que o acionista tem que dar à SATA”, frisando que não cabe aos acionistas de nenhuma empresa “interferir na sua gestão operacional”, já que “há questões operacionais que devem ser tratadas no âmbito da gestão operacional e da gestão da empresa”.

O titular da pasta dos Transportes afirmou ainda que “há um princípio que o acionista tem que transmitir a todas as empresas públicas da Região, que é o de estas empresas serem eficientes”.

“A eficiência operacional está intimamente ligada à redução destes mesmos custos e é algo de que nos devemos orgulhar e devemos primar para que assim aconteça”, acrescentou.

Em resposta a questões levantadas sobre uma alegada insatisfação laboral na transportadora aérea açoriana, Vítor Fraga recordou que não foi o Governo dos Açores que “impôs a todos os trabalhadores portugueses estas medidas que levam a criar a insatisfação junto dos trabalhadores”.

“O Governo dos Açores primou por dar indicações ao Conselho de Administração da SATA, como de todas as empresas públicas, para que, dentro daquilo que é a legalidade, encontrasse soluções que amenizassem os impactos negativos da política que foi imposta pelo Governo da República”, frisou Vítor Fraga.

O Secretário Regional revelou ainda que, fruto do aumento da conetividade com os EUA e Canadá, “verificou-se um incremento no número de passageiros, de passagens compradas, de 40% para os Estados Unidos e cerca de 60% para o Canadá”, considerando que estes dados são prova do sucesso da aposta na centralidade dos Açores na operação entre a Europa e a América.

Relativamente à renovação da frota de longo curso da SATA Internacional, Vítor Fraga salientou que “será feita diante de determinados parâmetros que terão de ser avaliados no âmbito do Conselho de Administração da SATA”.

“A indicação que o acionista dá é que essa renovação da frota deve ser feita de forma a que se possa responder àquilo que são as necessidades dos clientes da SATA, que são em grande parte os próprios acionistas da SATA”, acrescentou o Secretário Regional.

Plano Integrado dos Transportes vai permitir aumentar a mobilidade e reduzir custos de acesso

O Secretário Regional do Turismo e Transportes afirmou hoje que a implementação do Plano Integrado dos Transportes (PIT) dos Açores vai permitir aumentar a capacidade de mobilidade de pessoas e bens, reduzir custos de acesso e aumentar a facilidade de interligação e comodidade.

“A diminuição dos custos de contexto decorrentes dos transportes é essencial para um aumento da competitividade das empresas regionais e do bem-estar das famílias pelo consequente aumento do seu poder de compra”, frisou Vítor Fraga, que falava na apresentação do PIT, na cidade da Horta.

O titular da pasta dos Transportes recordou que o Governo dos Açores desenvolveu “um conjunto significativo de investimentos, em todas as ilhas, com o objetivo claro de criar as condições necessárias ao desenvolvimento do setor”, tendo também investido ao nível dos meios, visando a sua modernização, adequação às necessidades e dinamização do mercado.

Hoje, disse Vítor Fraga, “deparamo-nos com novos desafios”, sendo neste contexto que se torna imprescindível a implementação do PIT, para “definir os eixos para uma efetiva coordenação entre todos os meios de transporte, assegurando uma interligação de horários, logística, parâmetros operacionais e gestão de informação, dentro do fisicamente possível, numa lógica permanente de orientação para o serviço prestado aos cidadãos e às empresas”.

“O grande objetivo do Plano Integrado dos Transportes é aumentar a capacidade de mobilidade das pessoas e bens, através da redução do custo de acesso, da facilidade de interligação e comodidade, tanto nas ligações no interior de cada ilha, como nas ligações interilhas e com o exterior da região”, salientou.

Vítor Fraga afirmou que o Governo dos Açores pretende “ter um setor que procure de forma permanente a excelência operacional, ou seja, que associe a eficiência operacional das infraestruturas e meios existentes a uma objetiva orientação para satisfazer as necessidades dos cidadãos”.

O PIT divide-se em três eixos distintos, onde estão integradas as medidas a concretizar até ao final da legislatura, no âmbito das infraestruturas e equipamentos, do quadro regulamentar e dos instrumentos facilitadores.

Ao nível do investimento em infraestruturas e equipamentos, o PIT contempla, entre outras, a remodelação da Aerogare do Corvo, a ampliação do cais comercial das Velas, a ampliação do porto da Casa e a construção do novo cais e terminal de passageiros em São Roque do Pico, além da construção de dois novos navios com capacidade para 650 passageiros e 150 viaturas e da construção do terminal de carga da Aerogare Civil das Lajes, quando for possível, já que é uma obra condicionada pela alteração da Lei da Servidão Militar.

Será também desenvolvida uma plataforma agregadora de informação proveniente de diferentes fontes e bases de dados, “com o objetivo de implementar o Balcão Único, que possibilitará uma escolha mais eficiente dos meios a utilizar, facilitando o planeamento e a aquisição de bilhetes para viagens intermodais (aéreos/marítimos/terrestres)”, revelou o Secretário Regional.

Ao nível do quadro regulamentar, o PIT contempla a revisão das Obrigações de Serviço Público (OSP) do transporte aéreo inter-ilhas, e das OSP atualmente em vigor para as ligações entre a Região, o Continente e a Madeira, estando, no entanto, esta revisão, dependente de decisão do Governo da República.

Serão ainda definidas OSP para o transporte marítimo de passageiros inter-ilhas e elaborada uma proposta legislativa com vista à criação do Tráfego Regional, para flexibilizar o transporte marítimo de carga geral entre as várias ilhas dos Açores.

Por último, ao nível dos instrumentos facilitadores, será implementado o Balcão Único, através do qual será possível efetuar o planeamento de viagens intermodais e adquirir os respetivos bilhetes, com vista à promoção e incremento da mobilidade, através de uma escolha mais eficiente dos meios a utilizar.

Neste sentido, Vítor Fraga anunciou que “a SATA passará a comercializar, em qualquer um dos seus balcões de venda, os bilhetes para viagens marítimas no Triângulo”.

O PIT prevê também a “coordenação de horários de transportes aéreos e marítimos na Região Autónoma dos Açores para assegurar maior interligação entre ambos e uma maior mobilidade de passageiros e carga, quer inter-ilhas, quer nas ligações com o exterior”, disse o Secretário Regional.

Será ainda implementado o Serviço de Bagagem e Carga Aérea Integrada (SBCI), que permitirá garantir que qualquer utilizador possa levantar a sua bagagem no destino final, aquando de uma deslocação intermodal, reduzindo os tempos de espera, aumentando os níveis de conforto para o passageiro e permitindo ainda otimizar as rotas de carga aérea com o objetivo de abreviar o tempo de entrega no destino.

Na apresentação deste plano, Vítor Fraga salientou que o PIT ”não sendo um fim, é o meio” para que se possa aumentar os níveis de mobilidade dos Açorianos e de quem visita o arquipélago, “para que seja mais fácil, mais comodo e mais económico deslocar-se dentro da Região”.

O PIT vai agora ser apresentado à população em todas as ilhas dos Açores, iniciando-se esta fase hoje à noite na cidade da Horta.

Governo Regional reforça montante para apoiar eventos de animação turística e promoção do Destino Açores

O Governo dos Açores decidiu reforçar este ano, no âmbito do Decreto Legislativo Regional 18/2005/A, o montante global disponível para apoio à realização de eventos e ações de animação turística e promoção do destino Açores, promovidos por coletividades, associações e promotores em nome individual, estabelecendo uma verba de cerca de 1,2 milhões de euros.

O Secretário Regional do Turismo e Transportes frisou que esta verba, que representa um reforço superior a 5% em relação ao ano passado, se destina a “incentivar e potenciar a realização de ações de animação e promoção turística da Região, de forma direta ou indireta, em especial nas épocas média e baixa, através de iniciativas que demonstrem relevante interesse público, de modo a contribuir ativamente para a qualificação da oferta e captação de fluxos turísticos”.

Vítor Fraga, que falava na Horta, na apresentação do 1.º Azores Trail Run, que terá lugar no Faial a 24 de maio, Dia Europeu dos Parques Naturais, recordou que o Parque Natural do Faial foi distinguido pela Comissão Europeia como destino EDEN (European Destinations of Excellence).

Para o Secretário Regional, este importante galardão “muito nos honra e, mais importante do que isso, motiva-nos ainda mais para trabalhar com vista a consolidar a nossa imagem de destino turístico de excelência, que alia o desenvolvimento do turismo ao respeito profundo pelo ambiente, numa oferta sustentável”.

“O desenvolvimento do turismo nos Açores é um dos principais objetivos definidos no Programa do XI Governo Regional dos Açores”, recordou Vítor Fraga, acrescentando que o Executivo pretende “continuar a trabalhar, com vista a concretizá-lo dia após dia, em conjunto com todos os parceiros do setor”.

Para o titular da pasta do Turismo, os Açores têm desenvolvido ao longo dos anos “uma estratégia de promoção consistente junto dos principais mercados emissores”, que se caracteriza por ter “foco no essencial, direcionando todo o esforço de promoção para os segmentos de mercado que têm apetência por um destino com uma oferta turística tão rica e diversificada como a que possuímos”.

Vítor Fraga considerou que “são animadores” os últimos indicadores conhecidos, que se referem ao ano de 2013, salientando que demonstram que “o comportamento do setor no último ano é o reflexo de todo o trabalho desenvolvido, dando-nos indicações claras de que estamos no bom caminho”.

“Um caminho que queremos continuar a percorrer com vista a contribuir ativamente para garantir a sustentabilidade do setor”, afirmou.

O Secretário Regional alertou, no entanto, para o facto de o desenvolvimento do setor do turismo não ser “tarefa de uma entidade isolada”, mas sim “fruto do trabalho conjunto, entre todos os parceiros deste setor”, considerando fundamental ter “sempre presentes os objetivos a que nos propomos e qual o caminho que queremos percorrer”.

“O Governo dos Açores continuará, assim, a desenvolver políticas que visam este objetivo, criando um ambiente propício para que o setor gere confiança junto de todas as entidades que trabalham o destino”, afirmou Vítor Fraga.

Desconto do Apoio Social Extraordinário ao Consumidor de Energia subiu para 11%

O Secretário Regional do Turismo e Transportes revelou hoje, na Horta, que o desconto de que as famílias açorianas podem usufruir, através do Apoio Social Extraordinário ao Consumidor de Energia (ASECE), aumentou de 10,3 para 11 por cento.

Esta alteração consta de uma portaria hoje publicada em Jornal Oficial e tem efeitos retroativos a 1 de janeiro de 2014.

Vítor Fraga, em declarações no final de uma visita ao balcão da EDA na cidade da Horta, revelou que, no universo de cerca de 15 mil famílias que podem recorrer a este apoio, atualmente beneficiam dele 743 famílias.

Para potenciar o aumento do número de beneficiários vai ser lançada durante o próximo mês uma campanha de sensibilização, em conjunto com a EDA, destinada a sensibilizar todas as famílias que podem estar abrangidas por este apoio para que recorram a ele.

“A forma de o fazer é muito fácil, é muito simples, basta apenas fazerem a solicitação ao balcão da EDA e ficam, praticamente no imediato, com esta mais-valia associada à sua fatura da eletricidade”, afirmou Vítor Fraga.

O titular da pasta da Energia recordou que o ASECE traduz-se num desconto na fatura da eletricidade das famílias mais vulneráveis economicamente, “nomeadamente famílias que têm o Rendimento Social de Inserção, o Abono de Família no primeiro escalão ou o Subsídio de Desemprego”.

Vítor Fraga frisou que este apoio “está disponível, apenas carecendo as pessoas de se deslocarem a um balcão da EDA e solicitarem este desconto suplementar na sua fatura”.

“É mais um mecanismo que nós temos para ajudarmos as famílias açorianas num momento de dificuldade”, salientou o Secretário Regional.

GaCS/HB

Trabalhadores portuários dos Açores serão em breve equiparados aos congéneres nacionais, anuncia Vítor Fraga

O Secretário Regional do Turismo e Transportes revelou hoje, na Praia da Vitória, que os trabalhadores portuários dos Açores vão ficar em breve equiparados aos restantes trabalhadores portuários a nível nacional.

Esta equiparação será concretizada através de um Decreto Legislativo Regional que o Governo dos Açores desenvolveu ao longo do último ano “em parceria intensa entre as empresas que operam esta área de negócio e os sindicatos, no sentido de adaptar a legislação nacional à Região”, afirmou Vítor Fraga, em declarações aos jornalistas.

A proposta de Decreto Legislativo Regional aprovada na última reunião do Conselho do Governo resulta do trabalho desenvolvido, que, segundo Vítor Fraga, permitiu chegar a “uma adaptação consensual entre as entidades patronais e os sindicatos” e “vai colocar os trabalhadores portuários da Região em pé de igualdade com todos os trabalhadores portuários a nível nacional, nomeadamente criando o efetivo portuário da Região, que será depois integrado no efetivo portuário a nível nacional”.

O Secretário Regional salientou que esta era “uma reivindicação de longa data dos trabalhadores portuários da Região”.

Vítor Fraga frisou que a adaptação da legislação nacional à Região “visa essencialmente criar outro tipo de condições ao nível da flexibilização do trabalho portuário e, acima de tudo, criar condições para que as empresas que operam nesta atividade sejam sustentáveis e possam preservar e criar mais postos de trabalho”.

GaCS/HB

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